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Voce conhece o SPIN? 18 May 2010 as 11:22 pm de Washington Souza

O SPIN – Software Process Improvement Network – é uma rede composta por pessoas interessadas em conhecer e promover o aperfeiçoamento das práticas de Engenharia de Software. Ele foi originalmente proposto pelo SEI.

Os SPINs se organizam geográficamente e promovem reuniões periódicas visando a troca de experiências em programas de melhoria de processo de software tais como CMMI, MPS.Br, Six Sigma, PMI entre outros. Nestas reuniões há palestras, mini-cursos e divulgação de resultados. Assim como o Blog CMMI, os SPINs querem ajudar a disseminar a engenharia de software e aperfeiçoar nosso mercado de TI como um todo.

Próximo encontro SPIN SP Leia o post completo →

+ Blog CMMI com novidades! Por Washington Souza 09 May 2010 as 7:10 pm Nenhum comentário

Olá pessoal, vocês devem ter percebido que nas ultimas semanas o Blog CMMI teve muitas novidades.

As listas de “Avaliações CMMI” e “avaliações MPS.Br” foram atualizadas. Vamos tentar deixa-las o mais atualizadas possível. Se você sabe de alguma empresa que não consta na lista por favor nos avise. Atendendo a uma  enxurrada de pedidos, também colocamos uma lista com 10 dicas para ajudar a acompanhar seus fornecedores “certificados”.

Os guias e modelos de do CMMI e do MPS.Br foram disponibilizados em uma página dedicada.

Também temos uma enquete que será atualizada semanalmente, participe!

E por último, agora você também pode nos acompanhar através do twitter ou Google Friend Connect.

Em breve teremos uma página dedicada para bons livros sobre os assuntos aqui abordados.

Ah… antes que eu me esqueça, comentem o que gostariam que fosse abordado aqui no site.

+ OBA! Quero ser gerente de projetos! Por Washington Souza 03 May 2010 as 9:16 pm Nenhum comentário

O título do artigo pode parecer debochado demais, porém infelizmente tenho visto esse tipo de situação que me assusta.

A cerca de quatro ou 5 anos, eu trabalhava como Gerente de Projeto em um grande banco.
Uma colega certo dia me perguntou se eu tinha algum livro de MS-Project. Levei alguns livros e perguntei o porquê do interesse.

Tomei um grande susto! A resposta não poderia ser mais peculiar. Oras!!! Quero aprender a usar o MS-Project pra virar gerente de projetos!!

Como diz o Galvão Bueno…. Bem amigos…. Qual o resultado?? A referida colega entrou num curso preparatório de certificação, “rachou” de estudar e tirou a certificação.? Preparou um belo curriculum enfeitado e voilá… Eis que foi admitida como Gerente de Projetos numa grande empresa de Telecom. E o melhor, com um salário que é aproximadamente um quarto do que ganha um Gerente de Projetos.

Percebe-se nitidamente um movimento no mercado corporativo onde pessoas das mais variadas formações desejam ser “Gerentes de Projeto”.

“Ora, tem status, cartão de visita com o cargo. É muito bom!!”. Parece brincadeira mas ouvi isso em vários cursos que ministrei sobre Gerenciamento de Projetos.

O que percebo é um totalmente desconhecimento acerca do Gerenciamento de Projetos no mercado. ?É comum vermos anúncios de vagas para Gerente onde se pede na verdade um Líder Técnico ou um Analista com conhecimentos de Gerenciamento.

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+ Como avaliar se meus fornecedores seguem CMMI/MPS.Br? Por Washington Souza 29 April 2010 as 5:00 am Nenhum comentário

Olá, tenho recebido muitas mensagens perguntando como avaliar fornecedores que “usam CMMI”. Recebi e-mails com perguntas como:

“… Selecionamos três fornecedores que possuem certificação CMMI… Gostaria de algumas dicas do que podemos fazer para garantir que eles usam o CMMI…”
“… Como posso verificar que meu fornecedor segue o CMMI?”
“… o que meus fornecedores precisam fazer para estarem aderentes ao CMMI…”

Foram várias mensagens, mas a pergunta é praticamente a mesma: “Como avalio meus fornecedores CMMI/MPS.Br?”

Antes de mais nada, temos que lembrar que modelos como CMMI e MPS.Br nada mais são do que um conjunto de boas práticas e recomendações em gestão e engenharia de software. Um nível é atribuído quando uma empresa mostra (de forma independente e oficial) que executa determinadas práticas.

Atendendo aos diversos pedidos, montamos uma lista com 10 coisas que você (como cliente) pode analisar e verificar em seus fornecedores.

  • Empresas CMMI 2 praticam os 7 primeiros itens
  • Empresas CMMI 3 praticam os 9 primeiros itens
  • Empresas CMMI 4 ou 5 praticam todos os itens

10 dicas do que verificar em seus fornecedores sobre CMMI e MPS.Br

1. Você recebe a equipe “que paga”?

Segundo os modelos, cada profissional deve estar apto para executar suas atividades. Entende-se por “apto” que ele possui todo conhecimento e capacitação necessários (obvio, não?). Porém, em muitas empresas isso não acontece.

Você tem certeza de que aqueles cinco programadores java “plenos” são mesmo plenos (e Java)?

Outra coisa que atrapalha muito nos projetos é a rotatividade, pois é certo que seu fornecedor não vai ter alguém na “prateleira” com o mesmo perfil e capacitação que a pessoa que saiu. Se seu projeto troca de analista toda hora, seguramente você terá problemas em breve. Isto atrapalha tanto você quanto seu fornecedor, mas, normalmente ele não vê isso como problema.

A regra é simples, se você pagou por x plenos, y seniores e z juniores, o fornecedor deve te disponibilizar estes profissionais.

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+ Ata de reunião: registros são importantes, mesmo quando informais Por Washington Souza 04 April 2010 as 7:40 pm Nenhum comentário

Sejamos sinceros! Fazer registros de reuniões e distribuí-los entre os participantes é uma tarefa nada empolgante. Para muitos é mera formalidade e não possui utilidade alguma. Não são em todas reuniões que faço registros como sugerido no Efetividade, em algumas apenas anoto as pendência e já saio me dedicando a elas, entretanto tem sido cada maior o número de reuniões que venho registrando. Principalmente porque encontrei uma forma bastante ágil de fazê-lo e que para mim tem sido muito útil.

Nas reuniões que conduzo, gosto muito de utilizar o quadro para fazer anotações das idéias e pontos importantes que surgem durante a reunião. É uma forma de garantir que não sejam esquecidos e também permite que todos presentes acompanhem visualmente a evolução da reunião. O que traz uma série de vantagens:

  • Quando registro alguma idéia no quadro, os participantes validam na hora se minha percepção é fiel a idéia apresentada;
  • No quadro é possível fazer desenhos, setas e rabiscos em diferentes cores, o que além de trazer uma melhor organização, dá uma certa dinâmica a reunião;
  • Este dias ouvi uma piada em que Moisés alertava a Deus que se os 10 mandamentos fossem representados com diagramas e não leis textuais, talvez a humanidade tivesse os compreendido. Certas coisas são difícieis de transmitir em um texto, rabiscos e desenhos no quadro são muito representativos e podem transmitir algumas coisas com mais facilidade.

Porém muitas das informações representadas no quadro são perdidas nas atas formais. Talvez sejam necessário 3 parágrafos para detalhar uma idéia rabisca às pressa em uma lousa…

Hoje, graças ao advento das câmeras digitais é possível tirar fotos e em poucos minutos anexá-las em um documento e repassar aos participantes. Mesmo com celulares já é possível tirar fotos boas que permitam a releitura do quadro construído durante a reunão. Acreditem, voltar os olhos para uma foto do esquema original, criado para organizar as idéias, pode resgatar muitas informações que uma ata textual talvez não conseguiria! Fazendo uso deste recurso otimizei bastante meus registros.

Atualmente registro os participantes, local, objetivo e tópicos os mais importantes. Faço isso de uma forma bem branda, pois anexo as foto na ata. Dessa forma não há necessidade de digitar todos detalhes, uma vez que durante a reunião os tópicos importantes vão para o quadro e a foto traz um resumo bastante significativo sobre cada um.

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Exemplo: Cópia tirada uma aula

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+ 20 pontos para qualidade e melhoria de processos Por Washington Souza 27 February 2010 as 7:47 am Nenhum comentário

Qualidade - Evolução do MAC - Melhoria contínua

1 – O compromisso com a qualidade se inicia na alta direção

  • As pessoas trabalham de acordo com o sistema
  • A direção prove a visão dos objetivos de negócio
  • A direção autoriza os recursos necessários e treinamento
  • A direção define as políticas
  • A direção revisa se os processos estão atendendo a qualidade esperada
  • Foco na qualidade representa o foco contínuo na melhoria de processos
  • O apoio da alta direção ajuda a criar melhorias duradouras

Conheça os papas da qualidade:

  • Shewhart (Gráfico de controle – PDCA)
  • Deming (14 pontos de Deming)
  • Juran (Principio de Pareto – Desempenho através de qualidade – Voz do Cliente)
  • Crosby (ITT – A base para o modelo CMMI)
  • Feigenbeum (GE – Controle total da qualidade)
  • Sarasohn & Protzman (Controle estatístico de qualidade nas empresas japonesas)
  • Ishikawa (Diagrama de espinha de peixe)
  • Taguchi (Loss Function)

2. Objetivos de qualidade e objetivos de negócio são parceiros, não adversários

  • O sucesso nos projetos (ou serviços) não significa abandonar a qualidade – é justamente o inverso
  • Uma boa qualidade (mensusável) é o verdadeiro fator que permite uma empresa cobrar mais e ainda assim permanecer no mercado e com boa imagem (Ex.: Volvo, Mercedes Bens, Prada, etc)

3. Qualidade é atender os requisitos E mostrar que o produto ou serviço irá atender o usuário (conforme definido)

  • Os produtos e serviços DEVEM atender os requisitos aprovados e nada mais
  • O produto DEVE funcionar no ambiente que foi definido para ele (simples não?)

4. Todo mundo precisa de treinamento

  • Todos os níveis precisam de treinamento
  • O conhecimento da equipe deve ser atualizado sempre
  • Necessidades de novos conhecimentos (normalmente estratégicos) precisam ser justificados e iniciados JÁ

5. Treine mais quando o orçamento for pequeno e o prazo apertado – Quando os bons tempos voltarem, sua equipe estará atualizada e pronta para os desafios

6. Faça disso um projeto pessoal

  • Tente novas idéias e técnicas nas diversas situações
  • Não tente culpar os outros pelo seu mau desempenho ou problemas de qualidade em seus produtos
  • Colete seus próprios dados e compare com os padrões de mercado
  • Crie sua base pessoal
  • Compartilhe seus dados com seus colegas

7. Audite para recuperar o controle, não para punir

  • Uma auditoria de qualidade é uma avaliação INDEPENDENTE de produtos ou processos para garantir aderência aos padrões, guias, especificações, qualidade e indicadores
  • Ajude o gerente de projetos a recuperar o controle do projeto (e mante-lo controlável)

8. Faça uso das revisões “controladas”

  • Revisões técnicas (peer review) são uma forma eficiente de medir a qualidade e performance dos produtos de trabalho
  • É a única técnica disponível para “testar” os produtos do ciclo de vida nos estágios iniciais do projeto
  • Revisões técnicas ajudam a reduzir o custo e tempo de testes
  • Revisões técnicas reduzem drasticamente o custo de manutenção (10:1 segundo estatísticas de 2007)

9. Faça com qualidade – pare de tentar testar fazer com qualidade

  • Testes é o método mais antigo para atingir um determinado nível de qualidade
  • Como o teste depende de o produto “estar pronto”, ele ocorre depois que um produto ou componente foi especificado, desenhado e construido.
  • Testes é um passo crítico para se conseguir qualidade, mas não basta – Um produto mal feito, não vai melhorar apenas com mais testes
  • Garantia de qualidade NÃO é teste!

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+ O que eu preciso contratar obrigatoriamente para conseguir o CMMI? Por Washington Souza 26 January 2010 as 9:21 pm Nenhum comentário

O leitor Jorge Campos de Brasilia enviou a seguinte pergunta: “O que preciso contratar obrigatóriamente para conseguir o CMMI?” e “Quais os passos para chegar até o SCAMPI A?”.

Bom, a primeira pergunta é muito simples, precisa apenas do SCAMPI A. Simples, mais nada.
Na verdade, você pode pegar o modelo no site e implementar sozinho, pode elaborar os processos, templates, guias, treinar as pessoas, fazer uma análise interna e por ai… parece simples, mas, infelizmente não é.

A maioria das implementações sem direcionamento naufraga. Das poucas que vão pra frente, grande parte “reprova” no SCAMPI A. E menos de 10% consegue sucesso. O direcionamento apropriado vai lhe ajudar a realizar uma implementação que atenda ao modelo CMMI e traga resultados para sua organização. Além disso, esquece-se que a maior parte do custo de implementação é interna, mas ela é oculta.

Então… apesar de precisar apenas do SCAMPI A, faça o restante e procure um bom direcionamento.

A segunda pergunta é mais complicada pois depende muito de como a empresa esta atualmente. Se a empresa tem cultura de processos isso ajudará muito pois a resistência interna será bem menor. Aliás… resistência à processos é comum no Brasil, e temos que tentar reverter isso pois é uma das coisas que mais torna caros os programas de melhoria como CMMI ou MPS.BR.

Uma sugestão de passo a passo com macro atividades seria:
1.    GAP Analysis
2.    SPI
3.    Treinamento CMMI
4.    Elaboração de ativos (processos, templates,guias,etc)
5.    Data de corte
6.    CMMI em andamento
7.    SCAMPI B
8.    Ajustes em processos
9.    SCAMPI A

São 10* passos bem simples e os mais comuns, estes passos também tem um prazo comum, normalmente se usa 12 meses, mas isso pode ser reduzido com diversas ações que também são chamdas de aceleradores.
Tenho recebido várias perguntas e prometo responder todas. Se você tem alguma pergunta, dúvida ou sugestão escreva pra nós.

* O décimo é comemorar o resultado positivo  :o )
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+ Tutorial mini projeto parte 2 – Estimativa utilizando APF – Análise de pontos por função Por Washington Souza 10 December 2009 as 12:01 am 9 comentários

No post Tutorial mini projeto – o nascimento da idéia iniciamos um mini tutorial de um projeto.
Apenas relembrando, no final geramos a seguinte tela:

Tela do mini projeto

A tela foi aprovada e seu cliente (que é seu amigo) indaga:  ”Legal, é isso mesmo que eu quero. Quando você me entrega e quanto isso vai me custar?”

Você poderia responder essa pergunta de dois jeitos: Um, chutando, outro, fazendo uma estimativa de custo, prazo e esforço. Obviamente você opta pela segunda (certo?).

Bom… com a tela em mãos, vamos usar uma técnica de estimativa, existem várias, mas, vamos escolher APF – Análise de pontos por função.

Para efeito didático, vamos usar uma visão simplista do APF, mas é bom lembrar que a técnica é muito interessante e assertiva. Eu particularmente sempre recomendo o uso de APF.

Primeiramente existem 5 elementos* que podem ser contados em APF:

  • Entradas externas (EE)
  • Consultas externas (CE)
  • Saídas externas (SE)
  • Arquivos lógicos internos (ALI)
  • Arquivos lógicos externos (ALE)

sponsor* Vou deixar para vocês irem atrás do que é cada um

Existe uma tabela de pesos de cada elemento de APF por complexidade. Pra definir se algo é simples, médio ou complexo existem critérios, mas por ora, vamos definir que tudo é de complexidade média, assim facilitaremos nossa contagem. Veja o post completo →

+ O que é motivação e como ela influência na TI Por Washington Souza 12 November 2009 as 5:42 pm 1 comentário

Você já deve ter se perguntado algum dia: “Em quanto à motivação da equipe interfere no desempenho de um projeto?”

De acordo com diversas pesquisas, posso dizer com confiança que ela interfere muito mais do que você acredita. A motivação da sua equipe pode ser o limiar entre o sucesso ou o fracasso de um projeto.

Se sua equipe esta desmotivada, é praticamente certo que você terá problemas em seu projeto. Dois meses atrás um amigo me procurou pedindo ajuda, pois na empresa onde ele trabalha aconteceram diversas ações organizacionais que desmotivaram sua equipe e conseqüentemente o projeto começou a afundar e a produtividade caiu pela metade. “É como se estivessem jogando contra” indagou o mesmo.

Em outro caso de outra empresa, uma implementação CMMI ficou estacionada e não saia do lugar porque as equipes “não estavam nem ai para o CMMI”. Isto fez a empresa gastar CINCO vezes mais o que ela havia planejado para tirar o nível 2.

sponsorJá em alta maturidade, cheguei a ver modelos onde se a equipe estivesse desmotivada, o custo do projeto poderia aumentar em até 43%, já se a equipe estivesse motivada, o custo poderia ser reduzido em até 14%.
Mas… “o que é motivação?”

Em um resumo bem simplista podemos dizer que é “a pessoa querer fazer aquilo”, “alcançar aquele objetivo”, “fazer de tudo para consegui-lo”, enfim… ter garra.

Na nossa área de TI existem diversas formas de motivação.

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+ O que é produtividade? Por Washington Souza 10 November 2009 as 8:46 pm Nenhum comentário

Hoje se fala muito em produtividade, mas não são muitos o que realmente entendem o que é produtividade.
Se você chegar a um departamento de TI e pedir (como exemplo) uma lista classificada dos programadores mais produtivos, é quase certo que você não a terá. Isto acontece porque são poucas as empresas que realmente medem a produtividade de suas equipes, e isto ocorrerá em 90% dos casos.

A produtividade consiste em o que é produzido em um determinado tempo.

Em linhas de produção isso é mais tranqüilo, pois você consegue “ver”, “pegar” e “contar”. Fica mais fácil de comparar. Mas… e quando falamos de software?
Primeiramente, vamos a algumas perguntas:

  • Qual a produtividade de sua equipe?
  • Quais os 10 programadores mais produtivos?
  • O que você faria para entregar dentro do prazo um projeto crítico com uma parede*?
    *Parede: Data onde o sistema precisa necessariamente estar online, sob pena de multa.

Se você hesitou em responder a primeira pergunta, você acaba de descobrir uma excelente oportunidade para conhecer como sua equipe trabalha de fato. Isto será muito importante nas suas estimativas e especial no seu planejamento e venda.

Se você não consegue responder a segunda pergunta, ou a responde baseado em sua percepção (e não em números), é bom refletir e medir isto, o ganho será assustadoramente compensador.

Já a terceira pergunta… para respondê-la você DEVE ter feito a lição de casa das duas primeiras perguntas. Muitas empresas colocam os melhores programadores para ter certeza que vão entregar e assim, não pagar a multa. Bom… este é um bom caso de gestão de riscos, mas, você pode provavelmente economizar um bom dinheiro se simplesmente conhecer a produtividade de sua equipe, e assim, deslocar as pessoas certas para o projeto.

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+ V Workshop Anual do MPS – WAMPS 2009 Por Washington Souza 04 October 2009 as 8:53 pm Nenhum comentário

Logo MPS.BRDe 19 à 22 de outubro a softex realizará o V Workshop Anual do MPS.

O evento ocorrerá na cidade de Campinas-SP no Hotel TRYP Campinas (by Sol Meliá). Você pode obter mais detalhes  aqui.

Esse Workshop tem por objetivo reunir os envolvidos e interessados na utilização e evolução tanto do Modelo MPS quanto do Programa MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro.

A programação completa pode ser vista aqui.

Será um evento muito bom, e se você mora no estado de São Paulo, não perca e se inscreva (as inscrições vão até dia 8). O custo para o evento completo é de R$ 400,00. Também serão ministrados diversos outros curso.

+ Como analisar a produtividade da equipe? Por Washington Souza 15 September 2009 as 8:11 am Nenhum comentário

ProdutividadeO caso a seguir aconteceu no mesmo projeto do post “Qualidade custa mais?”.

Hoje em dia muitos falam sobre produtividade, mas compreender o que é de fato produtivo é algo bem complexo.

Naquele projeto, fiz um experimento interessante.
Tínhamos dois analistas programadores muito bons, o Primeiro (Leandro) era conhecido na empresa como um dos mais rápidos. Passei para ele um programa de 20h (programa A). Ele terminou o programa em aproximadamente 7h (35% do tempo).

A segunda analista programadora (Eline) também era conhecida como muito boa, mas não tão boa quanto o Leandro. Passei para ela um programa de 16h (programa B). Ela terminou o programa em aproximadamente 11h (68%).
Se você tivesse que premiar alguém, quem você premiaria? Olhando esses números você não tem dúvidas de quem é o melhor, certo?

Esta é a análise feita pela maioria das pessoas, mas… (há sempre um mas) os programas foram para a área de testes.

Quando retornaram da área de testes o programa A necessitava de várias correções e ajustes, já o programa B praticamente não teve erro.

Nas idas e vindas do programa A, utilizou-se mais 9h, ou seja, o programa dele não foi finalizado em 7h e sim em 16h.

Agora vamos refazer a análise.

  • Leandro – utilizou 80% do tempo
  • Eline – utilizou 68% do tempo

Agora você pode responder aquela pergunta sem com mais embasamento.

Ambos tiveram uma produtividade excelente, mas analisando os dados da forma correta, consegue-se ver quem foi o mais eficiente quem teve a melhor produtividade naquele projeto.

Enfim, como dito, a primeira análise é a mais comum (e equivocada), mas devemos sempre avaliar todo o ciclo para ter certeza de que estamos avaliando o processo da forma correta.
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