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Quando e onde começamos a usar DAR? 25 July 2010 as 11:18 pm de Washington Souza

Pergunta: Nós não temos nenhum processo definido para DAR. Queremos atingir o CMMI 3, mas para isso temos que começar do zero. O que fazemos para dar certo? Podemos ter uma política e um processo orientando no uso de DAR e integrar este processo ao desenvolvimento do produto? Que ferramentas podemos usar para facilitar o uso de DAR?

Resposta: DAR, ou mais especificamente a área de processo Análise de Decisão e Resolução, é uma área de processo do CMMI 3 e seu objetivo é nos ajudar a tomar decisões complexas durante períodos de estresse ou caos. É um processo estruturado, que utiliza orientações e critérios para a tomada de decisões que poderiam ser impulsionadas pela emoção, custo ou favores de fornecedores (como “presentes”, ingressos ou até mesmo dinheiro).

DAR é iniciado através das diretrizes que determinam quando usar DAR. Então, existem critérios e métodos definidos para ajuda-lo na tomada de decisões.

Como as outras áreas de processo do CMMI, é perfeitamente possível (e fácil) integra-lo em seus processos de desenvolvimento de software. Na verdade, a PA TS – Solução Técnica consegue obter benefícios de DAR logo nos primeiros estágios. Não apenas TI tem vantagens de DAR – ela pode ser utilizada em praticamente todo procesos de decisão crítico.

Você pode iniciar com simples planilhas com padrões de orientações e critérios, e a partir desta definição, pontuar e selecionar a maior. Com o tempo, mais maturidade será alcançada e seu processo evoluirá e no futuro você terá uma biblioteca de de Decisões para que você possa reutiliza-las em seus projetos.
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+ Lista de empresas CMMI no brasil Por Washington Souza 07 June 2010 as 6:42 pm 59 comentários

Atualizado em 07-jul-10 (8 avaliações adicionadas)

Devido a grande dificuldade em se encontrar quais empresas no Brasil passaram por avaliações CMMI o Blog CMMI mantém uma lista com estas avaliações.

Ajude-nos a manter esta lista atualizada, informe-nos de uma nova empresa CMMI que confirmaremos e atualizaremos a lista.

O Gráfico abaixo mostra a quantidade de avaliações ao longo dos anos. Nota-se que somente no ano passado conseguimos chegar à quantidade de avaliações que tivemos em 2005, más há explicações para isso pois o CMMI DEV 1.2 entrou em vigor em 2006.

Veja também a lista de empresas MPS.Br

Lista de avaliações CMMI no Brasil

  • 7COMm SP 2005
  • Alstom Transportes SP 2002
  • AMS Tecnologia SP 2004
  • Atech Tecnologias Críticas SP 2003
  • Atos Origin SP 2004
  • ATT/PS Informática MG 2009
  • Avansys Tecnologia BA 2009
  • Brasília DF 2003
  • BRQ SP 2004
  • BSI Tecnologia PR 2004
  • C.E.S.A.R PE 2003
  • Cetil Sistemas de Informática SC 2009
  • Citibank SP 2003
  • Claro SP 2010
  • Complex SP 2009
  • CPM SC 2005
  • CPM SP 2005
  • CPqD SP 2003
  • Credicard SP 1998
  • CTIS DF 2005
  • CTIS PR 2007
  • DB1 Informática PR 2010
  • DBServer RS 2009
  • DBC Company RS 2010
  • Dell RS 2003
  • Disoft SP 2003
  • DRM SP 2005
  • DTS Latin America SP 2003
  • e-Dablio RJ 2003
  • Embraer SP 2006
  • FITec PE 2005
  • Fortaleza CE 2003
  • Foursys Projetos e Sistemas SP 2010
  • Gad’Brivia RS 2010
  • G&P – Gennari & Peartree SP 2003
  • General Motors SP 2005
  • Getronics SP 2005
  • GSW SP 2008
  • HP SP 2005
  • ilegra RS 2009
  • Inatel MG 2003
  • Infoserver SP 2004
  • Inovare Tecnologia PR 2010
  • Instituto Atlântico CE 2003
  • Interact Solutions RS 2009
  • Itaú SP 2005
  • Itautec SP 2008
  • IVIA CE 2008
  • Johnson & Johnson SP 2008
  • Kostal Eletromecânica SP 2008
  • LG Sistemas GO 2008
  • LinkNet DF 2010
  • Logocenter SC 2005
  • Kenta Informática RS 2010
  • M.I. Montreal Informática RJ 2004
  • Matera Systems SP 2005
  • MATERA Systems Informática SP 2009
  • Message RJ 2008
  • META IT RS 2007
  • Microsiga Software SP 2005
  • MJV Tecnologia RJ 2009
  • MSA Informática MG 2005
  • Nec do Brasil SP 2003
  • Prime Informática SP 2005
  • Procwork SP 2005
  • Recife PE 2002
  • Red & White IT Solutions GO 2009
  • Relacional - 2006
  • Relacional Consultoria RJ 2005
  • Santander Banespa SP 2005
  • SERPRO Salvador BA 2003
  • Sigma Dataserv Informatica PR 2010
  • Sistran SP 2009
  • Spress Informática S/A MG 2005
  • Stefanini SP 2002
  • Suntech SC 2009
  • T-Systems SP 2005
  • Teclógica Serviços em Informática SC 2009
  • Tele Design SP 2002
  • Telefonica Pesquisa e Desenvolvimento SP 2007
  • Telefônica Pesquisa e Desenvolvimento SP 2008
  • TSE DF 2005
  • Unitech BA 2005
  • Vixteam ES 2006
  • Vorlans - 2007
  • ZCR Informática BA 2006
  • ZCR Informática BA 2009

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+ Plano de gerenciamento de projeto Por Washington Souza 01 April 2009 as 11:35 pm 1 comentário

Constantemente quando falamos sobre o Plano de Gerenciamento de Projetos (PGP) as pessoas indagam com: “Mas não é a mesma coisa que o plano de projeto”. Bom… a resposta é não. Vamos analisar o PGP em um cenário prático.

O plano de gerenciamento do projeto ajuda a ter ações pró-ativasO PGP tem por principal objetivo definir as ações que serão tomadas de acordo com o desempenho de diversos fatores do projeto, como:

Você esta fazendo um projeto onde o prazo é o ponto crítico. Este projeto é dividido em 3 fases com 10 dias cada e você enfrenta os seguintes problemas em cada fase:
Fase 1: Projeto atrasado em 3 dias, pois metade da equipe é formada de estagiários.
Fase 2: Projeto atrasado em 3 dias por indisponibilidade do cliente em validar os produtos.
Fase 3: Projeto atrasado em 3 dias por que o ambiente de validação não esta pronto.

Na maioria das empresas isto é encarado como causas normais de um projeto e acaba-se assumindo estes custos.

Com um PGP você deve prever os tipos de problemas e definir quais ações você tomará quando gatilhos forem acionados (Gerenciamento preventivo – CMMI3), imaginando que você montou o PGP deste projeto teríamos o seguinte cenário.

Fase 1: Seu projeto esta atrasado em 3 dias (você esta no 6º), mas isto não é problema, pois seu PGP diz que se isto acontecer você deve substituir os estagiários por planos e seu projeto terminará no prazo.
Fase 2: Falta um dia para acabar a fase e seu cliente nem começou a validar você pega o PGP e nele esta definido que se isto acontecer quem validará é o Sponsor ou haverá repasse de custos (e seu cliente já aprovou isto).
Fase 3: Você esta no 7º dia e o cliente informa que precisará de mais 3 dias para deixar o ambiente pronto. O seu PGP diz que se houver indisponibilidade do ambiente a validação será realizada com no seu ambiente de desenvolvimento (o cliente aprovou).

Enfim, note que antes do inicio do projeto houve uma análise minuciosa de possíveis problemas e ações que deveriam ser tomadas. Para apoio você também buscou as aprovações formais de cada uma destas ações. Ou seja, você foi pró-ativo (CMMI 3).

Os casos apresentados aqui são muito simples visto que seu objetivo é apenas de apresentar os benefícios do PGP, em um projeto real, seu PGP deve ser bem estruturado e você deve ter ações para os problemas mais comuns ou mais prováveis.

O PGP é um instrumento que ajuda muito no gerenciamento de projetos, considere sua implementação se você esta buscando o nível 3 de maturidade do CMMI.

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