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A importancia da definição de papéis e cargos 05 August 2009 as 1:54 am de Washington Souza

TreinamentoAtendendo a nossa leitora Walkiria, estarei colocando alguns posts voltados a OT (e GRH – mais pra frente explico).

Hoje vamos falar da importância de ter papéis e funções definidas.
Primeiramente, isto é pré requisito tanto para o CMMI quanto para o MPS.BR, mas você deve estar se perguntando “o que minha empresa ganha com isso?”. Bom, ganha produtividade e agilidade.

Muitas empresas (normalmente as pequenas) não tem isso muito bem definido, então é como se todo mundo pudesse fazer tudo (e fazem). Nestes casos ninguém acaba se especializando em nada e com isso perde-se a oportunidade de aumentar a produtividade e ganhar agilidade. Um analista que passa 70% do tempo programando, com certeza não se especializará em levantamento de requisitos, relacionamento, desenvolvimento de requisitos e outras disciplinas voltadas a análise, pelo contrário ele se poderá ser excelente em “java” ou “.net”, então você pergunta “mas… ele não é um analista???”
Ele até pode programar, mas se ele é analista, seu principal foco é análise e é ai que ele deve se especializar.
O mesmo vale para as vagas (muito comum) de Gerente de Projetos onde na descrição consta até J2EE. Bom… se a vaga é pra gerente as habilidades que ele deve ter são várias mas J2EE com certeza não é uma delas, e é comum encontrar J2EE e não encontrar “Gerência de Riscos”

Uma dica que dou é:

  • Mapear os cargos (ou papéis);
  • Definir as responsabilidades de cada um;
  • Definir as habilidades necessárias;
  • Definir critérios para classificar alguém como A ou B
  • E o mais importante… manter tudo isso funcionando

Especialização gera agilidade, que gera aumento da produtividade e que acaba reduzindo os custos.

+ 101 dicas para implementação do CMMI nível 3 – Parte II Por Washington Souza 19 May 2009 as 1:56 pm 3 comentários

OT – Treinamento organizacional

101 dicas para o CMMI nivel 350. Tenha um mapa de treinamentos necessários para cada função
51. Defina claramente quais os treinamentos de responsabilidade da empresa e quais são os do projeto
52. Envolva a área de treinamento no planejamento do projeto
53. Identifique quais são os treinamentos necessários para atender os objetivos estratégicos da empresa
54. Mantenha um programa de treinamento contínuo
55. Colete informações de desempenho dos treinamentos
56. Verifique se após os treinamentos houve melhora de desempenho nas pessoas
57. Tenha uma descrição de responsabilidades e autoridades de cada função
58. Planeje o investimento com treinamentos e periodicamente verifique os benefícios
59. Armazene os dados de treinamentos

PI – Integração de produto

60. Identifique as necessidades de integração entre produtos e componentes
61. Planeje como será a sequência de integração
62. Crie critérios para garantir que os produtos estão prontos para serem integrados
63. Tenha métodos alternativos de integração e selecione o melhor (se possível com DAR)
64. Armazene informações sobre o processo de decisão sobre integrações
65. Tenha guias ou processos de como as atividades de integração devem ser realizadas
66. Verifique a compatibilidade entre as interfaces
67. Documente os ajustes necessários nas interfaces
68. Crie mecanismos que garantam que o produto final contem as versões corretas dos códigos e componentes

RD – Desenvolvimento de requisitos

69. Identifique as necessidades do projeto
70. Identifique as expectativas que os envolvidos tem com o projeto
71. Tenha guias que auxiliem o desenvolvimento de requisitos
72. Traduza os requisitos de negócio e necessidades em requisitos técnicos
73. Verifique antes da validação com cliente
74. Defina critérios que liberem os produtos para validação com cliente
75. Assegure o entendimento correto dos requisitos – valide formalmente com o cliente
76. Faça o mapeamento dos requisitos com funções, códigos, componentes, aquisições, etc.

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+ Dicas de institucionalização do CMMI Por Washington Souza 27 August 2008 as 1:02 am 2 comentários

Olá pessoal, hoje vamos falar de dicas para institucionalização, o diagrama abaixo demonstra o que pode-se fazer.

O CMMI deve estar vivo na organização

Vamos comentar cada uma destas iniciativas:
Treinamentos: Esta iniciativa é a mais óbvia de todas, mas é fundamental, sua eficiência é entre média e baixa, mas não deve ser descartada.
Workshop: Evento onde você apresenta o modelo de um jeito mais informal, você pode torna-lo interativo fazendo brincadeiras e distribuindo prêmios – tem eficiência média
E-Mails rápidos: E-mails cursos, de até 15 linhas resumindo ao máximo um determinado assunto, sua linha deve ser informal – tem eficiência entre média e alta
Dicas: E-mails ou avisos com dicas de determinados assuntos, devem ser rápidos e preferencialmente gráficos – tem eficiência média-baixa
Quadros:
Similar ao Dicas, apresentam mais informações. Coloca-se normalmente nos quadros de avisos da empresa – tem eficiência baixa.
Banners: Banners sempre ajudam, o ideal é torna-los o mais gráfico e fácil possível, deixe os detalhes nos processos e use uma linguagem de fácil interpretação – tem eficiência alta
Guias: As pessoas adoram guias, assim, é uma boa iniciativa criar um guia para os principais trabalhos – tem eficiência média
Testes: Testes fazem com que as pessoas estudem, seus resultados são medianos, mas sempre devem ser usados como complemento aos treinamentos – tem eficiência média
Concursos: Quando com prêmios, os concursos ajudam demais a institucionalização, as pessoas vão atrás dos prêmios e de queba, aprendem mais sobre os processos – tem eficiência média alta.

Vale lembrar que todas estas iniciativas ajudam, mas não “resolvem”. Emprenho e comprometimento são fundamentais.

A melhor iniciativa é as pessoas praticarem os processos, é a mais “simples” e mais eficiente.

Como diria meu grande  grande amigo Edson Sayeg: “Não é preciso decorar, basta praticar”
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