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O que é motivação e como ela influência na TI 12 November 2009 as 5:42 pm de Washington Souza

Você já deve ter se perguntado algum dia: “Em quanto à motivação da equipe interfere no desempenho de um projeto?”

De acordo com diversas pesquisas, posso dizer com confiança que ela interfere muito mais do que você acredita. A motivação da sua equipe pode ser o limiar entre o sucesso ou o fracasso de um projeto.

Se sua equipe esta desmotivada, é praticamente certo que você terá problemas em seu projeto. Dois meses atrás um amigo me procurou pedindo ajuda, pois na empresa onde ele trabalha aconteceram diversas ações organizacionais que desmotivaram sua equipe e conseqüentemente o projeto começou a afundar e a produtividade caiu pela metade. “É como se estivessem jogando contra” indagou o mesmo.

Em outro caso de outra empresa, uma implementação CMMI ficou estacionada e não saia do lugar porque as equipes “não estavam nem ai para o CMMI”. Isto fez a empresa gastar CINCO vezes mais o que ela havia planejado para tirar o nível 2.

sponsorJá em alta maturidade, cheguei a ver modelos onde se a equipe estivesse desmotivada, o custo do projeto poderia aumentar em até 43%, já se a equipe estivesse motivada, o custo poderia ser reduzido em até 14%.
Mas… “o que é motivação?”

Em um resumo bem simplista podemos dizer que é “a pessoa querer fazer aquilo”, “alcançar aquele objetivo”, “fazer de tudo para consegui-lo”, enfim… ter garra.

Na nossa área de TI existem diversas formas de motivação.

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+ O que é produtividade? Por Washington Souza 10 November 2009 as 8:46 pm Nenhum comentário

Hoje se fala muito em produtividade, mas não são muitos o que realmente entendem o que é produtividade.
Se você chegar a um departamento de TI e pedir (como exemplo) uma lista classificada dos programadores mais produtivos, é quase certo que você não a terá. Isto acontece porque são poucas as empresas que realmente medem a produtividade de suas equipes, e isto ocorrerá em 90% dos casos.

A produtividade consiste em o que é produzido em um determinado tempo.

Em linhas de produção isso é mais tranqüilo, pois você consegue “ver”, “pegar” e “contar”. Fica mais fácil de comparar. Mas… e quando falamos de software?
Primeiramente, vamos a algumas perguntas:

  • Qual a produtividade de sua equipe?
  • Quais os 10 programadores mais produtivos?
  • O que você faria para entregar dentro do prazo um projeto crítico com uma parede*?
    *Parede: Data onde o sistema precisa necessariamente estar online, sob pena de multa.

Se você hesitou em responder a primeira pergunta, você acaba de descobrir uma excelente oportunidade para conhecer como sua equipe trabalha de fato. Isto será muito importante nas suas estimativas e especial no seu planejamento e venda.

Se você não consegue responder a segunda pergunta, ou a responde baseado em sua percepção (e não em números), é bom refletir e medir isto, o ganho será assustadoramente compensador.

Já a terceira pergunta… para respondê-la você DEVE ter feito a lição de casa das duas primeiras perguntas. Muitas empresas colocam os melhores programadores para ter certeza que vão entregar e assim, não pagar a multa. Bom… este é um bom caso de gestão de riscos, mas, você pode provavelmente economizar um bom dinheiro se simplesmente conhecer a produtividade de sua equipe, e assim, deslocar as pessoas certas para o projeto.

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+ O que são VOC e VOB (voz do cliente e voz do processo)? Por Washington Souza 23 September 2009 as 7:57 pm Nenhum comentário

Os termos Voz do Cliente (VOC) e Voz do Processo (VOB) são muito comuns no Six Sigma e em alta maturidade são essenciais, mas… o que são eles?

A voz do cliente é utilizada para capturar o que seu cliente espera de um determinado processo, ou seja, o que ele considera bom. Lendo assim parece complicado, mas vamos facilitar.

Você montou uma equipe de atendimento de chamados e seu cliente definiu que cada atendimento deve ser resolvido em até 5 minutos em média. Estes “5 minutos” são a voz do cliente, isto, é o que seu cliente espera.

Você pode capturar a VOC através de várias formas como entrevistas, enquetes, pesquisas e similares.

Já a VOB é o que o seu processo consegue produzir. Ambos, VOC e VOB andam sempre juntos em um programa de melhoria como o Six Sigma.

Seguindo o mesmo caso, seu cliente quer que sua equipe realize os atendimentos em 5 minutos, mas após medir seu processo você descobre que seus atendimentos levam de 4.5 à 8 minutos. Esta variação é a voz do seu processo, ou seja a VOB.

Neste ponto você acabou de descobrir que raramente vai atender seu cliente, o que não é bom.

Você então precisará criar um projeto de melhoria que faça a variação do seu processo (atendimento de chamados) ter uma variação ali dentro dos 0 à 5 minutos. E com a variação que você tem, terá um bom trabalho pela frente.
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+ O que é o EPG e como ele é montado? Por Washington Souza 06 July 2009 as 3:08 am 1 comentário

Algumas dúvidas comuns são:
O que é o EPG?
Como montar um EPG?
Como é composto o EPG?

Bom, primeiramente, o EPG significa Engineering Software Group. Muitos ainda chamam de SEPG, o que não é errado, mas a terminologia nova é sem o “S”

O EPG é responsável pela definição e manutenção dos processos da organização. Recomenda-se que seus membros possuam profundos conhecimentos em engenharia de software e na própria organização.
O EPG deve ter um responsável que normalment é chamado de “EPG Leader”.

O diagrama abaixo demonstra como um EPG é tipicamente composto:

Cada uma destas áreas deve:
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+ O que é CMMI II (de um jeito simples e fácil) Por Washington Souza 05 July 2009 as 12:05 am Nenhum comentário

Olá, atendendo ao pedido do nosso leitor Tony, resolvemos criar um post que explica de um jeito mais fácil o que é o CMMI.

CMMI Nível 1

Antes de mais nada, não existe avaliação CMMI nível 1, mas esta é uma classificação que pode ser dada a toda empresa que não foi avaliada em um nível de maturidade CMMI.
É o que é feito na maioria das empresas, requisitos entram e o produto sai, mas não se sabe ao certo como ele saiu e o que foi necessário para conseguir isto.

CMMI Nível 2

O CMMI nível 2 implementa a Gestão (PMI pode ajudar muito nesta fase). Neste ponto, cria-se o plano de projeto e os projetos são tocados de forma organizada e sistematizada. Você começa a medir as coisas e analisar o desempenho, assim as decisões são tomadas com mais embasamento. Gestão é a palavra chave do CMMI nível 2.

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+ 101 dicas para implementação do CMMI nível 3 – Parte I Por Washington Souza 13 May 2009 as 2:52 am 2 comentários

DAR – Análise de decisão e resolução

101 dicas para o CMMI nivel 31. Crie um guia para orientar as tomadas de decisões formais
2. Crie critérios que definam quando um processo de decisão formal deve ser realizado
3. Defina critérios para a seleção de alternativas
4. Identifique as soluções alternativas
5. Analise o que normalmente é feito em processos similares
6. Defina claramente o método que será utilizado para análise das alternativas
7. Nunca, jamais se esqueça de analisar as alternativas e documentar esta análise
8. Analise os riscos associados a escolha ou não de uma solução
9. Documente todo o processo de decisão formal
10. Mantenha os dados em gestão de conhecimento para consulta posterior

IPM – Gerenciamento integrado de projeto

11. Tenha uma base de processos
12. Mantenha uma base de melhores documentos, lições aprendidas, modelos, templates e outros
13. Mantenha um plano integrado de trabalho que contemple as atividades de outros grupos bem como previsão de alocação
14. Crie planos que definam como conflitos serão tratados
15. Defina critérios de entrada e saída para as atividades
16. Utilize os planos integrados para o gerenciamento do projeto (um plano de gerenciamento de projeto pode lhe ajudar bastante)
17. Periodicamente atualize a base de conhecimento da organização
18. Mantenha um canal para entrada de sugestões
19. Periodicamente avalie as sugestões e forneça feedback de como estão as sugestões
20. Defina o envolvimento dos stakeholders e comunique-os de suas responsabilidades
21. Identifique e gerencie as dependências e compromissos do projeto
22. Documente ações preventivas e/ou corretivas quando necessário

OPD – Definição do processo organizacional

23. Crie padrões para definição de processos
24. Documente os processos
25. Elabore uma matriz contendo os processos, produtos, atividades e responsabilidades
26. Documente o relacionamento entre os processos e produtos
27. Defina SDLC’s para os principais produtos e serviços
28. Defina critérios para tailoring dos processos quando necessário
29. Documente os processos tailoring dos projetos (quando necessário)
30. Mantenha uma base de medições
31. Periodicamente verifique se há necessidades de ajustes nos processos
32. Estabeleça padrões de infra-estrutura e ativos de processo de acordo com o papel
33. Realize revisão entre pares sempre que houver alterações nos processos
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+ Porque estimativas são tão importantes em TI? Por Washington Souza 11 May 2009 as 11:41 pm 2 comentários

Porque estimativas são tão importantes? Cronograma exemplo de projeto de TI

Vejamos como cada um na equipe enxerga o tempo para se fazer este micro-projeto

Escopo
- Administração de usuário com (operações padrão + login)
- Administração de grupos (operações padrão + associação)
- Permissões (operações padrão + associação)

Estimativas
- Programador: 16h
- Analista Programador: 24h
- Analista de Sistemas: 32h
- Gerente de projetos: 40h Veja as diferenças.

Quando apresentamos as estimativas à cada um deles as explicações foram:
- Programador: “Realmente, esqueci que tem o levantamento, especificação, validação, etc”
- Analista programador: “Tem mais algumas coisinhas pra se fazer, mas acho que mais uns 2 ou 4 dias resolve”
- Analista de Sistemas: “Já tá tudo lá, se tiver mais alguma coisa resolver em um dia. Coloca dois pra garantir”
- Gerente de projetos: “Acredito que esta correto, estimei com APF (análise de pontos por função)” Reparem que apenas o gerente do projeto teve segurança em sua estimativa. Os outros quando questionados mudaram suas opiniões – ah, este caso é real.
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