
O termo “gestão de riscos” cobre muitos diferentes tipos de riscos, incluindo riscos estratégicos, riscos financeiros, riscos de reputações, riscos operacionais, riscos de projetos, riscos ambientais, riscos legais, riscos de contratos ou riscos técnicos, bem como governância corporativa, continuidade dos negócios e recuperação de desastres. Enquanto cada área dessas possui suas próprias linguagens, processos e técnicas, existem princípios que se aplicam a todas elas.
Isso pode ser chamado de “leis universais de gestão de riscos”.
A primeira lei de gestão de riscos é que o risco é incerteza. Um risco é alguma coisa no futuro que pode ou não ocorrer. Isso é vital para uma compreensão adequada de risco e sua gestão. Riscos não existem ainda, na verdade eles podiam nunca existir.
Eles são eventos futuros potenciais ou conjunto de circunstâncias ou condições. Isso os faz bem diferentes de coisas que aconteceram no passado ou que atualmente existem no presente. Eventos do passado e do presente podem ser analisados e mensurados, mas eventos futuros podem ser somente imaginados ou estimados. Um risco que pode ou não pode existir no futuro, não pode ser vivenciado diretamente antes dele acontecer. Isso faz que os riscos sejam diferentes dos pontos de atenção, problemas ou restrições.
Em todo tipo de gestão de riscos, o risco está no futuro, e herda a incerteza.
A segunda lei é que o risco importa. Se ele ocorre, o risco terá consequencias que o torna diferente em algum aspecto. Não é possível ter um risco inconsequente, por definição. Enquanto vários tipos de gestão de riscos enfatiza os diferentes tipos de consequencia, todos concordam que um risco deve afetar alguma coisa. Isso é porque riscos são fortemente ligados aos objetivos. Onde quer que em algum campo do esforço humano esteja tentando alcançar alguma coisa, é possível identificar incertezas que podem afetar as chances do sucesso.


O principio de Pareto também é muito conhecido como a regra dos 80/20 (alguns também falam de 70/30). Em resumo podemos dizer que:
O diagrama de
O histograma é uma ferramenta muito utilizada na estatística e apresenta uma representação gráfica da distribuição e frequência dos dados de uma determinada amostra. Normalmente é representado através de barras verticais.


Washington: Apesar de pouco utilizado na TI, o Six Sigma é um dos melhores meios para se implementar processos de melhoria em nossa área, pois ele segue um ciclo definido que vai desde a identificação do problema até a implementação de melhorias que vão afetar as causas reais dos problemas (ou oportunidades). Muitas empresas de TI “descobrem” o Six Sigma quando estão indo para os níveis de maturidade CMMI 4 ou MPS.Br B, isso porque estes níveis requerem um processo de melhoria quantitativo e não qualitativo como nos níveis anteriores.













