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Top 10 artigos de agosto-2010 02 September 2010 as 6:59 am de Washington Souza

  1. Lista de empresas CMMI no brasil
    A lista mais completa  e atualizada de avaliações CMMI das empresas brasileiras
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  2. O que é CMMI?
    Uma visão geral do que é o CMMI para iniciantes. Veja também a versão melhorada – O que é CMMI II
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  3. Tutorial mini projeto utilizando Análise de pontos por função
    Tutorial dividido em 3 partes, veja a Parte 1Parte 2Parte 3
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  4. Chaos Report: Como esta a TI no mundo
    Resumo do famoso relatório que mostra os principais desafios da TI no mundo e sucesso nos projetos.
  5. 20 coisas que todo gerente de projetos deveria saber… e fazer
    Lista de 20 excelentes dicas que são úteis e primordiais no dia-a-dia de todo gerente de projetos
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  6. As sete ferramentas da qualidade
    Conheça as sete ferramentas da qualidade e veja como usa-las em TI
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  7. 16 atitudes que irão aumentar sua produtividade
    Lista 16 dicas muito boas para melhorar sua produtividade no dia-a-dia
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  8. Uma visão geral sobre qualidade de software
    Excelente artigo onde falamos da qualidade de software em geral
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  9. A ética e o gerenciamento de projetos
    Como anda a ética no gerenciamento de projetos? O que é ético, o que é esperado pelas pessoas? Veja estas respostas neste artigo
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  10. Afinal de contas, o que é rastreabilidade?
    Visão prática do que é rastreabilidade de requisitos, o que os modelos esperam e algumas dicas.
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+ Praticamos Agile, somos qual nível CMMI? Por Washington Souza 30 August 2010 as 10:52 pm Nenhum comentário

Pergunta: Boa noite, gosto muito do seu blog, ele tem me ajudado muito.
Na empresa onde trabalho praticamos Agile em quase todos os projetos. A equipe é bem empenhada e a maioria dos nossos projetos vai bem. De uns tempos pra cá começamos a pensar em “certificar” ou no CMMI ou no MPS.Br e o que ajudou muito foi que a diretoria solicitou um estudo neste sentido.

Achamos alguns artigos falando do uso do Agile com CMMI, e alguns destes dizem que o Agile cola bem no CMMI chegando bem até o nível 3. Vi no seu site também um gráfico que mostra isso.

Agora vem as nossas perguntas:

  1. Seguimos o Agile muito bem, como o Agile é bem aderente ao CMMI, podemos tomar como verdade que teremos poucos ajustes para conseguir o CMMI nível 3.
  2. Da para ir direto para uma avaliação nível 3?
  3. Temos pouco ou muito trabalho pela frente?
  4. Quais os próximos passos que devemos seguir?

Pergunta de Mariana Catalone – São Paulo

Resposta: Olá Mariana, tive que resumir um pouco sua pergunta, mas a essência esta ai.
No passado havia muita muita discussão em torno de Agile com CMMI. Os agilistas de plantão viam o CMMI como oposto de sua cultura, porém, isso vem mudando e hoje em dia há muitas empresas que adaptam seus “métodos” Agile ao modelo CMMI. O ponto de mudança foi o artigo CMMI or Agile: Why not embrace both! publicado pelo SEI em 2008.

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+ Porque REQM é CMM 2 e RD é CMMI 3? Por Washington Souza 29 August 2010 as 8:04 pm Nenhum comentário

Pergunta: Porque o Gerenciamento de requisitos (REQM) é do CMMI nível 2 e o Desenvolvimento de requisitos é do CMMI nível 3? Nos desenvolvemos os requisitos primeiro para só depois gerencia-los.

Resposta: Esta pergunta é mais comum do que parece, vez ou outra recebo perguntas similares.

Para responde-la temos que compreender o sentido de cada nível. O CMMI nível 2 trata de estabilizar o projeto, implementar gerenciamento e ganhar controle sobre o mesmo e suas estimativas. Em um programa de melhoria de processos de software, a primeira coisa que deve ser implementada é gestão. Assim que uma organização alcança este objetivo ela pode iniciar as análises de como melhorar as áreas de engenharia de software.

Vamos ver as áreas de processo do CMMI nível 2:

  • Gerência de configuração
  • Medição e Análise
  • Planejamento
  • Monitoramento e controle
  • Gerenciamento de requisitos
  • Gerenciamento de acordos com fornecedores

Note que todas elas tratam do mesmo assunto – Gestão.

Então… a resposta é: Porque estas duas áreas de processo tem focos distintos. Você deve saber o que deve ser feito, quando, qual o esforço, qual o custo para depois evoluir o “como será feito”.

Em tempo: tenha em mente que o CMMI é uma coleção das melhores práticas de gestão e engenharia de software. E ele vem evoluindo desde que foi criado. Ele não é um roadmap para “como fazer engenharia de software” e … o mais comum e conhecido… ele te fala O QUE você deve fazer… o COMO fica por sua conta.

+ Glossário de termos comuns em TI Por Washington Souza 24 August 2010 as 12:40 am 1 comentário

Olá pessoal, em TI a cada dia cria-se um novo termo e sempre fica a dúvida “O que é isso?”. Bom, como situações como esta são muito comuns, resolvemos compilar uma lista dos termos mais comuns.

Glossário de termos comuns em TI

Ação Corretiva
Ação realizada para eliminar um problema, não conformidade ou situação indesejada a fim de evitar sua repetição.

Ação Preventiva
Ação realizada evitar a ocorrência de um possível problema, não-conformidade ou defeito.

Agile
Modelo de desenvolvimento de software focado nas pessoas. Não há processos definidos, guias ou instituto certificador. A motivação e o cliente são aspectos primordiais nos métodos ágeis, todavia, praticar Agile é mais uma questão de cultura do que guias e processos.

Análise Crítica de Projeto
Análise completa e sistemática de um projeto a fim de avaliar sua capacidade de atender os requisitos para a qualidade, identificar problemas, se houver, e propor o desenvolvimento de soluções.

Análise de Pontos por Função
Técnica de estimativa de sistemas, também conhecida como FPA – Function Point Analysis, baseada na identificação das funções executadas pelos programas, ao invés de utilizar como base o volume ou a complexidade do código dos programas.
A técnica está baseada na visão externa do usuário, sendo portanto, independente da linguagem utilizada, permitindo calcular o esforço de programação e auxiliando o usuário final a melhorar o exame e avaliação de projetos.

Análise de Requisitos
Conjunto de atividades que permite identificar as necessidades do usuário de modo a obter uma definição clara das características (requisitos) de um sistema. Essas características descrevem o sistema em termos de funcionalidades, desempenho esperado, restrições de projeto, níveis de qualidade esperados, interface com outros elementos do sistema.

Auditoria
Verificação sistemática e independente, para determinar se as atividades da qualidade e seus resultados estão de acordo com o planejado, se foram implementadas com eficácia e se são adequadas.

Certificação
Modo pelo qual uma organização independente dá garantia escrita de que um produto, processo ou serviço está em conformidade com os requisitos especificados.

CMMI – Capability Maturity Model Integration
Modelo para avaliação da maturidade dos processos de software de uma organização e para identificação das práticas chave que são requeridas para aumentar a maturidade desses processos.

Confiabilidade
Conjunto de atributos que evidenciam a capacidade do software de manter seu nível de desempenho sob condições estabelecidas durante um período de tempo estabelecido.
Tem como subcaracterísticas: maturidade, tolerância a falhas e recuperabilidade.

Configuração
Relação entre versões de um objeto, ou seja, configuração é uma instância do sistema composta da união de uma versão específica de cada objeto componente. Arranjo de um sistema ou de seus componentes como definidos pelo seu número, natureza e interconexão de suas partes constituintes.

Controle de Versão
Procedimento de gestão do ciclo de vida de um produto. Consiste na identificação formal de modificações solicitadas ou efetuadas e no seu agrupamento, de modo a que fiquem incorporadas, todas elas, em uma determinada configuração do produto, num certo momento. Essa configuração recebe o nome de versão.

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+ Top 10 artigos de julho-10 Por Washington Souza 05 August 2010 as 12:20 am Nenhum comentário

  1. O que é CMMI?
    Uma visão geral do que é o CMMI para iniciantes. Veja também a versão melhorada – O que é CMMI II
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  2. Lista de empresas CMMI no brasil
    A lista mais completa  e atualizada de avaliações CMMI das empresas brasileiras
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  3. 16 atitudes que irão aumentar sua produtividade
    Lista 16 dicas muito boas para melhorar sua produtividade no dia-a-dia
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  4. Aprenda SCRUM em apenas 10 minutos
    Vídeo bem legal que resume o que é o SCRUM em apenas 10 minutos
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  5. Plano de gerenciamento de projeto
    Muito se fala do plano de projeto, este plano é bem difundido pelo PMI, CMMI e MPS.Br. Mas… existe também o plano de gerenciamento do projeto, que é um documento que ajudará o gerente a tomar decisões mais rapidamente. Vale a pena a leitura.
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  6. Tutorial mini projeto utilizando Análise de pontos por função
    Tutorial dividido em 3 partes, veja a Parte 1Parte 2Parte 3
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  7. 49 provérbios do gerenciamento de projetos
    Não deixe de ler! Muito legal
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  8. 20 coisas que todo gerente de projetos deveria saber… e fazer
    Lista de 20 excelentes dicas que são úteis e primordiais no dia-a-dia de todo gerente de projetos
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  9. As sete ferramentas da qualidade
    Conheça as sete ferramentas da qualidade e veja como usa-las em TI
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  10. Como devemos extrair as necessidades dos clientes?
    Diversas dicas de como coletar os requisitos de seu cliente
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+ Agile e CMMI: Os opostos se atraem Por Washington Souza 24 July 2010 as 9:09 pm 1 comentário

Apesar da percepção de que as melhores prática do CMMI e do Agile são opostas um com o outros, recentes pesquisas apontam justamente o oposto. O fato é que as organizações podem se beneficiar de ambos os modelos e melhorar significantemente o desempenho.

No final de 2008, o SEI publicou um artigo intitulado “Agile ou CMMI: Por que não abraçar os dois?. Este relatório foi escrito pela equipe do SEI e industria. Como sabemos, CMMI e Agile usam métodos diferentes para se realizar o mesmo trabalho, e como já era de se esperar, ambos tem suas comunidades e seguidores. Mike Konrad, um membro senior da equipe do SEI, concorda e afirma que a tendência natural é formar “novos feudos” ao redor de método diferentes (e normalmente novos). No entanto, de acordo com o relatório, esta ação não é saudável para a profissão de Engenharia de Software.

“Como ambas as comunidades continuavam a aumentar, parecia ser o momento certo para abordar esta questão”. Explica Konrad. “Além dodisso, foi uma excelente oportunidade para nós do SEI dissipar alguns mitos e ajustar nosso entendimento.”

O aumento na adoção de CMMI e Agile aconteceu através de diversos fatores. Por exemplo, a adoção do CMMI normalmente vem de uma necessidade de negócios (como aumento de qualidade e produtividade), ou seja, vem de cima pra baixo, enquanto no Agile as coisas acontecem de forma mais flat. Desta forma, era inevitável o cruzamento de ambos os modelos já que a aprovação vinha aumentando.

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+ A história do SEI Por Washington Souza 21 July 2010 as 10:19 pm Nenhum comentário

O Carnegie Mellon Software Engineering Institute ou simplesmente SEI é (podemos dizer) um centro de pesquisa e desenvolvimento com sede no campus da universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh nos Estados Unidos. O SEI também tem escritórios em Arlington, Virginia, e Frankfurt na Alemanha. A maior parte dos recursos recebidos do SEI vem do departamento de defesa dos Americano.

O SEI também tem uma relação estreita com a industria e meio acadêmico através de pesquisa e colaborações.
As três principais áreas de atuação que são:

  • Práticas de gestão
  • Práticas de engenharia de software
  • Práticas de aquisição

História do SEI

Desde 1984, o SEI tem por objetivo servir como um provedor global em engenharia de software e melhoria de processos como um todo. Com o tempo o SEI se tornou a maior autoridade mundial em práticas de engenharia de software através de seu principal programa (CMMI) que permitem as organizações melhorar seus processos e com isso conseguir mais qualidade com um custo menor e com previsibilidade.

Nos últimos anos a importância do software nas organizações tem se tornado maior e mais crítica, desta forma não apenas os Sistemas de Defesa precisam de softwares mais precisos e com qualidade como também empresas de transporte, finanças, medicina, entretenimento, enfim, praticamente todas as áreas de negócio.

O SEI têm contribuído com este crescimento em várias áreas, incluindo:

  • Melhoria de processos de software
  • Segurança de rede
  • Arquitetura de software
  • Linhas de produto de software
  • Aquisições
  • Atendimento a serviços
  • Qualidade
  • Desenvolvimento pessoal
  • Previsibilidade

Áreas de trabalho

O SEI define iniciativas específicas destinadas a resolver os problemas que impedem a maturidade e capacidade das organizações para adquirir, construir e desenvolver sistemas previsivelmente no prazo, dentro do custo esperado, atendendo os requisitos e sem vulnerabilidade.

Práticas de gestão

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+ Você acha que o SEI pega pesado? Por Washington Souza 21 July 2010 as 12:01 am Nenhum comentário

Quem acha que o SEI fica de olhos fechados para escorregões….
Dê uma olhada nos resultados de auditorias recentes efetuados pelo SEI Quality Team for CMMI.

Audit Status

  • 40 Audits initiated
  • 8 HM audits initiated
  • 2 High Maturity Appraisals resulted in a rating below high maturity
  • 2 High Maturity Appraisals rejected
  • 1 Lead Appraiser Certification suspension
  • 1 Lead Appraiser HM decertification
  • 2 Lead Appraiser revocations
  • 13 Lead Appraiser warnings

Dados do primeiro semestre de 2010

Bom… acho que não restam dúvidas agora sobre quão sério as avaliações CMMI são encaradas pelo SEI.

+ Entrevista com o CMMI Lead Appraiser Antonio Braga Por Washington Souza 12 July 2010 as 12:01 am Nenhum comentário

Estamos estreando nossa sessão de entrevistas com um convidado de peso, o CMMI Lead Appraiser Antonio Braga. O Sr. Antonio Braga já realizou mais de 60 avaliações SCAMPI CMMI no Brasil e exterior e hoje é uma das maiores referencias sobre CMMI aqui no Brasil.

Nesta nova sessão você encontrará quinzenalmente entrevistas com pessoas que são referência em engenharia de software em geral. Mas… vamos a entrevista…

Entrevista com Antonio Braga

Blog CMMI: Algumas empresas acham que CMMI aumenta o custo, o que você diria a elas?
Braga: CMMI não aumenta o custo. O CMMI é composto pela melhores praticas no desenvolvimento de sistemas. O CMMI incentiva o trabalho segundo processos, sistematização, o que evita re-trabalho e define exatamente as atividades que devem ser seguidas.

Agora muito cuidado deve ser tomado pelas empresas ao definir seus processos e na criação de guias e regras de customização (tailoring) para evitar a criação de camisas-de-força, que engessem seu trabalho.

Blog CMMI: O que uma empresa precisa para iniciar com CMMI?
Braga: O apoio da alta gerencia é fundamental. Um projeto de melhoria de processos compatíveis com o CMMI deve ser iniciado somente quando a organização tem bem definido os benefícios que ira atingir com tal projeto.

A partir daí deve ser alocado um grupo (pode ser uma pessoa) ou ate alocação parcial, para ser responsável pela definição dos processos. Este deve ser primariamente um trabalho de facilitador com o pessoal que efetivamente usa os processos na prática.

Blog CMMI: Quais os pontos que as empresas mais devem ter atenção em um programa de melhoria CMMI?
Braga: Primeiro, os benefícios que a empresa vai atingir.
Não há mágica, não é um trabalho rápido, requer amadurecimento da organização e do pessoal envolvido, isso nos lembra que o primeiro M de CMMI é justamente Maturidade.
Definição de funções, alocação de pessoal e treinamento são fundamentais.

Blog CMMI: Quais os benefícios que uma empresa pode obter com o CMMI?
Braga: O SEI realizou algumas pesquisas sobre este assunto. De um modo geral as empresas que melhoram seus processos usando o CMMI como referência, encontram benefícios como:

  • Aumento de produtividade: Não se re-inventa a roda, o que deve ser feito esta definido.
  • Diminuição de custo: A partir da redução do re-trabalho e aumento de produtividade.
  • Estimativas mais corretas: Isso gera propostas mais adequadas o que pode representar mais negócios. Estimativas mais corretas evitam projetos deficientes.
  • Qualidade: A padronização dos processos e uso das melhores práticas te leva a gerar produtos de melhor qualidade.
  • Aumento da Satisfação do cliente: Há um aumento de satisfação por parte do cliente através da entrega de produtos de melhor qualidade e nos prazos acordados.

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+ Top 10 artigos mais acessados em junho.2010 Por Washington Souza 06 July 2010 as 12:01 am Nenhum comentário

  1. Lista de empresas CMMI no brasil
    A lista mais completa  e atualizada de avaliações CMMI das empresas brasileiras
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  2. O que é CMMI?
    Uma visão geral do que é o CMMI para iniciantes. Veja também a versão melhorada – O que é CMMI II
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  3. Lista de empresas MPS.BR no Brasil
    Lista super completa de todas as empresas MPS.Br do Brasil
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  4. 20 coisas que todo gerente de projetos deveria saber… e fazer
    Lista de 20 excelentes dicas que são úteis e primordiais no dia-a-dia de todo gerente de projetos
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  5. Plano de gerenciamento de projeto
    Muito se fala do plano de projeto, este plano é bem difundido pelo PMI, CMMI e MPS.Br. Mas… existe também o plano de gerenciamento do projeto, que é um documento que ajudará o gerente a tomar decisões mais rapidamente. Vale a pena a leitura.
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  6. 49 provérbios do gerenciamento de projetos
    Não deixe de ler! Muito legal
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  7. Top 10 dicas para administração de tempo
    Dez excelente dicas para administrar e otimizar o tempo
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  8. Tutorial mini projeto utilizando Análise de pontos por função
    Tutorial dividido em 3 partes, veja a Parte 1, Parte 2 e Parte 3
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  9. 101 dicas para implementação do CMMI nível 2
    São 101 dicas que vão te ajudar na implementação do CMMI nível 2 e MPS.Br F e G. Veja também a Segunda Parte
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  10. Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP e FDD)
    Artigo interessante com um mapa que mostra a aderência do Agile com CMMI, e, apesar de muitos acharem que ambos são opostos, eles não são.
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+ É possível sair do zero e ir para uma avaliação CMMI 5? Por Washington Souza 02 July 2010 as 7:58 pm Nenhum comentário


Tecnicamente é possível ser avaliado diretamente no nível 5 de maturidade do CMMI ou MPS.Br A. Não há nada em ambos os modelos que impeça isso. Isso tudo significa (no caso do nível máximo de maturidade) que a avaliação encontrou evidências de que a organização “executou” todas as 22 áreas de processos, atendendo inclusive a “Generic Goal 3” de cada área de processo. O fato é, se a organização conseguiu êxito em seu SCAMPI A CMMI 5, e este foi seu primeiro SCAMPI, ela provavelmente já “fazia a lição de casa”a um bom tempo.

No entanto, é pouco provável (para não dizer impossível) que uma organização que nunca tenha passado por um SCAMPI consiga em sua primeira experiência atender todas as 22 áreas de processo, incluindo Alta Maturidade. Particularmente, não conheço nenhum caso. O mais provável é que certas áreas da organização realizem avaliações para seu progresso. Estas avaliações intermediárias podem ser utilizadas para classificar (rating) a organização. Uma avaliação, não precisa necessáriamente gerar um “rating”, e é muito comum que a organização passe por diversas avaliações (internas ou sem gerar rating) até se sentir confortável para ir para uma avaliação oficial.

Naturalmente há outra realidade a considerar: O SEI analisa cuidadosamente todas avaliações de alta maturidade, e… uma organização assim, é no mínimo interessante.

Se uma organização nunca teve uma avaliação CMMI (SCAMPI) antes de sua apreciação para CMMI 5, ela será vista com muito mais “afinco” e tanto o avaliador quanto a organização podem esperar uma visita da equipe de QA SCAMPI do SEI.

Em resumo, é possível… é loucura e também é praticamente jogar dinheiro fora, mas… é possível.

+ Entrevista sobre Six Sigma para a LG Por Washington Souza 30 June 2010 as 8:01 pm Nenhum comentário

LG: O que é Six Sigma?

Washington: O Six Sigma (ou seis sigma) é um modelo que foi criado inicialmente pela Motorola para melhoria de processos e redução de defeitos. Define-se como um defeito, uma anomalia em um produto ou serviço contra suas especificações iniciais. O Six sigma é altamente utilizado no planejamento estratégico para prover mudanças significativas nas organizações. Ele é aplicado tanto na redução de defeitos quanto na busca de oportunidades de melhoria.

Dentro do Six Sigma, existe uma “metodologia” muito difundida que é o DMAIC. Este método tem por objetivo guiar as pessoas na elaboração de um projeto Six Sigma e é dividido em cinco fases:

D – Define: Nesta fase é definido o problema ou oportunidade e quantificação do mesmo bem como o benefício esperado. A equipe do projeto (com Black Belts e Green Belts) é definida e realiza-se o primeiro estudo de viabilidade do projeto. No final desta fase o Champion define se o projeto continuará ou não.

M – Measure: Definem-se quais fatores serão medidos e inicia-se a coleta de dados. Uma boa prática é identificar logo nesta fase os fatores (X’s) que podem influenciar no problema (Y). Para isto, uma técnica muito utilizada é o diagrama de causa x efeito (ishikawa).

A – Analyse: Nesta fase são realizados todos os testes nos dados e testes estatísticos para identificar quais fatores influenciam de fato no problema (ou oportunidade). O conhecimento em estatística básica é fundamental para os primeiros projetos.

I – Improve: Nesta fase são definidas melhorias para cada um dos fatores (que tem correlação com o problema). Após a análise de viabilidade, são selecionadas as melhorias e um plano de implantação das mesmas é elaborado.

C – Control: Define-se o método de controle e realiza-se o controle propriamente dito. Após o período piloto, o Black Belt verifica se as mudanças realmente trouxeram resultados (e quanto foi o resultado).

“Assim como Pareto (uma das técnicas utilizadas), o Six Sigma foca no que realmente esta trazendo problema, ou seja, 80% dos problemas vêm de 20% das causas”.

LG: O que representa a metodologia Six Sigma para a melhoria de processos de TI e como ela pode ser aplicada para a prestação de serviços nessa área?

Washington: Apesar de pouco utilizado na TI, o Six Sigma é um dos melhores meios para se implementar processos de melhoria em nossa área, pois ele segue um ciclo definido que vai desde a identificação do problema até a implementação de melhorias que vão afetar as causas reais dos problemas (ou oportunidades). Muitas empresas de TI “descobrem” o Six Sigma quando estão indo para os níveis de maturidade CMMI 4 ou MPS.Br B, isso porque estes níveis requerem um processo de melhoria quantitativo e não qualitativo como nos níveis anteriores.

Em TI podemos utilizar este modelo para melhorias em projetos de melhoria de alto impacto como, por exemplo: “Reduzir a taxa de defeitos”, “Melhorar a Satisfação dos Clientes”, “Aumentar a produtividade” e outros.

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