Uma das principais responsabilidades de um gerente de projetos é zelar pelo custo do projeto e usar este dinheiro da melhor forma possível (Leia o PMI para mais detalhes).
Apesar disto ser (vamos dizer) óbvio, não são muitos os gerentes que fazem uma boa gestão do custo, e, durante o planejamento do projeto o gerente do projeto deve analisar tudo o que deve ser feito e fazer uma análise de custo x benefício .
Se você tem 10.000 para fazer uma determinada coisa, e existe um “componente” que faz exatamente o que você quer por menos da metade do preço, porque não adquiri-lo? Bom, é muito provável que você já deva ter presenciado uma situação assim, e é mais provável ainda que a decisão tenha sido de “fazer” o requisito, perdendo assim uma excelente oportunidade para economizar.
Outro caso é: Em um sistema onde você o usuário se cadastra e escolhe seu estado a pergunta é: Será desenvolvido uma tela de manutenção de estados?
Cenário 1: Sim, o cliente precisa atualizar a lista de estados sempre que precisar – Custo: R$ 1.000,00 (referente à 20 horas de trabalho)
Cenário 2: Não, é uma tabela que raramente muda, o custo não justifica o benefício – Custo: R$ 0,00
É um caso simples, mas neste caso simples você já economizou um montante do seu custo. Claro que existirão casos onde estes desenvolvimentos serão necessários, todavia serão minoria e mesmo nestas minorias, provavelmente a contratação de um serviço (como o de CEP dos correios) saia mais em conta.
Uma dica: Pratique esta análise durante o planejamento. Provavelmente você terá boas surpresas.
O SEI acredita que a maturação do processo da organização é diretamente proporcional à qualidade do produto final obtido, mas não é só isso. O SEI acredita que o modelo CMMI também facilita para que a organização consiga elaborar o produto final do seu projeto com meios para que o custo, esforço real, e qualquer outra variável relevante ao processo, não se desvie muito do estimado e que tenha a melhor produtividade possível. E tudo isso aplicando as melhores práticas existentes dos processos. As melhores práticas de gerenciamento de projetos, por exemplo, que estão publicadas hoje no PMBoK (Project Management Body of Knowledge – Corpo de Conhecimento da Gerência de Projetos), estão, de certa forma, descritas no modelo. Em outro exemplo mais aplicável para nossa área, ou seja, no caso de processos de desenvolvimento de software, estão contidas no modelo as melhores práticas da engenharia de software.

O PGP tem por principal objetivo definir as ações que serão tomadas de acordo com o desempenho de diversos fatores do projeto, como:
Vamos imaginar que você esta dentro de um carro em uma ladeira.



