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Quando e onde começamos a usar DAR? 25 July 2010 as 11:18 pm de Washington Souza

Pergunta: Nós não temos nenhum processo definido para DAR. Queremos atingir o CMMI 3, mas para isso temos que começar do zero. O que fazemos para dar certo? Podemos ter uma política e um processo orientando no uso de DAR e integrar este processo ao desenvolvimento do produto? Que ferramentas podemos usar para facilitar o uso de DAR?

Resposta: DAR, ou mais especificamente a área de processo Análise de Decisão e Resolução, é uma área de processo do CMMI 3 e seu objetivo é nos ajudar a tomar decisões complexas durante períodos de estresse ou caos. É um processo estruturado, que utiliza orientações e critérios para a tomada de decisões que poderiam ser impulsionadas pela emoção, custo ou favores de fornecedores (como “presentes”, ingressos ou até mesmo dinheiro).

DAR é iniciado através das diretrizes que determinam quando usar DAR. Então, existem critérios e métodos definidos para ajuda-lo na tomada de decisões.

Como as outras áreas de processo do CMMI, é perfeitamente possível (e fácil) integra-lo em seus processos de desenvolvimento de software. Na verdade, a PA TS – Solução Técnica consegue obter benefícios de DAR logo nos primeiros estágios. Não apenas TI tem vantagens de DAR – ela pode ser utilizada em praticamente todo procesos de decisão crítico.

Você pode iniciar com simples planilhas com padrões de orientações e critérios, e a partir desta definição, pontuar e selecionar a maior. Com o tempo, mais maturidade será alcançada e seu processo evoluirá e no futuro você terá uma biblioteca de de Decisões para que você possa reutiliza-las em seus projetos.
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+ Os dez mandamentos da solução de problemas na qualidade total Por Washington Souza 11 July 2010 as 12:58 am Nenhum comentário

1. Terás consciência dos problemas
Falar que não o problema não existe não o eliminará, a primeira e principal ação para a resolução de problemas é admitir sua existência. Tipicamente há problemas em todo lugar e consequentemente há oportunidades de melhorias em todo lugar.
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2. Deverás entender as condições reais através de dados
Lembre-se sempre de tomar decisões com base em dados. Um conjunto correto de dados vale mais que 100 palpites. Esqueça também aquela velha história de que “não temos dados”, use os que você tem pois estes são seus dados e se você gostaria de tê-los de outra forma, melhore-os e posteriormente faça outra coleta.
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3. Usarás métodos de gerenciamento da qualidade meticulosamente e efetivamente
Não é a qualidade que deixa caro seu projeto, o que deixa ele caro é a falta de qualidade, e já que você sabe disso, porque não tentar aumentar a qualidade? Fazendo isto, com certeza seu custo será reduzido. Lembre-se também de usar a ferramenta certa para cada problema.
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4. Arregaçaras as mangas e trabalharás, fazendo o máximo uso de tecnologia, experiência e intuição
Há um velho ditado que diz: “Quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho”, então, o trabalho duro e uso de técnicas avançadas são indispensáveis (e não matam ninguém). Não tenha medo de usar técnicas novas, muitas vezes, serão estas que terão mais efeito. Conheça (e compreenda) as 7 ferramentas da qualidade.
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5. Seguirás cuidadosamente passo a passo a metodologia de solução de problemas
Um atalho muitas vezes pode destruir o efeito (afinal, porque você acha que existe o passo a passo?). Estes somente devem ser utilizados com sabedoria e quando do conhecimento correto dos métodos. Não arrisque pular algo se você não conhece ou não o compreende.
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6. Analisarás completamente as causas, e não demorarás a agir
Ação! Uma vez conhecidas as causas, estas devem ser tratadas o quando antes. Utilize técnicas de análise de causa e efeito (CAR) e identifique as causas reais do problema (e não as que as pessoas acham que são as causas). Se você direcionar ações a uma causa incorreta, seu problema persistirá.
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+ 101 dicas para implementação do CMMI nível 3 – Parte I Por Washington Souza 13 May 2009 as 2:52 am 2 comentários

DAR – Análise de decisão e resolução

101 dicas para o CMMI nivel 31. Crie um guia para orientar as tomadas de decisões formais
2. Crie critérios que definam quando um processo de decisão formal deve ser realizado
3. Defina critérios para a seleção de alternativas
4. Identifique as soluções alternativas
5. Analise o que normalmente é feito em processos similares
6. Defina claramente o método que será utilizado para análise das alternativas
7. Nunca, jamais se esqueça de analisar as alternativas e documentar esta análise
8. Analise os riscos associados a escolha ou não de uma solução
9. Documente todo o processo de decisão formal
10. Mantenha os dados em gestão de conhecimento para consulta posterior

IPM – Gerenciamento integrado de projeto

11. Tenha uma base de processos
12. Mantenha uma base de melhores documentos, lições aprendidas, modelos, templates e outros
13. Mantenha um plano integrado de trabalho que contemple as atividades de outros grupos bem como previsão de alocação
14. Crie planos que definam como conflitos serão tratados
15. Defina critérios de entrada e saída para as atividades
16. Utilize os planos integrados para o gerenciamento do projeto (um plano de gerenciamento de projeto pode lhe ajudar bastante)
17. Periodicamente atualize a base de conhecimento da organização
18. Mantenha um canal para entrada de sugestões
19. Periodicamente avalie as sugestões e forneça feedback de como estão as sugestões
20. Defina o envolvimento dos stakeholders e comunique-os de suas responsabilidades
21. Identifique e gerencie as dependências e compromissos do projeto
22. Documente ações preventivas e/ou corretivas quando necessário

OPD – Definição do processo organizacional

23. Crie padrões para definição de processos
24. Documente os processos
25. Elabore uma matriz contendo os processos, produtos, atividades e responsabilidades
26. Documente o relacionamento entre os processos e produtos
27. Defina SDLC’s para os principais produtos e serviços
28. Defina critérios para tailoring dos processos quando necessário
29. Documente os processos tailoring dos projetos (quando necessário)
30. Mantenha uma base de medições
31. Periodicamente verifique se há necessidades de ajustes nos processos
32. Estabeleça padrões de infra-estrutura e ativos de processo de acordo com o papel
33. Realize revisão entre pares sempre que houver alterações nos processos
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