Posts Tagged ‘ gerenciamento de projetos

Praticamos Agile, somos qual nível CMMI? 30 August 2010 as 10:52 pm de Washington Souza

Pergunta: Boa noite, gosto muito do seu blog, ele tem me ajudado muito.
Na empresa onde trabalho praticamos Agile em quase todos os projetos. A equipe é bem empenhada e a maioria dos nossos projetos vai bem. De uns tempos pra cá começamos a pensar em “certificar” ou no CMMI ou no MPS.Br e o que ajudou muito foi que a diretoria solicitou um estudo neste sentido.

Achamos alguns artigos falando do uso do Agile com CMMI, e alguns destes dizem que o Agile cola bem no CMMI chegando bem até o nível 3. Vi no seu site também um gráfico que mostra isso.

Agora vem as nossas perguntas:

  1. Seguimos o Agile muito bem, como o Agile é bem aderente ao CMMI, podemos tomar como verdade que teremos poucos ajustes para conseguir o CMMI nível 3.
  2. Da para ir direto para uma avaliação nível 3?
  3. Temos pouco ou muito trabalho pela frente?
  4. Quais os próximos passos que devemos seguir?

Pergunta de Mariana Catalone – São Paulo

Resposta: Olá Mariana, tive que resumir um pouco sua pergunta, mas a essência esta ai.
No passado havia muita muita discussão em torno de Agile com CMMI. Os agilistas de plantão viam o CMMI como oposto de sua cultura, porém, isso vem mudando e hoje em dia há muitas empresas que adaptam seus “métodos” Agile ao modelo CMMI. O ponto de mudança foi o artigo CMMI or Agile: Why not embrace both! publicado pelo SEI em 2008.

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+ Alguma empresa usa de verdade o MPS.Br? Por Washington Souza 25 August 2010 as 12:01 am Nenhum comentário

Semana passada um comentário no Twitter me chamou muita atenção. O comentário era o mesmo do título deste post: “Alguém sabe se alguma empresa usa de verdade o MPS.Br?”.

Vamos desconsiderar o equivoco em uma pergunda como esta e entender o que é o tal do MPS.Br. Como vocês já devem saber, o MPS.Br é um modelo de melhoria de processos de software muito similar ao CMMI, mas criado e mantido por brasileiros (Softex).

E assim como o CMMI, o MPS.Br nada mais é do que um conjunto de boas práticas de engenharia de software e gestão. Ele fala o que deve ser feito, mas não como fazer, até porque cada empresa tem sua realidade e pode implementar uma determinada prática de um jeito. O plano do projeto por exemplo pode ser um doc, pode ser sistematizado, pode ser dividido em vários documentos e sistemas, enfim, pode ser do jeito que a empresa achar melhor, ela deve apenas seguir as recomendações que o MPS.Br pede.

Estas recomendações são boas práticas de engenharia de software e gestão, e a empresa pode implementa-las ou não, todavia, para obter o certificado MPS.Br nível X, a empresa deve implementar todas as práticas do nível que deseja. E esta implementação deve ser aprovada por um avaliador MPS.Br.

Agora que já tiramos algumas dúvidas, vamos responder a pergunta… O que você acha?
Alguma empresa usa de verdade o MPS.Br?

A resposta é objetiva. Claro que sim, aliás não apenas as “empresas avaliadas”.

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+ A arte de ouvir no gerenciamento de projetos Por Washington Souza 19 August 2010 as 9:00 am 1 comentário

Uma das áreas mais importantes em Gerenciamento de Projetos é a Gestão da Comunicação. E pelo fato de ser uma das mais importantes, também é uma das grandes “vilãs” para o sucesso do projeto.

Todos nós sabemos que um projeto é formado por uma equipe de pessoas, sendo assim vem um grande problema: Como lidar com as diferenças de personalidades dessas pessoas? Como motivar essa equipe? Como gerenciar os conflitos, os interesses? Como se comunicar!

Esses são alguns dos problemas que encontramos quando trabalhamos com pessoas.

Normalmente em projeto de grande porte, existe um plano de comunicação bem elaborado e também pode haver um membro da equipe responsável para gerenciar a comunicação de todo o projeto.

É fato que em projetos menores muitas vezes a comunicação não é exercitada de maneira eficiente e nem um plano de comunicação existe. Por exemplo, na fase de levantamento de requisitos se não tivermos uma boa comunicação com os stakeholders, certamente não conseguiremos absorver e anotar as suas expectativas. Por outro lado se não conseguirmos sanar as dúvidas de um membro da equipe ou até mesmo deixar claro as suas responsabilidades no projeto, ou seja, o que ele deve entregar e como entregar.

Certamente esses dois casos irão ajudar muito para o fracasso do projeto. Isso é fato!

Existem algumas dicas e técnicas que podem nos ajudar:

Para Stakeholders:

  • Na fase de levantamento de requisitos, crie uma planilha RTM – Requirements Traceability Matrix, onde você irá listar as expectativas do seu stakeholder e a sua influência no projeto;
  • Ouça e escute o que ele tem a dizer, não influencie o mesmo para seus objetivos;
  • Esclareça as suas dúvidas em relação às necessidades do mesmo;
  • Após identificar o interesse do stakeholder temos que procurar trazê-lo para o projeto para ajudar, ou ao menos, para não atrapalhar o projeto;
  • Se você é o líder do projeto, após identificar todas as expectativas do stakeholder converse com o Gerente de Projetos da organização para debater tais itens, esclarecendo todas as dúvidas que surgirem;

Para Equipe:
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+ Até onde devo decompor minha WBS? Por Washington Souza 15 August 2010 as 9:54 pm Nenhum comentário

Como é de conhecimento comum, um dos elementos chave para o sucesso de um projeto é a elaboração de um bom WBS (work breakdown structure ou em portugues, EAP). Com um bom WBS podemos controlar de forma mais efetivas os itens da tripla restrição (tempo, escopo e custo), mas ai vem aquela velha pergunta, até onde devemos decompor a WBS?

Devemos decompor a WBS em pacotes de trabalho até um nível que seja fácil de se gerenciar, mas… até que nível? Existem várias técnicas, várias regras, alguns gerentes recomendam pacotes de uma semana, 40 horas, 80 horas, 8 horas e outros. Enfim, não há uma regra definida, isso vai depender muito do tamanho, criticidade ou tipo do projeto, enfim… como será se controle.

Eu particularmente gosto de usar pacotes pequenos na maioria das vezes, especialmente em projetos mais críticos.

Cada pacote de trabalho deve ter:

  • Esforço
  • Prazo
  • Responsável
  • Custo
  • Métrica que indique qualidade

Essa é uma boa forma de limitar sua WBS. Uma outra dica é sempre que tiver um pacote de trabalho faça as seguintes perguntas:

  • Tem um responsável?
  • O esforço foi estimado (ou da pra estimar)?
  • Tem custo (ou da pra estimá-lo)?

Se todas essas perguntas tiverem resposta você pode continuar a decompor, caso contrário você pode parar e retornar ao nível superior.

Além disso você deve verificar a periodicidade com que o controle do projeto será realizado pois se você vai controlar suas baselines de custo, tempo e escopo mensalmente, qual o sentido de decompor os pacotes até o nível de horas? Por isso você deve ter em mente que a WBS não tem tamanho pré-fixado, mas dependerá do porte do seu projeto.

A ultima dica é que o custo para se gerenciar um pacote óbviamente não deve ser maior que o mesmo (nem metade ou 20% – sugiro no máximo 10%), afinal, o WBS deve nos ajudar no gerenciamento e não criar mais burocracia.

+ A ética e o gerenciamento de projetos Por Washington Souza 12 August 2010 as 11:25 pm 1 comentário


Muita gente acredita que “Código de Ética e de Conduta Profissional” seja uma das disciplinas do PMBOK. Estão enganados, pois não é! As nove disciplinas contidas no PMBOK são: gerenciamento do escopo, de riscos, de custos, da comunicação, dos recursos humanos, do tempo, da qualidade, de aquisições e gerenciamento da integração.

Em um primeiro momento, o fato do tema “Código de Ética e de Conduta Profissional” estar fora do PMBOK poderia causar entranheza ou algum tipo de desconforto aos leitores mal avisados, pois permite uma equivocada e precipitada conclusão de que o PMI estaria atribuindo baixa prioridade para assunto tão importante.Indiscutivelmente, a ética permeia todas as atividades de um gerente de projetos, para qualquer tipo de projeto, em qualquer uma das nove disciplinas mencionadas.

Na realidade, a ética está presente (ou deveria estar) no dia a dia de todas as pessoas, no exercício de nossas atividades profissionais ou pessoais, na escola, no trabalho, no clube, no trânsito, nos negócios, no cinema, na rua, enfim, a ética deveria ser o oxigênio levado a cada célula do organismo humano, dando-lhe vitalidade, saúde moral e direcionando as ações de empresários, políticos e cidadãos.

Retomando o tema de gerenciamento de projetos, em todas as nove áreas do conhecimento (disciplinas), a ética está presente. Por exemplo, no gerenciamento da comunicação, cabe ao gerente do projeto: elaborar/acompanhar o Plano de Comunicação do Projeto e distribuir a informação para os interessados no projeto. No entanto, é inerente à sua atuação nesta disciplina que ele seja ético, dizendo a verdade e sem postura de “omissão por conveniência” diante de situação desfavorável do projeto ou de seus resultados. De forma análoga, é responsabilidade do gerente de projeto no gerenciamento do escopo realizar a gestão dos requisitos do projeto, garantindo a entrega com qualidade nos prazos pactuados. Entretanto, do ponto de vista ético, o gerente deve deixar explícito, claro e documentado “o que o projeto faz e o que o projeto não faz”, evitando situações intencionalmente dúbias ou omissas. Há impasses em que muitos profissionais visando postergar a situação-problema alegam que “depois o cavalo fala…”.

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+ O que é timeline e como usa-lo? Por Washington Souza 18 July 2010 as 8:26 pm Nenhum comentário

O timeline (linha do tempo) é uma demonstração gráfica dos acontecimentos. É uma ferramenta muito boa para demonstrar os grandes marcos de um projeto ou acontecimentos. É muito usada pela astronomia, biologia, geologia e principalmente história, normalmente nestas áreas, o timeline é utilizado para demonstrar acontecimentos passados, mas ele também pode ser utilizado para demonstrar eventos futuros.

No gerenciamento de projetos, o timeline pode ser utilizado para demonstrar a equipe os principais marcos do projeto. Por ser uma ferramenta gráfica onde as pessoas conseguem facilmente entender seu funcionamento e ele é mais fácil de compreender do que o bom e velho cronograma.

Vamos mostrar como utlizar um timeline e responder duas perguntas, a primeira é “o que é um timeline?” e a segunda é “Como implementar o CMMI 2?”

Em um timeline sempre colocamos os marcos (milestones) em uma ordem cronológica e estes marcos deve ter nomes de fácil compreensão. Você até pode explicar um elemento em um timeline, mas ai seria um outro tipo (diferente deste que vou mostrar).

Nosso exemplo trata de uma implementação CMMI 2 e tipicamente, este tipo de implementação leva 12 meses e contém estes marcos:

  • Gap Analisys
  • Planejamento
  • Capacitação
  • Processos & áreas
  • Templates & Guias
  • Revisão e ajustes
  • Data de corte
  • Novo processo
  • SCAMPI B
  • Ajustes
  • SCAMPI A

Então, o seu timeline seria assim:

timeline para implementação do cmmi 2

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+ Palestra do PMI – OPM3 em Campinas Por Washington Souza 15 July 2010 as 9:52 pm Nenhum comentário

O PMI Chapter São Paulo tem o prazer de apresentar a comunidade de gerenciamento de projetos, o trabalho realizado de aplicação de uma verificação de maturidade organizacional utilizando o OPM3.

Partindo do princípio que há maturidade em gerenciamento de projetos como parte da estratégia da empresa e por outro lado há também a maturidade em gerenciamento de projetos garantindo a estratégia da empresa, foi possível obter uma visão geral sobre Maturidade em Gerenciamento de Projetos com foco no OPM3 e como aplicar, passo a passo, o OPM3 nas empresas.

O evento mostrará como foi realizado esse trabalho desde a viabilização financeira da aquisição da ferramenta, passando pela criação da equipe de projetos formada pelos voluntários do PMI SP, até a aplicação nas diretorias do PMI SP e a conclusão do trabalho.

A palestra será realizada dia 17.jul no SENAC Campinas da rua Sacramento e há um custo de R$ 30,00 para associados e R$ 50,00 para não associados ao PMI.

Para se inscrever acesse www.pmisp.org.br, clique no link “Educação” em seguida “Eventos” ou ligue para 11.5041.4144.

Pessoal da região de Campinas, corra pois o evento já é este sábado.

+ Gerenciamento de projetos divertido com os Pinguins de Madagascar Por Washington Souza 29 June 2010 as 7:02 pm Nenhum comentário

Um excelente (e muito divertido) vídeo que mostra como os Pinguins de Madagascar gerenciam projetos. Eles passam por todas as etapas do projeto, do kick off até o encerramento.

Ah… eles usam PMP

[Dica do leitor Marcio Oliveira]

+ Os 3 principais inimigos no gerenciamento de tempo e produtividade pessoal Por Washington Souza 13 June 2010 as 4:31 pm Nenhum comentário

Tempos atrás falamos sobre 10 dicas para administração de tempo. Hoje vamos falar dos três principais inimigos no gerenciamento de tempo e produtividade pessoal.

Apesar do assunto estar mais relacionado à administração do que ao gerenciamento de projetos ou CMMI, fazendo um gerenciamento de tempo apropriado você e sua equipe serão muito mais produtivos. Os inimigos, ou armadilhar que vou comentar provavelmente já são de conhecimento de todos, mas vamos reforça seu entendimento.

Primeiro inimigo: Abraçar o Mundo

Uma coisa é certa, por melhor e mais bem intencionado que você seja, você não conseguirá fazer além de sua capacidade. Todos tem um limite e pegar mais coisas do que se da conta é a receita certa para o fracasso. Se você tem uma equipe de 10 pessoas e ela já esta no limite, não adianta pegar mais um projeto para agradar a diretoria, você conseguirá o efeito inverso pois se não aumentar a capacidade de sua equipe, o projeto certamente naufragará, e o responsável será você.

Um dos motivos para a necessidade de aumento da produtividade é quando se coloca tarefas que excedam sua capacidade, mas há um limite – como aquela história de 9 mulheres para fazer um filho em um mês.
Nesta hora, o mais importante é saber dizer não ao invés de aceitar tarefas que não agregam valor aos objetivos da empresa ou atrapalham o desempenho de outras mais importantes ou urgentes.

Vale lembrar que quando se tenta ir além de sua capacidade, consegue-se êxito no começo, todavia, logo inicia-se o período de insucesso (mais atividades do que se da conta) e isto resulta em cansaço, irritação e frustração.

Segundo inimigo: Não delegar atividades

Delegar é transferir a execução de alguma tarefa para outra pessoa. Mas, vale lembrar que a responsabilidade ainda é sua.
Saber delegar é uma habilidade importantíssima que os grandes líderes fazem com maestria. A comunicação é essencial, e alguns pontos de atenção são:
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+ Os 10 mandamentos do gerenciamento de projetos Por Washington Souza 11 June 2010 as 10:49 pm Nenhum comentário

I – Estreitarás teus escopos.
Nada é pior do que um projeto interminável. Ele pode sugar todos os recursos e esgotar até mesmo a equipe mais motivada. Para manter os projetos firmes e orientados, concentre seus maiores esforços em projetos menores, que tenham entregas (“deliverables“) alcançáveis e que possam cumprir seus prazos. A longo prazo, uma série de vitórias pequenas tem mais impacto sobre a organização do que uma gigantesca orquestra sinfônica que nunca chega a tocar.

II – Não tolerarás equipes inchadas.
Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.

III – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas.
Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.

IV – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento.
O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.

V – Não consumirás tua equipe.
O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.

VI – Buscarás apoio externo quando necessário.
Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.

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+ Gerenciamento de Projetos é Gerenciamento de Problemas Por Washington Souza 09 June 2010 as 9:22 pm 1 comentário

Na melhor das hipóteses, o Gerenciamento de Projeots é uma tarefa desafiadora e complexa. Entretanto, vejo frequentemente gerentes de projetos tornarem esta atividade ainda mais difícil por terem expectativas erradas do que deve ser a função.

De uma forma rápida e direta, gerenciamento de projetos É gerenciamento de problemas. Se não fosse esse o caso, não haveria a necessidade de gerentes de projetos. Pelo contrário, um pedido de trabalho seria feito sem qualquer problema (pessoas, ferramentas, cronograma, requisitos, etc). Bastaria simplesmente alinhar o que deve ser feito e esperar a conclusão. As coisas aconteceriam sem qualquer problema.

“Eu estou aqui para ajudar vocês, para tirar os problemas para que vocês possam trabalhar”
- Marcio Oliveira

Na verdade, nosso papel existe porque este mundo hipotético não existe. Recursos são super alocados, tecnologias não funcionam como escrito nas revistas, habilidades necessitam de updates, requisitos não estão claros, os prazos são apertados, enfim, o mundo de Alice não existe.

Frequentemente trabalho com GPs que comentarem estes tipos de transtornos, aborrecimentos, ou “problemas”. Normalmente estas ações externas são tratadas como “azar” que o gerente teve naquele projeto. No entanto, isto nada mais é do que o trabalho normal do GP. Uma coisa é fato “haverá problemas no projeto” e o gerente do projeto esta lá para resolve-los para que a equipe possa continuar.

Nem é preciso dizer que estes GPs, que pensam nos problemas como aborrecimentos ou “azar” passam boa parte de seu tempo tensos, irritados e até mesmo frustados. Para evitar isso o gerente de projetos deve planejar melhor, pensar com mais clareza, ter mais visão estratégica, obter mais apoio do sponsor e da equipe do projeto, e, fazer uma análise de riscos minuciosa.

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+ Top 15 artigos mais acessados em maio-10 Por Washington Souza 02 June 2010 as 9:49 pm Nenhum comentário

  1. Lista de empresas CMMI no brasil
    A lista mais completa  e atualizada de avaliações CMMI das empresas brasileiras
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  2. Lista de empresas MPS.BR no Brasil
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  3. 49 provérbios do gerenciamento de projetos
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  4. O que é CMMI?
    Uma visão geral do que é o CMMI para iniciantes. Veja também a versão melhorada O que é CMMI II
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  5. Tutorial mini projeto utilizando Análise de pontos por função
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  6. 101 dicas para implementação do CMMI nível 2
    São 101 dicas que vão te ajudar na implementação do CMMI nível 2 e MPS.Br F e G. Veja também a Segunda Parte
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  7. Top 10 dicas para administração de tempo
    Dez excelente dicas para administrar e otimizar o tempo
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  8. Plano de gerenciamento de projeto
    Muito se fala do plano de projeto, este plano é bem difundido pelo PMI, CMMI e MPS.Br. Mas… existe também o plano de gerenciamento do projeto, que é um documento que ajudará o gerente a tomar decisões mais rapidamente. Vale a pena a leitura.
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  9. Como anda o CMMI no mundo?
    Uma visão gerão sobre a adoção do modelo CMMI no mundo com informações como “quantas empresas foram avaliadas no CMMI”, “Quantas avaliações tem um país (e quais)”, “Quantas empresas CMMI 5 existem no mundo” e muito mais.
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  10. Uma visão geral sobre qualidade de software
    Um artigo muito bom sobre qualidade de software e como ela pode ajudar a sua empresa
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  11. OBA! Quero ser gerente de projetos!
    Um relato sobre o que leva as pessoas a desejarem tanto ser “gerente de projetos”
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  12. Como avaliar se meus fornecedores seguem CMMI/MPS.Br?
    Uma excelente lista de 10 dicas de como avaliar se o seu fornecedor segue ou não CMMI ou MPS.Br
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  13. 20 pontos para qualidade e melhoria de processos
    20 excelentes dicas sobre qualidade e melhoria de processos de software com CMMI e MPS.Br
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  14. Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP e FDD)
    Artigo interessante com um mapa que mostra a aderência do Agile com CMMI, e, apesar de muitos acharem que ambos são opostos, eles não são.
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  15. Gerente de projetos. Uma carreira acidental?
    Outro relato sobre o que é a carreira de gerentes de projeto e o que é necessário para se tornar um gerente de projetos ou se especializar nesta carreira

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