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Gerenciamento de Projetos é Gerenciamento de Problemas 09 June 2010 as 9:22 pm por Washington Souza

Na melhor das hipóteses, o Gerenciamento de Projeots é uma tarefa desafiadora e complexa. Entretanto, vejo frequentemente gerentes de projetos tornarem esta atividade ainda mais difícil por terem expectativas erradas do que deve ser a função.

De uma forma rápida e direta, gerenciamento de projetos É gerenciamento de problemas. Se não fosse esse o caso, não haveria a necessidade de gerentes de projetos. Pelo contrário, um pedido de trabalho seria feito sem qualquer problema (pessoas, ferramentas, cronograma, requisitos, etc). Bastaria simplesmente alinhar o que deve ser feito e esperar a conclusão. As coisas aconteceriam sem qualquer problema.

“Eu estou aqui para ajudar vocês, para tirar os problemas para que vocês possam trabalhar”
- Marcio Oliveira

Na verdade, nosso papel existe porque este mundo hipotético não existe. Recursos são super alocados, tecnologias não funcionam como escrito nas revistas, habilidades necessitam de updates, requisitos não estão claros, os prazos são apertados, enfim, o mundo de Alice não existe.

Frequentemente trabalho com GPs que comentarem estes tipos de transtornos, aborrecimentos, ou “problemas”. Normalmente estas ações externas são tratadas como “azar” que o gerente teve naquele projeto. No entanto, isto nada mais é do que o trabalho normal do GP. Uma coisa é fato “haverá problemas no projeto” e o gerente do projeto esta lá para resolve-los para que a equipe possa continuar.

Nem é preciso dizer que estes GPs, que pensam nos problemas como aborrecimentos ou “azar” passam boa parte de seu tempo tensos, irritados e até mesmo frustados. Para evitar isso o gerente de projetos deve planejar melhor, pensar com mais clareza, ter mais visão estratégica, obter mais apoio do sponsor e da equipe do projeto, e, fazer uma análise de riscos minuciosa.

Veja o post completo →

+ Gerenciamento de riscos de um jeito simples e fácil Por Washington Souza 08 June 2010 as 11:19 pm Nenhum comentário

Esta área de processo é muito mal compreendida em TI (e mal utilizada). A maioria das empresas define como risco um percentual a mais para se inflar o custo de um projeto como por exemplo:

  • Cliente novo: 10%
  • Falta de pessoal disponível: 5%
  • Linguagem nova: 5%
  • Ambiente “encardido”: 10%

E por ai vai… Com isso, se o projeto inicialmente custava R$ 50.000,00, agora ele custará 30% a mais, ou seja, R$ 65.000,00.

Esta é uma análise equivocada do que é riscos em projeto, e consequentemente não tratou o problema (risco), apenas criou um fundo para tentar cobrir um possível prejuizo.

Esta análise equivocada é mais comum do que parece, constantemente vejo casos assim em empresas que presto consultoria, mas isso acontece porque muitos acham que gerenciamento de riscos é um bixo de sete cabeças, já vi muita gente falar “isso não serve pra nada” e até mesmo “Isso é teoria, na vida real ninguém usa”.

Então, vamos “descomplicar” este assunto. Primeiramente, Gerenciamento de riscos é mais fácil do que parece e é muito provável que você faça isso no seu dia-a-dia de forma tão natural que nem perceba. Vamos a um exemplo:

Você vai em uma concessionária VW e compra um Fox zerinho. A entrada veio de suas economias de dois anos e o restante foi financiado em 48 vezes.

Agora… onde estão os riscos com esta nova aquisição? Vejamos alguns:

  • Seu Fox pode ser roubado
  • Alguém pode bater nele
  • Você pode sofrer um acidente
  • Você pode tomar uma multa
  • E várias outras coisas

Estes são alguns dos riscos e obviamente você precisa tratá-los e há várias formas para isso como contingência, mitigação, transferência e outros.

Vamos tratar este caso juntos. Se o seu Fox for roubado, além de ficar sem carro você ainda terá que pagar as prestações, então, para isso você precisa de uma contingência, ou seja, um Plano B. Você contrata um seguro para seu carro. Com isso você transferiu o risco para seguradora, e esta por sua vez, coloca várias cláusulas no contrato para você não abusar ou agir de má fé.

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+ Lista de empresas CMMI no brasil Por Washington Souza 07 June 2010 as 6:42 pm 58 comentários

Atualizado em 07-jul-10 (8 avaliações adicionadas)

Devido a grande dificuldade em se encontrar quais empresas no Brasil passaram por avaliações CMMI o Blog CMMI mantém uma lista com estas avaliações.

Ajude-nos a manter esta lista atualizada, informe-nos de uma nova empresa CMMI que confirmaremos e atualizaremos a lista.

O Gráfico abaixo mostra a quantidade de avaliações ao longo dos anos. Nota-se que somente no ano passado conseguimos chegar à quantidade de avaliações que tivemos em 2005, más há explicações para isso pois o CMMI DEV 1.2 entrou em vigor em 2006.

Veja também a lista de empresas MPS.Br

Lista de avaliações CMMI no Brasil

  • 7COMm SP 2005
  • Alstom Transportes SP 2002
  • AMS Tecnologia SP 2004
  • Atech Tecnologias Críticas SP 2003
  • Atos Origin SP 2004
  • ATT/PS Informática MG 2009
  • Avansys Tecnologia BA 2009
  • Brasília DF 2003
  • BRQ SP 2004
  • BSI Tecnologia PR 2004
  • C.E.S.A.R PE 2003
  • Cetil Sistemas de Informática SC 2009
  • Citibank SP 2003
  • Claro SP 2010
  • Complex SP 2009
  • CPM SC 2005
  • CPM SP 2005
  • CPqD SP 2003
  • Credicard SP 1998
  • CTIS DF 2005
  • CTIS PR 2007
  • DB1 Informática PR 2010
  • DBServer RS 2009
  • DBC Company RS 2010
  • Dell RS 2003
  • Disoft SP 2003
  • DRM SP 2005
  • DTS Latin America SP 2003
  • e-Dablio RJ 2003
  • Embraer SP 2006
  • FITec PE 2005
  • Fortaleza CE 2003
  • Foursys Projetos e Sistemas SP 2010
  • Gad’Brivia RS 2010
  • G&P – Gennari & Peartree SP 2003
  • General Motors SP 2005
  • Getronics SP 2005
  • GSW SP 2008
  • HP SP 2005
  • ilegra RS 2009
  • Inatel MG 2003
  • Infoserver SP 2004
  • Inovare Tecnologia PR 2010
  • Instituto Atlântico CE 2003
  • Interact Solutions RS 2009
  • Itaú SP 2005
  • Itautec SP 2008
  • IVIA CE 2008
  • Johnson & Johnson SP 2008
  • Kostal Eletromecânica SP 2008
  • LG Sistemas GO 2008
  • LinkNet DF 2010
  • Logocenter SC 2005
  • Kenta Informática RS 2010
  • M.I. Montreal Informática RJ 2004
  • Matera Systems SP 2005
  • MATERA Systems Informática SP 2009
  • Message RJ 2008
  • META IT RS 2007
  • Microsiga Software SP 2005
  • MJV Tecnologia RJ 2009
  • MSA Informática MG 2005
  • Nec do Brasil SP 2003
  • Prime Informática SP 2005
  • Procwork SP 2005
  • Recife PE 2002
  • Red & White IT Solutions GO 2009
  • Relacional - 2006
  • Relacional Consultoria RJ 2005
  • Santander Banespa SP 2005
  • SERPRO Salvador BA 2003
  • Sigma Dataserv Informatica PR 2010
  • Sistran SP 2009
  • Spress Informática S/A MG 2005
  • Stefanini SP 2002
  • Suntech SC 2009
  • T-Systems SP 2005
  • Teclógica Serviços em Informática SC 2009
  • Tele Design SP 2002
  • Telefonica Pesquisa e Desenvolvimento SP 2007
  • Telefônica Pesquisa e Desenvolvimento SP 2008
  • TSE DF 2005
  • Unitech BA 2005
  • Vixteam ES 2006
  • Vorlans - 2007
  • ZCR Informática BA 2006
  • ZCR Informática BA 2009

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+ Ranking das linguagens de programação mais usadas (mai.10) Por Washington Souza 06 June 2010 as 11:40 pm Nenhum comentário

A grande surpresa no ranking deste ano foi a entrada da linguagem Objective-C na lista das top 10 linguagens de programação mais utilizadas. Apesar de ser uma linguagem relativamente antiga (foi criada em 86), este interesse todo ocorre pelo constante interesse em desenvolvimento para iPhone OS (iPhone e iPad).
O índice da comunidade TIOBE da uma visão da popularidade das linguagens de programação. Este índice é atualizado mensalmente (link). A popularidade das linguagens é medida através de vários fatores como número de programadores, arquitetos, cursos e outras fontes. Os mecanismos de busca como Google, MSN, Yahoo!, Wikipedia e Youtube são utilizados para calcular o ranking. O índice TIOBE não tem o intuito de mostrar a melhor linguagem de programação, apenas a mais popular.
O índice pode ser utilizado para verificar se suas habilidades ainda estão atualizadas ou para se tomar uma decisão estratégica de aprender um novo ambiente que esta crescendo.
  1. C (18,18%)
  2. Java (17,95%) 
  3. C++ (10,37%)
  4. PHP (9,07%)
  5. (Visual) Basic (5,65%)
  6. C# (4,77%)
  7. Python (4,09%)
  8. Perl (3,28%)
  9. Delphi (2,56%)
  10. Objective-C (2,36%)
  11. Ruby (2,09%)
  12. JavaScript (2,08%)
  13. PL/SQL (0,85%)
  14. SAS (0,73%)
  15. Pascal (0,72%)
  16. Lisp/Scheme/Clojure (0,65%)
  17. ABAP (0,65%)
  18. Go (0,64%)
  19. MATLAB (0,61%)
  20. Lua (0,49%)

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+ Lista de empresas MPS.BR no Brasil Por Washington Souza 03 June 2010 as 9:00 pm 8 comentários

Atualizado em 3-jul-10
As avaliações que expiraram foram retiradas e as novas empresas adicionadas. Tambem foi incluido o estado de cada empresa.

Olá pessoal. Atendendo a pedidos, resolvi criar também uma lista das empresas avaliadas no MPS.BR. A lista oficial pode ser encontrada no site da softex. Mais de 160 180 215 empresas ja foram avaliadas e é muito bom saber que este número vem aumentando mais e mais a cada ano.

No gráfico abaixo podemos ver que em 2009 houve um grande salto nas avaliações, chegando próximo à 80 avaliações. Isto mostra que as empresas de TI estão começando a dar valor em qualidade e melhoria de processos de software.

Veja tamtém:
Lista de empresas CMMI no Brasil

Lista de empresas MPS.Br

  • ACOL – RJ (válido até: 03.abr.12)
  • ACROPOLIS – ES (válido até: 11.dez.10)
  • ACTTIVE – GO (válido até: 09.dez.10)
  • AGE – SP (válido até: 01.dez.12)
  • ALCATEL-LUCENT – RJ (válido até: 16.dez.12)
  • ARWR – GO (válido até: 10.dez.10)
  • B5S – PR (válido até: 15.dez.12)
  • BANCO DO BRASIL – DF (válido até: 13.set.10)
  • BENFARE – RS (válido até: 24.nov.12)
  • BETAWORK – SP (válido até 5.mai.13)
  • BUFFON – ES (válido até: 16.jan.11)
  • CABTEC – MG (válido até: 24.mai.12)
  • CADSOFT – MG (válido até: 13.mai.12)
  • CALL – SP (válido até: 21.jan.13)
  • CALL – DF (válido até: 21.jan.13)
  • CASNAV – RJ (válido até: 27.jan.12)
  • CF PROCESSAMENTO (FABRIQ) – AM (válido até: 23.mar.13)
  • CFLEX – SP (válido até: 10.jan.11)
  • CIONS – SP (válido até: 20.ago.10)
  • CNP-M – SP (válido até: 01.mai.11)
  • CNX (Boreste) – SC (válido até: 21.jul.11)
  • CONSINCO – SP (válido até: 22.ago.10)
  • CONSULTBRASIL – MG (válido até: 11.jun.10)
  • CSI – ES (válido até: 14.jan.11)
  • CTIC/UFPA (válido até: 14.dez.11)
  • CYBERLYNXX – RJ (válido até: 16.abr.11)
  • CYONM – DF (válido até: 22.nov.10)
  • DECISÃO – GO (válido até: 16.out.10)
  • DIA SYSTEM – SP (válido até: 10.out.10)
  • DIREÇÃO – RS (válido até: 13.abr.11)
  • DLN (Prosperi) – ES (válido até: 15.jan.11)
  • DOMÍNIO – CE (válido até: 25.fev.11)
  • DR TECH – AM (válido até: 24.mar.13)
  • EBS – PR (válido até: 08.dez.12)
  • EDS ENGESOFT – MG (válido até: 04.jun.10)
  • EDZA – BA (válido até: 10.nov.11)
  • EMPRO – SP (válido até: 17.dez.12)
  • E-NOVAR – CE (válido até: 09.set.12)
  • ETEG – MG (válido até: 14.jun.10)
  • FACILIT – PE (válido até: 21.mai.12)
  • FBITS – PR (válido até: 02.dez.12)
  • FORMATO – DF (válido até: 20.nov.10)
  • FORSALES (MERCANET) – RS (válido até: 22.nov.12)
  • FOSTER – SP (válido até: 23.abr.11)
  • FOTOSENSORES – CE (válido até: 07.out.11)
  • G4 SOLUTIONS – SP (válido até: 29.jan.12)
  • GEO SYSTEM – RJ (válido até: 16.nov.11)
  • HEURYS – SP (válido até: 21.out.10)
  • ILOG – SC (válido até: 23.jul.11)
  • IMMEDIATE (ilegra immediate) – RS (válido até: 14.abr.11)
  • INFOCARD – ES (válido até: 18.JAN.13)
  • INFOX – SE (válido até: 19.mai.11)
  • INSTITUTO RECÔNCAVO DE TECNOLOGIA – BA (válido até: 11.mai.12)
  • INTERMÍDIA – RS (válido até: 02.set.12)
  • iPIXEL – MG (válido até: 01.abr.11)
  • iPROCESS – RS (válido até: 16.mar.11)
  • JET – SP (válido até: 25.mar.12)
  • JFM – DF (válido até: 05.dez.10)
  • JHMM (TW SERVICES) – RJ (válido até: 25.out.12)
  • KEYWORKS – RS (válido até: 18.nov.12)
  • LEBRE – BA (válido até: 12.nov.11)
  • LINKCOM – MG (válido até: 18.mar.11)
  • LMR – DF (válido até: 25.out.10)
  • LOGIC – SP (válido até: 26.jan.12)
  • LUMIS – RJ (válido até: 18.dez.11)
  • MEGA – SP (válido até: 09.jan.11)
  • META SISTEMAS – SP (válido até: 03.dez.12)
  • METADADOS – RS (válido até: 19.nov.12)
  • MGN – RJ (válido até: 17.dez.11)
  • MIRANTE – DF (válido até: 10.dez.11)
  • MULT SERVICES – MG (válido até: 30.mar.11)
  • MULTI SOLUTION – PE (válido até: 07.dez.11)
  • MV SISTEMAS – PE (válido até: 21.jun.10)
  • NEUS – PB (válido até: 21.jun.10)
  • NEXT MILLENIUM (Dualline) – SC (válido até: 22.jul.11)
  • NST – SP (válido até: 21.ago.10)
  • NÚCLEO – RS (válido até: 25.nov.12)
  • NVI – PR (válido até: 29.nov.12)
  • ONLINE – GO (válido até: 15.out.10)
  • ORBISAT – SP (válido até: 03.abr.11)
  • P&A INFORMÁTICA (Pinho) – BA (válido até: 09.nov.11)
  • P&F INFORMÁTICA – SP (válido até: 09.out.10)
  • PENTAGRAMA – MG (válido até: 19.mar.11)
  • PHOEBUS – PB (válido até: 09.dez.11)
  • POLARIS – ES (válido até: 12.dez.10)
  • PRODABEL – MG (válido até: 09.jun.11)
  • PRODACON – SP (válido até: 07.mai.11)
  • PRODATA – GO (válido até: 18.nov.10)
  • PROVIDER (válido até: 18.jun.10)
  • QUALIDADOS – BA (válido até: 11.nov.11)
  • QUANTUM – MG (válido até: 31.mar.11)
  • QX3 (válido até: 18.jun.12)
  • REZEK – MG (válido até: 14.mai.12)
  • SEA – DF (válido até: 29.ago.10)
  • SEFAZ – RJ (válido até: 29.abr.13)
  • SETA (válido até: 10.dez.10)
  • SILT – SP (válido até: 23.mar.12)
  • SIMPLESTEC – PB (válido até: 08.dez.11)
  • SINTEL – SP (válido até: 10.abr.11)
  • SMARAPD – SP (válido até: 24.mar.12)
  • SOCIN – SP (válido até: 23.mar.12)
  • SOFIS – RJ (válido até: 23.ago.12)
  • SOFTDESIGN – RS (válido até: 11.ago.12)
  • STRATEGOS – PR (válido até: 06.dez.12)
  • SUPERA – SP (válido até: 23.mar.12)
  • SYSDESIGN – BA (válido até: 29.mai.11)
  • SYSPEC – SP (válido até: 23.out.10)
  • TECNISYS – DF (válido até: 19.nov.10)
  • TELES E TELES – MG (válido até: 14.jun.12)
  • TEMA – RJ (válido até: 01.abr.12)
  • TREE TOOLS – PR (válido até: 22.nov.12)
  • TREVISAN – RS (válido até: 30.mai.11)
  • TRIARES – SP (válido até: 03.dez.12)
  • TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SANTA CATARINA – SC (válido até: 03.dez.12)
  • TRON – GO (válido até: 19.nov.10)
  • TTY2000 – MG (válido até: 12.jun.10)
  • Universidade Federal do Pará (UFPA) – PA (válido até 14.fev.11)
  • UTILSOFT – SP (válido até: 23.ago.10)
  • VERTIGO – RJ (válido até: 20.set.10)
  • VGA – ES (válido até: 19.jan.13)
  • VÍSENT / OSX – DF (válido até: 27.ago.10)
  • W3S – SP (válido até: 29.mar.12)
  • WORKERS – RJ (válido até: 22.jul.12)

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+ Top 15 artigos mais acessados em maio-10 Por Washington Souza 02 June 2010 as 9:49 pm Nenhum comentário

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  7. Top 10 dicas para administração de tempo
    Dez excelente dicas para administrar e otimizar o tempo
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  8. Plano de gerenciamento de projeto
    Muito se fala do plano de projeto, este plano é bem difundido pelo PMI, CMMI e MPS.Br. Mas… existe também o plano de gerenciamento do projeto, que é um documento que ajudará o gerente a tomar decisões mais rapidamente. Vale a pena a leitura.
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  9. Como anda o CMMI no mundo?
    Uma visão gerão sobre a adoção do modelo CMMI no mundo com informações como “quantas empresas foram avaliadas no CMMI”, “Quantas avaliações tem um país (e quais)”, “Quantas empresas CMMI 5 existem no mundo” e muito mais.
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  10. Uma visão geral sobre qualidade de software
    Um artigo muito bom sobre qualidade de software e como ela pode ajudar a sua empresa
    .
  11. OBA! Quero ser gerente de projetos!
    Um relato sobre o que leva as pessoas a desejarem tanto ser “gerente de projetos”
    .
  12. Como avaliar se meus fornecedores seguem CMMI/MPS.Br?
    Uma excelente lista de 10 dicas de como avaliar se o seu fornecedor segue ou não CMMI ou MPS.Br
    .
  13. 20 pontos para qualidade e melhoria de processos
    20 excelentes dicas sobre qualidade e melhoria de processos de software com CMMI e MPS.Br
    .
  14. Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP e FDD)
    Artigo interessante com um mapa que mostra a aderência do Agile com CMMI, e, apesar de muitos acharem que ambos são opostos, eles não são.
    .
  15. Gerente de projetos. Uma carreira acidental?
    Outro relato sobre o que é a carreira de gerentes de projeto e o que é necessário para se tornar um gerente de projetos ou se especializar nesta carreira

Veja o post completo →

+ Tamanho importa? Por Washington Souza 01 June 2010 as 7:41 pm Nenhum comentário

O tamanho do seu projeto, o tamanho da sua equipe, o tamanho de suas entregas, o tamanho de seus checklist, o tamanho dos seus códigos – enfim, tudo em um projeto depende do TAMANHO. O tamanho muda as regras de como o jogo será jogado.

Quanto maior o projeto (em tamanho ou complexidade) mais importante é para o gerente de projetos, “quebra-lo” em módulos ou projetos menores e dividir a responsabilidade com pessoal qualificado.

Isto garantirá que todos os membros do projeto (incluindo o gerente do projeto), poderão ver o quadro geral sem se perder em detalhes enquanto estão verificando a saúde (status) do projeto.

Projetos distribuidos tendem a ser maiores que muitos outros tipos de projeto. O gerente deve usar varias táticas para não deixar que o tamanho influencie nas partes menores. A palavra “grande” quer dizer muitas coisas, mas nenhuma em específico. Ela pode querer dizer que você tem uma equipe de 10 pessoas trabalhando durante 12 meses, como também pode querer dizer que você tem uma equipe de centenas de pessoas trabalhando em manutenção de sistemas (como por exemplo um outsourcing).

Aqui vão algumas dicas de como trabalhar com o “tamanho correto” e garantir que todos entenderam como as peças menores influenciam no todo.

  • Quebre o projeto em projetos menores, fluxos de trabalho menores, módulos menores ou pacotes menores no melhor jeito possível para seu gerenciamento.
  • Garanta que cada fluxo de trabalho tenha pelo menos um ponto focal responsável por sua entrega
    Se possivel, tente colocar alguns membros da equipe com dois chapéus em fluxos de trabalho distintos. Isto melhorará no entendimento da visão do todo (o projeto).
  • Acompanhe o desempenho (Não importa o jeito, mas acompanhe) de cada fluxo de trabalho ou pacote SEPARADAMENTE e colete alguns indicadores periodicamente para montar o todo.
  • Documente e compartilhe os riscos, casos, pressuposto e dependências de cada pacote.
  • Veja o post completo →

+ CMMI em português! Por Washington Souza 31 May 2010 as 6:17 pm Nenhum comentário

O SEI acaba de liberar a tão aguardada versão em português do CMMI para Desenvolvimento 1.2 (CMMI DEV 1.2)

Os trabalhos de tradução foram realizados pelo CPqD com investimento do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia e apoio da ISD que fez a revisão independente da tradução.

CMMI para Desenvolvimento (CMMI-DEV), versão 1.2 é uma evolução do CMMI-SE/SW/IPPD/SS, versão 1.1. O objetivo da versão 1.2 do CMMI é melhorar a qualidade dos produtos CMMI e a coerência da forma como eles são aplicados. Este relatório constitui a parte da Suite de Produtos CMMI referente ao modelo. Outras partes da Suite de Produtos CMMI incluem o método de avaliação SCAMPI A e o material de treinamento do curso Introdução ao CMMI.

Esta versão do CMMI inclui o conceito de “constelações CMMI”. Uma constelação é um conjunto de componentes CMMI concebidos para satisfazer as necessidades de uma área de interesse específica. Uma constelação pode ser utilizada para construir um ou mais modelos CMMI relacionados e documentos de avaliação e materiais de treinamento relacionados. CMMI para Desenvolvimento é a primeira dessas constelações.

Este relatório contém os dois modelos que compõem a constelação do CMMI para Desenvolvimento: o CMMI para Desenvolvimento +IPPD e o CMMI para o Desenvolvimento, sem IPPD. O relatório é constituído por três partes. A primeira apresenta a visão geral, que descreve os conceitos do CMMI, os componentes do modelo e orientações sobre a utilização da Suite de Produtos CMMI. A segunda parte contem as metas e práticas genéricas e as áreas de processo, que são utilizados pelas organizações para melhorar seus processos de desenvolvimento. Aterceira parte contém referências, acrônimos, relação dos participantes do projeto e glossário.

O arquivo esta em nossa sessão Modelos, mas você também pode baixa-lo no link abaixo:

Download do CMMI em português

Veja o post completo →

+ Cinco meios para incorporar CMMI em métodos ágeis Por Washington Souza 30 May 2010 as 6:43 pm Nenhum comentário

Há um equívoco em achar que CMMI e métodos ágeis são opostos. Um depende mais de processos e institucionalização de um método padrão, o outro enfatiza a iteração entre os envolvidos no projeto e “Fazer software e não documentação” (Manifesto Agil). Um processo documentado e institucionalizado é o coração do CMMI e é frequentemente utilizado como modelo para definição de metodologias de desenvolvimento para projetos críticos. Por outro lado, a abordagem Agil é colocada em ação quando um projeto apresenta mudanças incrementais, em particular aquelas que não foram incluídas na definição de escopo inicial.

Há criticas a ambos, bem como: “CMMI é usado apenas em grandes projetos ou projetos de críticos que necessitam uma equipe muito grande e um ciclo de vida rígido”. Do outro lado: “Aqueles que implementam métodos Ágeis tem sido classificados como o indisciplinados ou “hackers” de projetos de software”.

O Software Engineering Institute (SEI) acredita que os críticos não estão exatamente certos. O sucesso ou fracasso da aplicação das metodologias Agile nada tem a ver com documentação, e segundo Margaret Kulpa e Johnson Kent: “Você poderia escrever uma tonelada de documentação sobre seus processos sem necessariamente praticar o que está no papel.

Então, onde é que os gerentes de projeto encontram “terreno comum”? Segundo os autores: “A institucionalização”, que o CMMI define como “A maneira de fazer negócios que uma organização segue rotineiramente como parte de sua cultura”. Simplificando, uma empresa de TI pode ter um alto grau de colaboração como parte de seu DNA , implementar a cultura Agile e estar aderente aos princípios definidos pelo CMMI ao mesmo tempo.

Há diversas formas de se institucionalizar métodos Agile com CMMI através da adoção de práticas genéricas associadas aos níveis de maturidade 2 e 3. Aqui estão algumas das mais importantes, senão as mais fáceis em um programa de implementação
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+ As 10 desculpas mais comuns para não iniciar um programa de melhoria CMMI ou MPS.Br Por Washington Souza 28 May 2010 as 10:05 pm 1 comentário

  1. Eu não tenho tempo para isso… Volte mais tarde?- Não existe melhor hora que agora para implementar um processo de melhoria em seu projeto
    - Não há tempo para melhorar, mas há tempo para fazer errado?
    - Discuta o projeto e discuta seus pontos problemáticos e identifique oportunidades de melhoria
  2. Eu não acredito nisto (ou não vejo benefício nenhum)
    - Mostre o ROI (retorno sobre o investimento) que o programa trará
    - Peça para outros gerentes de projetos falarem dos benefícios de um programa de melhoria
    - Mostre pesquisas de mercado
  3. Meus clientes estão contentes com meu trabalho. Não preciso mudar nada
    - Novamente, discuta os pontos problemáticos do projeto
    - “Você não gostaria de deixar seus clientes mais contentes?”
    - (“Somente uma pessoa mediocre acha que sempre esta fazendo seu melhor” – William Somerset Maugham)
    - Sempre pode-se melhorar – Veja os dados por exemplo de melhorias Six Sigma
  4. É apenas moda, daqui a pouco passa e inventam outra
    - Mostre o quanto o mercado tem adotado modelos como CMMI e MPS.Br
    - O CMMI existe desde os anos noventa – será que isto é uma moda?
    - No Brasil mais de 300 empresas já passaram por avaliações CMMI ou MPS.Br
  5. É muito caro
    - Mostre os dados de ROI
    - Você já tentou isso antes? Se sim, me mostre os dados de custo.
    - O programa se paga rapidamente com o retorno com qualidade e produtividade
    - Você já conhece o custo da não qualidade de sua empresa?
  6. Não é aplicável ao meu projeto (aqui é diferente)
    - Peça para o gerente de projetos descrever como o projeto é gerenciado. Depois identifique as oportunidades onde o programa de melhoria de processos pode ajudar.
    - Os principios são os mesmos, os modelos podem ajudam em qualquer tipo de projeto
  7. Meu cliente não paga por isso
    - Seu cliente não tem que pagar por qualidade, isto é obrigação da empresa
    - As “melhores práticas” são coisas que você deve fazer de qualquer jeito
    - Se você não fizer, seu concorrente vai fazer antes de você
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+ A diferença entre chefe e líder Por Washington Souza 28 May 2010 as 12:01 am 2 comentários

Há tempos, definiu-se como líder, aquela pessoa que tem seguidores atraídos pelo carisma e confiança. Um chefe por sua vez, tem autoridade única e exclusivamente pelo cargo que detém. Desta forma, podemos dizer que todo líder tem completas condições de ser um chefe, mas temos que refletir se: E o contrário, é possível?

Chefiar é buscar resultados, planejar os trabalhos das pessoas, organizar, priorizar, manter e controlar. Estas nada mais são que  funções básicas, porém, hoje em dia, para chefirar também é necessário motivar as pessoas. Com uma equipe motivada consegue-se melhores resultados e um clima melhor (e nem preciso dizer que reduz o custo e aumenta a produtividade).

Ser chefe é bem mais fácil pois o poder conferido ao cargo por sí é o aparato necessário. O líder, por outro lado, deve se preocupar em conduzir as pessoas, dar um significado ao trabalho e convencer os liderados a defender sua causa.

Diferentemente das épocas anteriores, hoje as pessoas escolhem onde querem trabalhar. As pessoas da Geração Y, não se prendem mais a uma empresa, logo, se não estiverem satisfeitas em seu local de trabalho trocarão tão fácil quanto trocam de roupa. E… com o mercado aquecido, provavelmente elas não ficarão um dia sequer desempregadas. Isso deveria ser motivo suficiente para as empresas preferirem ter líderes e não chefes.

Hoje, todo chefe tem o discurso de líder na ponta da língua, é um discurso bonito, e todos gostam de ouvir, porém suas ações lhe dirão se ele é realmente um líder. Talvéz a até tenha mudado a forma de pensar, mas não a de agir e isto leva tempo.

Um líder é aquele que mesmo sem autoridade alguma consegue ser seguido, respeitado e obedecido. Ele consegue unir um grupo, representa-lo e leva-lo a atingir objetivos.

Chefiar é fazer com que as pessoas façam algo.
Liderar é fazer com que as pessoas queiram fazer algo.

Assim, podemos ver várias diferenças entre chefes e líderes como:
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+ Como melhorar (de verdade) a produtividade em protótipos e mockups? [Promoção] Por Washington Souza 27 May 2010 as 12:01 am 1 comentário

Em quase todo projeto de sistema, usa-se muito tempo em atividades de prototipação e situações como: “Coloca mais esse campo” ou “muda essa informação pra cá ou prá lá”.

As atividades relacionadas a protótipos normalmente iniciam-se após saber o que deverá ser feito (pelo menos deveria ser assim), ou seja, ter os requisitos aprovados. O processo ocorre mais ou menos assim:

  • Aprova-se os requisitos
  • Os requisitos documentados e enviados ao designer
  • Este por sua vez monta os protótipos, wireframes ou mockups
  • Leva-se os mesmos ao cliente para ver se é isso mesmo que ele quer
  • E… aqui começa os problemas… essas idas e vindas vão longe. E o pior é que leva-se tempo porque o analista vai até o cliente, o cliente mostra o que quer mudar, o analista volta para a empresa e passa ao designer, após os ajustes, o analista volta e apresenta ao cliente as alterações… e… o ciclo pode se reiniciar com mais ajustes.

Bom… não é preciso dizer que isto leva tempo e conseqüentemente dinheiro.

Então… o que podemos fazer para agilizar esse processo?

Vamos imaginar um cenário hipotético onde o analista pudesse ir até o cliente e sair de lá com os protótipos já aprovados. Veja o post completo →

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