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20 pontos para qualidade e melhoria de processos 27 February 2010 as 7:47 am por Washington Souza

Qualidade - Evolução do MAC - Melhoria contínua

1 – O compromisso com a qualidade se inicia na alta direção

  • As pessoas trabalham de acordo com o sistema
  • A direção prove a visão dos objetivos de negócio
  • A direção autoriza os recursos necessários e treinamento
  • A direção define as políticas
  • A direção revisa se os processos estão atendendo a qualidade esperada
  • Foco na qualidade representa o foco contínuo na melhoria de processos
  • O apoio da alta direção ajuda a criar melhorias duradouras

Conheça os papas da qualidade:

  • Shewhart (Gráfico de controle – PDCA)
  • Deming (14 pontos de Deming)
  • Juran (Principio de Pareto – Desempenho através de qualidade – Voz do Cliente)
  • Crosby (ITT – A base para o modelo CMMI)
  • Feigenbeum (GE – Controle total da qualidade)
  • Sarasohn & Protzman (Controle estatístico de qualidade nas empresas japonesas)
  • Ishikawa (Diagrama de espinha de peixe)
  • Taguchi (Loss Function)

2. Objetivos de qualidade e objetivos de negócio são parceiros, não adversários

  • O sucesso nos projetos (ou serviços) não significa abandonar a qualidade – é justamente o inverso
  • Uma boa qualidade (mensusável) é o verdadeiro fator que permite uma empresa cobrar mais e ainda assim permanecer no mercado e com boa imagem (Ex.: Volvo, Mercedes Bens, Prada, etc)

3. Qualidade é atender os requisitos E mostrar que o produto ou serviço irá atender o usuário (conforme definido)

  • Os produtos e serviços DEVEM atender os requisitos aprovados e nada mais
  • O produto DEVE funcionar no ambiente que foi definido para ele (simples não?)

4. Todo mundo precisa de treinamento

  • Todos os níveis precisam de treinamento
  • O conhecimento da equipe deve ser atualizado sempre
  • Necessidades de novos conhecimentos (normalmente estratégicos) precisam ser justificados e iniciados JÁ

5. Treine mais quando o orçamento for pequeno e o prazo apertado – Quando os bons tempos voltarem, sua equipe estará atualizada e pronta para os desafios

6. Faça disso um projeto pessoal

  • Tente novas idéias e técnicas nas diversas situações
  • Não tente culpar os outros pelo seu mau desempenho ou problemas de qualidade em seus produtos
  • Colete seus próprios dados e compare com os padrões de mercado
  • Crie sua base pessoal
  • Compartilhe seus dados com seus colegas

7. Audite para recuperar o controle, não para punir

  • Uma auditoria de qualidade é uma avaliação INDEPENDENTE de produtos ou processos para garantir aderência aos padrões, guias, especificações, qualidade e indicadores
  • Ajude o gerente de projetos a recuperar o controle do projeto (e mante-lo controlável)

8. Faça uso das revisões “controladas”

  • Revisões técnicas (peer review) são uma forma eficiente de medir a qualidade e performance dos produtos de trabalho
  • É a única técnica disponível para “testar” os produtos do ciclo de vida nos estágios iniciais do projeto
  • Revisões técnicas ajudam a reduzir o custo e tempo de testes
  • Revisões técnicas reduzem drasticamente o custo de manutenção (10:1 segundo estatísticas de 2007)

9. Faça com qualidade – pare de tentar testar fazer com qualidade

  • Testes é o método mais antigo para atingir um determinado nível de qualidade
  • Como o teste depende de o produto “estar pronto”, ele ocorre depois que um produto ou componente foi especificado, desenhado e construido.
  • Testes é um passo crítico para se conseguir qualidade, mas não basta – Um produto mal feito, não vai melhorar apenas com mais testes
  • Garantia de qualidade NÃO é teste!

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+ Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP e FDD) Por Washington Souza 01 February 2010 as 10:31 pm 4 comentários

O Scrum é compatível com o CMMI? Sim e não. A formalização requerida pelo modelo CMMI contrasta teóricamente com a agilidade no tempo de desenvolvimento de software.

Abordagens ágeis são criticadas devido ao fato de apresentarem muito pouco design de arquitetura e pouca documentação e quase nenhuma formalização. Abordagens rigorosas são criticadas por serem burocráticas e serem de difícil adaptação à mudança.

O modelo CMMI descreve “o que fazer”, enquanto a metodologia ágil, como o Scrum, descreve “o como fazer”. Isso não quer dizer que seja impossível adotá-las em conjunto. As práticas estabelecidas pelo CMMI não interferem em como devemos executá-las (conforme proposto por métodos ágeis).

O importante é entender o que o CMMI pode adaptar métodos ágeis a essa realidade sem perder o controle do CAOS, pois o CMMI é aberto a várias formas de interpretação e o modelo não desceve “o como fazer”.

Lembrando que você pode utilizar o Scrum com outras metodologias ágeis como o XP e FDD por exemplo. Abaixo pode ser vista uma tabela que mostra todas as áreas de processo do CMMI e quais são satisfeitas por cada uma dessas metodologias.

Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP, FDD)
Artigo original em Inovatividade

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+ O que eu preciso contratar obrigatoriamente para conseguir o CMMI? Por Washington Souza 26 January 2010 as 9:21 pm Nenhum comentário

O leitor Jorge Campos de Brasilia enviou a seguinte pergunta: “O que preciso contratar obrigatóriamente para conseguir o CMMI?” e “Quais os passos para chegar até o SCAMPI A?”.

Bom, a primeira pergunta é muito simples, precisa apenas do SCAMPI A. Simples, mais nada.
Na verdade, você pode pegar o modelo no site e implementar sozinho, pode elaborar os processos, templates, guias, treinar as pessoas, fazer uma análise interna e por ai… parece simples, mas, infelizmente não é.

A maioria das implementações sem direcionamento naufraga. Das poucas que vão pra frente, grande parte “reprova” no SCAMPI A. E menos de 10% consegue sucesso. O direcionamento apropriado vai lhe ajudar a realizar uma implementação que atenda ao modelo CMMI e traga resultados para sua organização. Além disso, esquece-se que a maior parte do custo de implementação é interna, mas ela é oculta.

Então… apesar de precisar apenas do SCAMPI A, faça o restante e procure um bom direcionamento.

A segunda pergunta é mais complicada pois depende muito de como a empresa esta atualmente. Se a empresa tem cultura de processos isso ajudará muito pois a resistência interna será bem menor. Aliás… resistência à processos é comum no Brasil, e temos que tentar reverter isso pois é uma das coisas que mais torna caros os programas de melhoria como CMMI ou MPS.BR.

Uma sugestão de passo a passo com macro atividades seria:
1.    GAP Analysis
2.    SPI
3.    Treinamento CMMI
4.    Elaboração de ativos (processos, templates,guias,etc)
5.    Data de corte
6.    CMMI em andamento
7.    SCAMPI B
8.    Ajustes em processos
9.    SCAMPI A

São 10* passos bem simples e os mais comuns, estes passos também tem um prazo comum, normalmente se usa 12 meses, mas isso pode ser reduzido com diversas ações que também são chamdas de aceleradores.
Tenho recebido várias perguntas e prometo responder todas. Se você tem alguma pergunta, dúvida ou sugestão escreva pra nós.

* O décimo é comemorar o resultado positivo  :o )
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+ Tutorial mini projeto parte 3 – Mudanças de escopo e impacto Por Washington Souza 14 January 2010 as 10:49 pm Nenhum comentário

Continuado a série de mini tutoriais de projeto, no ultimo post realizamos o dimensionamento do projeto e chegamos ao custo de R$ 8.400,00 em 210 horas.

Agora vamos compreender o impacto das mudanças.

Nota: Neste momento, você praticamente finalizou o projeto e esta validando-o com seu amigo.

Nosso projeto é uma pequena tela de cadastro de contatos e ao entrega-la ao seu cliente (seu amigo). Ele gosta tanto que mostra ao seu chefe, que também gosta muito do sistema e tem a idéia de implementar em toda empresa.

Você comenta que teria que fazer várias mudanças mas ele comenta que quer “do jeito que esta” não precisa mudar nada – Ele gostaria apenas que selecionasse a filial (ele tem 10 filiais) antes de ver os contatos. Esta solicitação vem junto com a frase “É fácil… é só uma tabelinha”.

Seguindo a mesma linha de dimensionamento que usamos, vamos então colocar:

+ Um arquivo interno
+ Uma entrada externa

O arquivo interno equivale à 10PFs e a entrada equivale à 4PFs, totalizando assim 14 pontos por função. Aplicando novamente a mesma produtividade utilizada anteriormente teremos 98 horas. Então podemos dizer que “a tabelinha” vai demandar mais 98h de trabalho em um projeto de 210h. Em outras palavras, seu amigo que já pagou R$ 8.400,00 pelo sistema terá que pagar mais R$ 3.920,00 por essa mudança.
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+ 15 dicas sobre gestão (e como decidir melhor) Por Francisco Silva 13 December 2009 as 8:25 pm 1 comentário

  1. Não suponha. Pergunte
  2. Não acredite cegamente… Verifique
  3. Analise os fatos sobre dados de fonte conhecida (e confiável). Conheça o histórico
  4. Utilizar cases como forma de decidir melhor
  5. Lembre-se que não dá para fazer um omelete sem quebrar os ovos
  6. Não prometa além de sua competência
  7. Use de referências. Crie paradigmas
  8. Não jogue com 100%
  9. Tenha sempre um plano B (para usa-lo quando necessário)
  10. Separe o crítico do importante. Inicie rápido pelo crítico
  11. Analise sempre os custos antes de tomar uma decisão
  12. Utilize indicadores históricos e de tendências
  13. Analise os impactos de mudanças
  14. Acredite mais do que os números te dizem do que o que as pessoas te dizem
  15. Faça isto rápido e decida. Acompanhe a decisão e corrija rotas

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+ Tutorial mini projeto parte 2 – Estimativa utilizando APF – Análise de pontos por função Por Washington Souza 10 December 2009 as 12:01 am 12 comentários

No post Tutorial mini projeto – o nascimento da idéia iniciamos um mini tutorial de um projeto.
Apenas relembrando, no final geramos a seguinte tela:

Tela do mini projeto

A tela foi aprovada e seu cliente (que é seu amigo) indaga:  ”Legal, é isso mesmo que eu quero. Quando você me entrega e quanto isso vai me custar?”

Você poderia responder essa pergunta de dois jeitos: Um, chutando, outro, fazendo uma estimativa de custo, prazo e esforço. Obviamente você opta pela segunda (certo?).

Bom… com a tela em mãos, vamos usar uma técnica de estimativa, existem várias, mas, vamos escolher APF – Análise de pontos por função.

Para efeito didático, vamos usar uma visão simplista do APF, mas é bom lembrar que a técnica é muito interessante e assertiva. Eu particularmente sempre recomendo o uso de APF.

Primeiramente existem 5 elementos* que podem ser contados em APF:

  • Entradas externas (EE)
  • Consultas externas (CE)
  • Saídas externas (SE)
  • Arquivos lógicos internos (ALI)
  • Arquivos lógicos externos (ALE)

sponsor* Vou deixar para vocês irem atrás do que é cada um

Existe uma tabela de pesos de cada elemento de APF por complexidade. Pra definir se algo é simples, médio ou complexo existem critérios, mas por ora, vamos definir que tudo é de complexidade média, assim facilitaremos nossa contagem. Veja o post completo →

+ 20 dicas sobre gestão … no seu dia-a-dia Por Francisco Silva 09 December 2009 as 8:00 am Nenhum comentário

  1. Busque a harmonia e o equilíbrio no ambiente e no seu dia
  2. Seja transparente, justo e coerente
  3. Não prometa além de sua competência
  4. Você é gestor, não um líder sindical
  5. Use de as referências e paradigmas em vigor
  6. Não suponha. Pergunte!
  7. Não jogue com 100%.
  8. Separe o crítico do importante. Inicie pelo crítico
  9. Nas negociações, lembre-se que existe inteligência do outro lado
  10. Particione as tarefas. É mais fácil gerenciar partes menores.
  11. Tenha controles. Trabalhe com indicadores. Acompanhe-os e proponha acões de melhoria
  12. Persiga metas desafiadoras e aceite mudanças
  13. Respeite as regras e orientações. Exija o mesmo da sua equipe
  14. Termine, conclua o que começou. Seja “acabativo”
  15. O sucesso de ontem não garante o sucesso de amanhã
  16. Tenha disciplina – dê exemplo – “Faça o que digo e faço”
  17. Delega-se atividades e tarefas mas não responsabilidades
  18. Seja um líder ao invés de um chefe
  19. Fale menos e faça mais – mostre resultados
  20. Gerencie como se o negócio fosse seu

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+ Tutorial mini projeto – O nascimento da idéia Por Washington Souza 07 December 2009 as 11:08 pm 2 comentários

Prólogo

O objetivo deste mini-tutorial é mostrar como se inicia um projeto.
Para facilitar o entendimento (e disseminar conhecimento) ele é focado na simplicidade, facilitando assim o entendimento.

A estimativa de tamanho em APF toma por base que todos os elementos são de complexidade média, todavia é importante vocês terem em mente que isto é apenas o início. Em se interessando procurem ler mais sobre estimativa, planejamento, desenvolvimento de requisitos e controle de mudanças – aos que estão iniciando com MPS.BR ou CMMI, este tutorial vai ajudar bastante nos primeiros níveis.

Tutorial Mini Projeto – O nascimento da idéia

Um amigo te liga e pede para você fazer uma visita pois ele precisa de um projeto, ele te fala que é bem simples e precisa apenas de um aplicativo para gerenciar seus contatos.

Chegando em seu escritório, a conversa começa e ele fala que tem mais de 1.000 contatos em uma agenda (papel mesmo) e que quer (e precisa) automatizar isso. Na sua cabeça você já percebe que terá uma tela (até agora).

Conversa vai, conversa vem, ele comenta que um grande problema que ele tem é que ele não consegue dizer de onde são os contatos. Ele comenta que se ele pudesse agrupar-los, isso o ajudaria muito.

Ele também comenta que gostaria que tudo ficasse em uma única tela, ele não gosta de ficar passeando de uma tela pra outra.

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+ Onde o CEP entra em alta maturidade? Por Washington Souza 17 November 2009 as 12:40 pm 1 comentário

Há alguns meses um amigo me pediu umas dicas, pois eles estavam implementando o nível do CMMI 4. Ele iniciou falando que eles estavam muito bem, pois já iniciaram fazendo  um curso de CEP (Controle estatístico de processos), focado nos gráficos de controle e com base neste curso eles mapearam os indicadores que eles precisavam para o nível 4 (!!??).

Ele queria saber se eles estavam indo no caminho certo.

Quando se fala em alta maturidade (CMMI Níveis 4 e 5 – MPS.BR níveis A e B) tenho visto uma enxurrada de treinamentos de CEP focasos exclusivamente no gráfico de controle, e até agora não vi nenhum de alta maturidade propriamente.

Voltando a conversa com meu amigo, ele me mostrou o que estavam fazendo, como estavam calculando desempenho e por ai. Ao final da conversa disse que tinha uma péssima notícia pra ele, pois a implementação dele que ele achava que tinha 90% pronto, não tinha nem 20%.

Este é um problema de entendimento dos modelos. O uso de CEP é essencial em alta maturidade, mas, seu uso correto resolve no máximo 30% do nível 4 (MPS.BR B). E seu uso é feito no final de uma implementação nível 4. O maior trabalho em alta maturidade (antes do nível 5) é a estabilização dos processos e montagem dos modelos. Estas duas atividades demandam um bom tempo.
Exemplo de gráfico de controle

Para ajudar, na maioria das implementações de alta maturidade, as empresas têm que refazer boa parte dos níveis 2 e 3 por não estarem preparados para os níveis superiores.

Então a dica que vai é: “O gráfico de controle é importantíssimo, mas no final da cadeia de implementação do nível 4”. Antes de entender o controle estatístico de processos e elaboração de modelos de desempenho faça uma simples verificação:

“Seus processos estão estáveis?”

Se eles não estiverem estáveis, então, você tem muito trabalho pela frente, pois a estabilização demanda ajustes, novas medições, novo processo de institucionalização e outras coisas. Em resumo, leva tempo.

Somente com seus processos estáveis, você poderá iniciar alta maturidade.
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+ O que é motivação e como ela influência na TI Por Washington Souza 12 November 2009 as 5:42 pm 1 comentário

Você já deve ter se perguntado algum dia: “Em quanto à motivação da equipe interfere no desempenho de um projeto?”

De acordo com diversas pesquisas, posso dizer com confiança que ela interfere muito mais do que você acredita. A motivação da sua equipe pode ser o limiar entre o sucesso ou o fracasso de um projeto.

Se sua equipe esta desmotivada, é praticamente certo que você terá problemas em seu projeto. Dois meses atrás um amigo me procurou pedindo ajuda, pois na empresa onde ele trabalha aconteceram diversas ações organizacionais que desmotivaram sua equipe e conseqüentemente o projeto começou a afundar e a produtividade caiu pela metade. “É como se estivessem jogando contra” indagou o mesmo.

Em outro caso de outra empresa, uma implementação CMMI ficou estacionada e não saia do lugar porque as equipes “não estavam nem ai para o CMMI”. Isto fez a empresa gastar CINCO vezes mais o que ela havia planejado para tirar o nível 2.

sponsorJá em alta maturidade, cheguei a ver modelos onde se a equipe estivesse desmotivada, o custo do projeto poderia aumentar em até 43%, já se a equipe estivesse motivada, o custo poderia ser reduzido em até 14%.
Mas… “o que é motivação?”

Em um resumo bem simplista podemos dizer que é “a pessoa querer fazer aquilo”, “alcançar aquele objetivo”, “fazer de tudo para consegui-lo”, enfim… ter garra.

Na nossa área de TI existem diversas formas de motivação.

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+ O que é produtividade? Por Washington Souza 10 November 2009 as 8:46 pm Nenhum comentário

Hoje se fala muito em produtividade, mas não são muitos o que realmente entendem o que é produtividade.
Se você chegar a um departamento de TI e pedir (como exemplo) uma lista classificada dos programadores mais produtivos, é quase certo que você não a terá. Isto acontece porque são poucas as empresas que realmente medem a produtividade de suas equipes, e isto ocorrerá em 90% dos casos.

A produtividade consiste em o que é produzido em um determinado tempo.

Em linhas de produção isso é mais tranqüilo, pois você consegue “ver”, “pegar” e “contar”. Fica mais fácil de comparar. Mas… e quando falamos de software?
Primeiramente, vamos a algumas perguntas:

  • Qual a produtividade de sua equipe?
  • Quais os 10 programadores mais produtivos?
  • O que você faria para entregar dentro do prazo um projeto crítico com uma parede*?
    *Parede: Data onde o sistema precisa necessariamente estar online, sob pena de multa.

Se você hesitou em responder a primeira pergunta, você acaba de descobrir uma excelente oportunidade para conhecer como sua equipe trabalha de fato. Isto será muito importante nas suas estimativas e especial no seu planejamento e venda.

Se você não consegue responder a segunda pergunta, ou a responde baseado em sua percepção (e não em números), é bom refletir e medir isto, o ganho será assustadoramente compensador.

Já a terceira pergunta… para respondê-la você DEVE ter feito a lição de casa das duas primeiras perguntas. Muitas empresas colocam os melhores programadores para ter certeza que vão entregar e assim, não pagar a multa. Bom… este é um bom caso de gestão de riscos, mas, você pode provavelmente economizar um bom dinheiro se simplesmente conhecer a produtividade de sua equipe, e assim, deslocar as pessoas certas para o projeto.

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+ V Workshop Anual do MPS – WAMPS 2009 Por Washington Souza 04 October 2009 as 8:53 pm Nenhum comentário

Logo MPS.BRDe 19 à 22 de outubro a softex realizará o V Workshop Anual do MPS.

O evento ocorrerá na cidade de Campinas-SP no Hotel TRYP Campinas (by Sol Meliá). Você pode obter mais detalhes  aqui.

Esse Workshop tem por objetivo reunir os envolvidos e interessados na utilização e evolução tanto do Modelo MPS quanto do Programa MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro.

A programação completa pode ser vista aqui.

Será um evento muito bom, e se você mora no estado de São Paulo, não perca e se inscreva (as inscrições vão até dia 8). O custo para o evento completo é de R$ 400,00. Também serão ministrados diversos outros curso.

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