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Tutorial mini projeto – O nascimento da idéia 07 December 2009 as 11:08 pm por Washington Souza

Prólogo

O objetivo deste mini-tutorial é mostrar como se inicia um projeto.
Para facilitar o entendimento (e disseminar conhecimento) ele é focado na simplicidade, facilitando assim o entendimento.

A estimativa de tamanho em APF toma por base que todos os elementos são de complexidade média, todavia é importante vocês terem em mente que isto é apenas o início. Em se interessando procurem ler mais sobre estimativa, planejamento, desenvolvimento de requisitos e controle de mudanças – aos que estão iniciando com MPS.BR ou CMMI, este tutorial vai ajudar bastante nos primeiros níveis.

Tutorial Mini Projeto – O nascimento da idéia

Um amigo te liga e pede para você fazer uma visita pois ele precisa de um projeto, ele te fala que é bem simples e precisa apenas de um aplicativo para gerenciar seus contatos.

Chegando em seu escritório, a conversa começa e ele fala que tem mais de 1.000 contatos em uma agenda (papel mesmo) e que quer (e precisa) automatizar isso. Na sua cabeça você já percebe que terá uma tela (até agora).

Conversa vai, conversa vem, ele comenta que um grande problema que ele tem é que ele não consegue dizer de onde são os contatos. Ele comenta que se ele pudesse agrupar-los, isso o ajudaria muito.

Ele também comenta que gostaria que tudo ficasse em uma única tela, ele não gosta de ficar passeando de uma tela pra outra.

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+ Onde o CEP entra em alta maturidade? Por Washington Souza 17 November 2009 as 12:40 pm Nenhum comentário

Há alguns meses um amigo me pediu umas dicas, pois eles estavam implementando o nível do CMMI 4. Ele iniciou falando que eles estavam muito bem, pois já iniciaram fazendo  um curso de CEP (Controle estatístico de processos), focado nos gráficos de controle e com base neste curso eles mapearam os indicadores que eles precisavam para o nível 4 (!!??).

Ele queria saber se eles estavam indo no caminho certo.

Quando se fala em alta maturidade (CMMI Níveis 4 e 5 – MPS.BR níveis A e B) tenho visto uma enxurrada de treinamentos de CEP focasos exclusivamente no gráfico de controle, e até agora não vi nenhum de alta maturidade propriamente.

Voltando a conversa com meu amigo, ele me mostrou o que estavam fazendo, como estavam calculando desempenho e por ai. Ao final da conversa disse que tinha uma péssima notícia pra ele, pois a implementação dele que ele achava que tinha 90% pronto, não tinha nem 20%.

Este é um problema de entendimento dos modelos. O uso de CEP é essencial em alta maturidade, mas, seu uso correto resolve no máximo 30% do nível 4 (MPS.BR B). E seu uso é feito no final de uma implementação nível 4. O maior trabalho em alta maturidade (antes do nível 5) é a estabilização dos processos e montagem dos modelos. Estas duas atividades demandam um bom tempo.
Exemplo de gráfico de controle

Para ajudar, na maioria das implementações de alta maturidade, as empresas têm que refazer boa parte dos níveis 2 e 3 por não estarem preparados para os níveis superiores.

Então a dica que vai é: “O gráfico de controle é importantíssimo, mas no final da cadeia de implementação do nível 4”. Antes de entender o controle estatístico de processos e elaboração de modelos de desempenho faça uma simples verificação:

“Seus processos estão estáveis?”

Se eles não estiverem estáveis, então, você tem muito trabalho pela frente, pois a estabilização demanda ajustes, novas medições, novo processo de institucionalização e outras coisas. Em resumo, leva tempo.

Somente com seus processos estáveis, você poderá iniciar alta maturidade.
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+ O que é motivação e como ela influência na TI Por Washington Souza 12 November 2009 as 5:42 pm 1 comentário

Você já deve ter se perguntado algum dia: “Em quanto à motivação da equipe interfere no desempenho de um projeto?”

De acordo com diversas pesquisas, posso dizer com confiança que ela interfere muito mais do que você acredita. A motivação da sua equipe pode ser o limiar entre o sucesso ou o fracasso de um projeto.

Se sua equipe esta desmotivada, é praticamente certo que você terá problemas em seu projeto. Dois meses atrás um amigo me procurou pedindo ajuda, pois na empresa onde ele trabalha aconteceram diversas ações organizacionais que desmotivaram sua equipe e conseqüentemente o projeto começou a afundar e a produtividade caiu pela metade. “É como se estivessem jogando contra” indagou o mesmo.

Em outro caso de outra empresa, uma implementação CMMI ficou estacionada e não saia do lugar porque as equipes “não estavam nem ai para o CMMI”. Isto fez a empresa gastar CINCO vezes mais o que ela havia planejado para tirar o nível 2.

sponsorJá em alta maturidade, cheguei a ver modelos onde se a equipe estivesse desmotivada, o custo do projeto poderia aumentar em até 43%, já se a equipe estivesse motivada, o custo poderia ser reduzido em até 14%.
Mas… “o que é motivação?”

Em um resumo bem simplista podemos dizer que é “a pessoa querer fazer aquilo”, “alcançar aquele objetivo”, “fazer de tudo para consegui-lo”, enfim… ter garra.

Na nossa área de TI existem diversas formas de motivação.

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+ O que é produtividade? Por Washington Souza 10 November 2009 as 8:46 pm Nenhum comentário

Hoje se fala muito em produtividade, mas não são muitos o que realmente entendem o que é produtividade.
Se você chegar a um departamento de TI e pedir (como exemplo) uma lista classificada dos programadores mais produtivos, é quase certo que você não a terá. Isto acontece porque são poucas as empresas que realmente medem a produtividade de suas equipes, e isto ocorrerá em 90% dos casos.

A produtividade consiste em o que é produzido em um determinado tempo.

Em linhas de produção isso é mais tranqüilo, pois você consegue “ver”, “pegar” e “contar”. Fica mais fácil de comparar. Mas… e quando falamos de software?
Primeiramente, vamos a algumas perguntas:

  • Qual a produtividade de sua equipe?
  • Quais os 10 programadores mais produtivos?
  • O que você faria para entregar dentro do prazo um projeto crítico com uma parede*?
    *Parede: Data onde o sistema precisa necessariamente estar online, sob pena de multa.

Se você hesitou em responder a primeira pergunta, você acaba de descobrir uma excelente oportunidade para conhecer como sua equipe trabalha de fato. Isto será muito importante nas suas estimativas e especial no seu planejamento e venda.

Se você não consegue responder a segunda pergunta, ou a responde baseado em sua percepção (e não em números), é bom refletir e medir isto, o ganho será assustadoramente compensador.

Já a terceira pergunta… para respondê-la você DEVE ter feito a lição de casa das duas primeiras perguntas. Muitas empresas colocam os melhores programadores para ter certeza que vão entregar e assim, não pagar a multa. Bom… este é um bom caso de gestão de riscos, mas, você pode provavelmente economizar um bom dinheiro se simplesmente conhecer a produtividade de sua equipe, e assim, deslocar as pessoas certas para o projeto.

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+ Lista de empresas MPS.BR no Brasil Por Washington Souza 07 October 2009 as 1:40 pm 1 comentário

Olá pessoal. Atendendo a pedidos, resolvi criar também uma lista das empresas avaliadas no MPS.BR. A lista oficial pode ser encontrada no site da softex. Mais  de 160 empresas ja foram avaliadas e é muito bom saber que este número vem aumentando mais e mais a cada ano.
Lista atualizada até setembro de 2009

Empresa Nível Expira em
ACOL G abr.12
ACROPOLIS G dez.10
ACTTIVE G dez.10
ARTE INFORMÁTICA G mai.10
BANCO DO BRASIL G set.10
BRASÍLIA INFORMÁTICA G nov.09
BUFFON G jan.11
CABTEC G mai.12
CADSOFT G mai.12
CASNAV G jan.12
CFLEX G jan.11
CIONS G ago.10
CNP M G mai.11
CNX (Boreste) G jul.11
CONSINCO G ago.10
CONSULTBRASIL G jun.10
CSI G jan.11
CTIC/UFPA G dez.11
CYBERLYNXX G abr.11
CYONM G nov.10
DATA TRAFFIC G nov.09
DECISÃO G out.10
DIA SYSTEM G out.10
DIREÇÃO G abr.11
DLN (Prosperi) G jan.11
DOMÍNIO G fev.11
EDS ENGESOFT G jun.10
EDZA G nov.11
E-NOVAR G set.12
E-SERVICE G mar.11
ETEG G jun.10
FACILIT G mai.12
FORMATO G nov.10
FORTES G dez.09
FOSTER G abr.11
FOTOSENSORES G out.11
G4 SOLUTIONS G jan.12
GEO SYSTEM G nov.11
GUENKA G abr.10
HEURYS G out.10
HS TECNOLOGIA G mai.10
ILOG G jul.11
IMMEDIATE (ilegra immediate) G abr.11
INFORMAL INFORMÁTICA G mai.10
INFOX G mai.11
INSTITUTO RECÔNCAVO DE TECNOLOGIA G mai.12
INTEQ Systems G mai.10
INTERMÍDIA G set.12
iPIXEL G abr.11
iPROCESS G mar.11
IVIA G dez.09
JET G mar.12
JFM G dez.10
LEBRE G nov.11
LINKCOM G mar.11
LIVING G mai.10
LMR G out.10
LOGIC G jan.12
LUMIS G dez.11
MEGA G jan.11
MGN G dez.11
MIRANTE G dez.11
MULTI SOLUTION G dez.11
MV SISTEMAS G jun.10
NEUS G jun.10
NEXT MILLENIUM (Dualline) G jul.11
NST G ago.10
ONLINE G out.10
ORBISAT G abr.11
P&A INFORMÁTICA (Pinho) G nov.11
P&F INFORMÁTICA G out.10
PENTAGRAMA G mar.11
PHOEBUS G dez.11
POLARIS G dez.10
PROCENGE G dez.09
PRODABEL G jun.11
PRODACON G mai.11
PRODATA G nov.10
PROVIDER G jun.10
QUALIDADOS G nov.11
QUANTUM G mar.11
QX3 G jun.12
REZEK (Fácil) G mai.12
SEA G ago.10
SETA G dez.10
SILT G mar.12
SIMPLESTEC G dez.11
SINTEL G abr.11
SMARAPD G mar.12
SOCIN G mar.12
SOFIS G ago.12
SOFTCENTER G mar.10
SOFTDESIGN G ago.12
SOFTIUM G mai.10
SUPERA G mar.12
SYSDESIGN G mai.11
SYSPEC G out.10
TECNISYS G nov.10
TEKNISA G mai.10
TELES E TELES G jun.12
TEMA G abr.12
TREVISAN G mai.11
TRON G nov.10
TTY2000 G jun.10
UTILSOFT G ago.10
VERTIGO G set.10
VÍSENT / OSX G ago.10
W3S G mar.12
WORKERS G jul.12

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+ V Workshop Anual do MPS – WAMPS 2009 Por Washington Souza 04 October 2009 as 8:53 pm Nenhum comentário

Logo MPS.BRDe 19 à 22 de outubro a softex realizará o V Workshop Anual do MPS.

O evento ocorrerá na cidade de Campinas-SP no Hotel TRYP Campinas (by Sol Meliá). Você pode obter mais detalhes  aqui.

Esse Workshop tem por objetivo reunir os envolvidos e interessados na utilização e evolução tanto do Modelo MPS quanto do Programa MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro.

A programação completa pode ser vista aqui.

Será um evento muito bom, e se você mora no estado de São Paulo, não perca e se inscreva (as inscrições vão até dia 8). O custo para o evento completo é de R$ 400,00. Também serão ministrados diversos outros curso.

+ O que são VOC e VOB (voz do cliente e voz do processo)? Por Washington Souza 23 September 2009 as 7:57 pm Nenhum comentário

Os termos Voz do Cliente (VOC) e Voz do Processo (VOB) são muito comuns no Six Sigma e em alta maturidade são essenciais, mas… o que são eles?

A voz do cliente é utilizada para capturar o que seu cliente espera de um determinado processo, ou seja, o que ele considera bom. Lendo assim parece complicado, mas vamos facilitar.

Você montou uma equipe de atendimento de chamados e seu cliente definiu que cada atendimento deve ser resolvido em até 5 minutos em média. Estes “5 minutos” são a voz do cliente, isto, é o que seu cliente espera.

Você pode capturar a VOC através de várias formas como entrevistas, enquetes, pesquisas e similares.

Já a VOB é o que o seu processo consegue produzir. Ambos, VOC e VOB andam sempre juntos em um programa de melhoria como o Six Sigma.

Seguindo o mesmo caso, seu cliente quer que sua equipe realize os atendimentos em 5 minutos, mas após medir seu processo você descobre que seus atendimentos levam de 4.5 à 8 minutos. Esta variação é a voz do seu processo, ou seja a VOB.

Neste ponto você acabou de descobrir que raramente vai atender seu cliente, o que não é bom.

Você então precisará criar um projeto de melhoria que faça a variação do seu processo (atendimento de chamados) ter uma variação ali dentro dos 0 à 5 minutos. E com a variação que você tem, terá um bom trabalho pela frente.
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