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CMMI em português! 31 May 2010 as 6:17 pm de Washington Souza

O SEI acaba de liberar a tão aguardada versão em português do CMMI para Desenvolvimento 1.2 (CMMI DEV 1.2)

Os trabalhos de tradução foram realizados pelo CPqD com investimento do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia e apoio da ISD que fez a revisão independente da tradução.

CMMI para Desenvolvimento (CMMI-DEV), versão 1.2 é uma evolução do CMMI-SE/SW/IPPD/SS, versão 1.1. O objetivo da versão 1.2 do CMMI é melhorar a qualidade dos produtos CMMI e a coerência da forma como eles são aplicados. Este relatório constitui a parte da Suite de Produtos CMMI referente ao modelo. Outras partes da Suite de Produtos CMMI incluem o método de avaliação SCAMPI A e o material de treinamento do curso Introdução ao CMMI.

Esta versão do CMMI inclui o conceito de “constelações CMMI”. Uma constelação é um conjunto de componentes CMMI concebidos para satisfazer as necessidades de uma área de interesse específica. Uma constelação pode ser utilizada para construir um ou mais modelos CMMI relacionados e documentos de avaliação e materiais de treinamento relacionados. CMMI para Desenvolvimento é a primeira dessas constelações.

Este relatório contém os dois modelos que compõem a constelação do CMMI para Desenvolvimento: o CMMI para Desenvolvimento +IPPD e o CMMI para o Desenvolvimento, sem IPPD. O relatório é constituído por três partes. A primeira apresenta a visão geral, que descreve os conceitos do CMMI, os componentes do modelo e orientações sobre a utilização da Suite de Produtos CMMI. A segunda parte contem as metas e práticas genéricas e as áreas de processo, que são utilizados pelas organizações para melhorar seus processos de desenvolvimento. Aterceira parte contém referências, acrônimos, relação dos participantes do projeto e glossário.

O arquivo esta em nossa sessão Modelos, mas você também pode baixa-lo no link abaixo:

Download do CMMI em português

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+ Usando a PA de decisão formal (DAR) de uma forma prática Por Washington Souza 25 May 2010 as 8:26 pm Nenhum comentário

Vamos falar de uma área de processo pouco compreendida: DAR – Decision Analysis and Resolution ou simplesmente “Decisão Formal”.

É muito comum as pessoas ficarem com dúvidas nesta área de processo e acharem a mesma “inútil”, todavia, você talvez não tenha percebido ainda, mas você usa suas orientações no seu dia-a-dia de uma forma transparente. E é mais fácil perceber isso nas coisas grandes (ou caras) como a compra de um computador, serviço, televisão e até mesmo um carro, aliás, vamos pegar esse exemplo.

Você quer comprar um carro.

Seu objetivo é comprar um sedan pequeno e esta em dúvida com quatro modelos. Estes modelos são:

  • Fiat Siena
  • Ford Fiesta
  • Peugeot 207 Passion
  • Volksvagen Voyage

Você se prepara para ir nas concessionárias ver os carros, anota os endereços, mas, como escolher o melhor modelo?

Neste ponto, começamos a usar DAR. Primeiramente, precisamos das opções (já escolhidas), agora precisamos criar critérios para avalia-los, e estes serão:

  • Preço
  • Consumo
  • Conforto
  • Ar Condicionado
  • Porta Malas
  • Equipamentos de série
  • Valor do Seguro

Vamos lembrar do objetivo da Análise de Decisão e Resolução (DAR) (CMMI-DEV) é analisar possíveis decisões utilizando um processo formal de avaliação que identifique a melhor alternativa de acordo com critérios pré-estabelecidos.

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+ O que é melhor para um gerente de projetos? Certificação, Pós ou Formação? Por Washington Souza 24 May 2010 as 12:01 am 3 comentários

O que é mais importante para um gerente de projetos? Certificação, Pós Graduação ou formação?

Constantemente tenho me deparado com esse questionamento, e por isso resolvi escrever este post para dar uma resposta definitiva, direta e que não deixe dúvidas, enfim, sem enrrolação.

E a resposta é: Depende.

Existem no mercado muitos cursos (e isso não é prerrogativa do Gerenciamento de Projetos) “baratinhos”, que prometem o impossível e que tentam forçar o “candidato a  aluno”  a uma decisão tendenciosa que resulte na compra do curso oferecido. A maioria deles vem com um carimbo como “alguma coisa PMI” ou “alguma coisa PMP”.

Não gosto dessa posição por achar que ela caminha pelo limite da ética, um argumento mais forte e ela cai para o lado errado…

Por isso eu respondo Depende, e procuro ajudar quem faz a pergunta a encontrar sua própria resposta, porque o que serve para um, pode não servir para outro e assim por diante, então, vamos analisar esses três caminho:

Certificação

As certificações, e a Certificação PMP oferecida pelo  PMI não é exceção, não tem por objetivo ensinar algo, mas avaliar se o candidato já tem conhecimento suficiente para assumir a função de gerente de projetos, é um “carimbo de atestado de competência”, ou… vamos falar diferente, atesta que o canditato se deu bem na prova.

Estes certificados são reconhecidos pelo mercado, e apesar de não concordar com essa fábrica de certificados isso, é uma realidade de mercado e faz diferença na carreira profissional, porém, os cursos de certificação PMI ou qualquer outra, não tem por objetivo ensinar nada ao candidato. O Objetivo é preparar o candidato (que já CONHECE o assunto) a passar na prova e tirar sua certificação.

Portanto não é indicado para quem quer iniciar a carreira. O Público alvo é quem tem MUITO conhecimento e quer apenas comprovar isso, com um certificado reconhecido internacionalmente.  Mesmo porque, pelas regras do PMI (que muitos tentam burlar com informações falsas) é preciso ter 4.500 horas de experiência para se candidatar a prova.

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+ As oito máximas de liderença por Jack Welch Por Washington Souza 20 May 2010 as 10:53 pm Nenhum comentário

Jack Welch é um dos CEOs mais admirados do mundo e um dos lideres de negócios mais influentes de nossa era. Em seus 20 anos na GE, ele ajudou a otimizar diversos processos ditos como burocráticos e aplicou diversas inovações gerenciais. Ainda na GE, ele formou diversos líderes em todos os níveis.

Veja as oito máximas de Jack Welch:

  • Líderes valorizam a sua equipe incessantemente, usando cada encontro como uma oportunidade de avaliar e orientar as pessoas e construir autoconfiança.
  • Líderes certificam-se de que as pessoas não apenas conheçam a visão, mas vivam e respirem sua visão.
  • Líderes penetram na pele das pessoas, emanando energia positiva e otimismo.
  • Líderes estabelecem confiança com franqueza, transparência e crédito.
  • Líderes têm coragem para tomar decisões impopulares e emocionais.
  • Líderes sondam e pressionam com uma curiosidade que beira o ceticismo, certificando-se de que suas perguntas sejam respondidas com ações.
  • Líderes inspiram, por meio do seu exemplo, a assunção de riscos e o aprendizado.
  • Líderes comemoram.

+ Enquanto isso… Dilbert se encontra com o CMMI Por Washington Souza 20 May 2010 as 9:33 pm 1 comentário

+ O que muda com o CMMI 1.3? Por Washington Souza 20 May 2010 as 12:01 am 2 comentários

Com a chegada do CMMI 1.3, muitos estão se perguntando: “O que vai mudar no CMMI 1.3?”. Esperado para novembro de 2010, esta versão incluirá melhorias em todos os modelos CMMI (CMMI-DEV 1.3, CMMI-ACQ 1.3 e CMMI-SVC 1.3).

Este update também trará melhorias ao método de avaliação SCAMPI e treinamentos CMMI relacionados. Segundo o SEI, as mudanças não irão exigir grandes mudanças ou reciclagem dos modelos implementados.

As principais mudanças no modelo serão:

Maior esclarecimento sobre Alta Maturidade

Como já é de conhecimento, quando você realiza uma avaliação SCAMPI, seu resultado reflete um nível de maturidade da organização. Organizações iniciantes no CMMI são tipicamente classificadas como Baixa Maturidade enquanto aquelas que tem mais tempo ou tem obtido melhores resultados são consideradas “exemplares de alta maturidade”.

Na versão 1.3, uma das grandes mudanças será um melhor esclarecimento e entendimento do que é Alta Maturidade. Foi criado um time com foco em alta maturidade e os membros dessa equipe tem se concentrado em fazer mudanças que melhorem a clareza do que é e como alcançar este nível.

O SEI sabe que na versão 1.2, alta maturidade está confuso levanto à uma variedade infinita de interpretações e é exatamente este ponto que eles querem resolver. Quer um exemplo: Pergunte a 5 pessoas o que é um modelo de desempenho e você terá 5 respostas diferentes (e provavelmente nenhuma certa).

A equipe pretende esclarecer os seguintes pontos:

  • O papel do material informativo nas avaliações de alta maturidade
  • O significado e uso dos modelos de processos e modelagem de processos
  • Como os objetivos de negócio estão ligados à alta maturidade
  • O que são causas comuns e como devem ser utilizadas
  • O que se espera de alta maturidade no desempenho individual de cada processo
  • A seleção, definição e o nível de instanciação dos subprocessos

A equipe de Alta Maturidade do SEI está focada nas PAs OPP – Organization Process Performance, QPM – Quantitative Project Management, OID – Organizational Innovation and Deployment e CAR – Causal Analysis and Resolution.

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+ Voce conhece o SPIN? Por Washington Souza 18 May 2010 as 11:22 pm 3 comentários

O SPIN – Software Process Improvement Network – é uma rede composta por pessoas interessadas em conhecer e promover o aperfeiçoamento das práticas de Engenharia de Software. Ele foi originalmente proposto pelo SEI.

Os SPINs se organizam geográficamente e promovem reuniões periódicas visando a troca de experiências em programas de melhoria de processo de software tais como CMMI, MPS.Br, Six Sigma, PMI entre outros. Nestas reuniões há palestras, mini-cursos e divulgação de resultados. Assim como o Blog CMMI, os SPINs querem ajudar a disseminar a engenharia de software e aperfeiçoar nosso mercado de TI como um todo.

Próximo encontro SPIN SP Veja o post completo →

+ Blog CMMI com novidades! Por Washington Souza 09 May 2010 as 7:10 pm Nenhum comentário

Olá pessoal, vocês devem ter percebido que nas ultimas semanas o Blog CMMI teve muitas novidades.

As listas de “Avaliações CMMI” e “avaliações MPS.Br” foram atualizadas. Vamos tentar deixa-las o mais atualizadas possível. Se você sabe de alguma empresa que não consta na lista por favor nos avise. Atendendo a uma  enxurrada de pedidos, também colocamos uma lista com 10 dicas para ajudar a acompanhar seus fornecedores “certificados”.

Os guias e modelos de do CMMI e do MPS.Br foram disponibilizados em uma página dedicada.

Também temos uma enquete que será atualizada semanalmente, participe!

E por último, agora você também pode nos acompanhar através do twitter ou Google Friend Connect.

Em breve teremos uma página dedicada para bons livros sobre os assuntos aqui abordados.

Ah… antes que eu me esqueça, comentem o que gostariam que fosse abordado aqui no site.

+ OBA! Quero ser gerente de projetos! Por Washington Souza 03 May 2010 as 9:16 pm Nenhum comentário

O título do artigo pode parecer debochado demais, porém infelizmente tenho visto esse tipo de situação que me assusta.

A cerca de quatro ou 5 anos, eu trabalhava como Gerente de Projeto em um grande banco.
Uma colega certo dia me perguntou se eu tinha algum livro de MS-Project. Levei alguns livros e perguntei o porquê do interesse.

Tomei um grande susto! A resposta não poderia ser mais peculiar. Oras!!! Quero aprender a usar o MS-Project pra virar gerente de projetos!!

Como diz o Galvão Bueno…. Bem amigos…. Qual o resultado?? A referida colega entrou num curso preparatório de certificação, “rachou” de estudar e tirou a certificação.? Preparou um belo curriculum enfeitado e voilá… Eis que foi admitida como Gerente de Projetos numa grande empresa de Telecom. E o melhor, com um salário que é aproximadamente um quarto do que ganha um Gerente de Projetos.

Percebe-se nitidamente um movimento no mercado corporativo onde pessoas das mais variadas formações desejam ser “Gerentes de Projeto”.

“Ora, tem status, cartão de visita com o cargo. É muito bom!!”. Parece brincadeira mas ouvi isso em vários cursos que ministrei sobre Gerenciamento de Projetos.

O que percebo é um totalmente desconhecimento acerca do Gerenciamento de Projetos no mercado. ?É comum vermos anúncios de vagas para Gerente onde se pede na verdade um Líder Técnico ou um Analista com conhecimentos de Gerenciamento.

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+ Como avaliar se meus fornecedores seguem CMMI/MPS.Br? Por Washington Souza 29 April 2010 as 5:00 am Nenhum comentário

Olá, tenho recebido muitas mensagens perguntando como avaliar fornecedores que “usam CMMI”. Recebi e-mails com perguntas como:

“… Selecionamos três fornecedores que possuem certificação CMMI… Gostaria de algumas dicas do que podemos fazer para garantir que eles usam o CMMI…”
“… Como posso verificar que meu fornecedor segue o CMMI?”
“… o que meus fornecedores precisam fazer para estarem aderentes ao CMMI…”

Foram várias mensagens, mas a pergunta é praticamente a mesma: “Como avalio meus fornecedores CMMI/MPS.Br?”

Antes de mais nada, temos que lembrar que modelos como CMMI e MPS.Br nada mais são do que um conjunto de boas práticas e recomendações em gestão e engenharia de software. Um nível é atribuído quando uma empresa mostra (de forma independente e oficial) que executa determinadas práticas.

Atendendo aos diversos pedidos, montamos uma lista com 10 coisas que você (como cliente) pode analisar e verificar em seus fornecedores.

  • Empresas CMMI 2 praticam os 7 primeiros itens
  • Empresas CMMI 3 praticam os 9 primeiros itens
  • Empresas CMMI 4 ou 5 praticam todos os itens

10 dicas do que verificar em seus fornecedores sobre CMMI e MPS.Br

1. Você recebe a equipe “que paga”?

Segundo os modelos, cada profissional deve estar apto para executar suas atividades. Entende-se por “apto” que ele possui todo conhecimento e capacitação necessários (obvio, não?). Porém, em muitas empresas isso não acontece.

Você tem certeza de que aqueles cinco programadores java “plenos” são mesmo plenos (e Java)?

Outra coisa que atrapalha muito nos projetos é a rotatividade, pois é certo que seu fornecedor não vai ter alguém na “prateleira” com o mesmo perfil e capacitação que a pessoa que saiu. Se seu projeto troca de analista toda hora, seguramente você terá problemas em breve. Isto atrapalha tanto você quanto seu fornecedor, mas, normalmente ele não vê isso como problema.

A regra é simples, se você pagou por x plenos, y seniores e z juniores, o fornecedor deve te disponibilizar estes profissionais.

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+ Ata de reunião: registros são importantes, mesmo quando informais Por Washington Souza 04 April 2010 as 7:40 pm Nenhum comentário

Sejamos sinceros! Fazer registros de reuniões e distribuí-los entre os participantes é uma tarefa nada empolgante. Para muitos é mera formalidade e não possui utilidade alguma. Não são em todas reuniões que faço registros como sugerido no Efetividade, em algumas apenas anoto as pendência e já saio me dedicando a elas, entretanto tem sido cada maior o número de reuniões que venho registrando. Principalmente porque encontrei uma forma bastante ágil de fazê-lo e que para mim tem sido muito útil.

Nas reuniões que conduzo, gosto muito de utilizar o quadro para fazer anotações das idéias e pontos importantes que surgem durante a reunião. É uma forma de garantir que não sejam esquecidos e também permite que todos presentes acompanhem visualmente a evolução da reunião. O que traz uma série de vantagens:

  • Quando registro alguma idéia no quadro, os participantes validam na hora se minha percepção é fiel a idéia apresentada;
  • No quadro é possível fazer desenhos, setas e rabiscos em diferentes cores, o que além de trazer uma melhor organização, dá uma certa dinâmica a reunião;
  • Este dias ouvi uma piada em que Moisés alertava a Deus que se os 10 mandamentos fossem representados com diagramas e não leis textuais, talvez a humanidade tivesse os compreendido. Certas coisas são difícieis de transmitir em um texto, rabiscos e desenhos no quadro são muito representativos e podem transmitir algumas coisas com mais facilidade.

Porém muitas das informações representadas no quadro são perdidas nas atas formais. Talvez sejam necessário 3 parágrafos para detalhar uma idéia rabisca às pressa em uma lousa…

Hoje, graças ao advento das câmeras digitais é possível tirar fotos e em poucos minutos anexá-las em um documento e repassar aos participantes. Mesmo com celulares já é possível tirar fotos boas que permitam a releitura do quadro construído durante a reunão. Acreditem, voltar os olhos para uma foto do esquema original, criado para organizar as idéias, pode resgatar muitas informações que uma ata textual talvez não conseguiria! Fazendo uso deste recurso otimizei bastante meus registros.

Atualmente registro os participantes, local, objetivo e tópicos os mais importantes. Faço isso de uma forma bem branda, pois anexo as foto na ata. Dessa forma não há necessidade de digitar todos detalhes, uma vez que durante a reunião os tópicos importantes vão para o quadro e a foto traz um resumo bastante significativo sobre cada um.

dsc05786-1.JPG
Exemplo: Cópia tirada uma aula

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+ 20 pontos para qualidade e melhoria de processos Por Washington Souza 27 February 2010 as 7:47 am Nenhum comentário

Qualidade - Evolução do MAC - Melhoria contínua

1 – O compromisso com a qualidade se inicia na alta direção

  • As pessoas trabalham de acordo com o sistema
  • A direção prove a visão dos objetivos de negócio
  • A direção autoriza os recursos necessários e treinamento
  • A direção define as políticas
  • A direção revisa se os processos estão atendendo a qualidade esperada
  • Foco na qualidade representa o foco contínuo na melhoria de processos
  • O apoio da alta direção ajuda a criar melhorias duradouras

Conheça os papas da qualidade:

  • Shewhart (Gráfico de controle – PDCA)
  • Deming (14 pontos de Deming)
  • Juran (Principio de Pareto – Desempenho através de qualidade – Voz do Cliente)
  • Crosby (ITT – A base para o modelo CMMI)
  • Feigenbeum (GE – Controle total da qualidade)
  • Sarasohn & Protzman (Controle estatístico de qualidade nas empresas japonesas)
  • Ishikawa (Diagrama de espinha de peixe)
  • Taguchi (Loss Function)

2. Objetivos de qualidade e objetivos de negócio são parceiros, não adversários

  • O sucesso nos projetos (ou serviços) não significa abandonar a qualidade – é justamente o inverso
  • Uma boa qualidade (mensusável) é o verdadeiro fator que permite uma empresa cobrar mais e ainda assim permanecer no mercado e com boa imagem (Ex.: Volvo, Mercedes Bens, Prada, etc)

3. Qualidade é atender os requisitos E mostrar que o produto ou serviço irá atender o usuário (conforme definido)

  • Os produtos e serviços DEVEM atender os requisitos aprovados e nada mais
  • O produto DEVE funcionar no ambiente que foi definido para ele (simples não?)

4. Todo mundo precisa de treinamento

  • Todos os níveis precisam de treinamento
  • O conhecimento da equipe deve ser atualizado sempre
  • Necessidades de novos conhecimentos (normalmente estratégicos) precisam ser justificados e iniciados JÁ

5. Treine mais quando o orçamento for pequeno e o prazo apertado – Quando os bons tempos voltarem, sua equipe estará atualizada e pronta para os desafios

6. Faça disso um projeto pessoal

  • Tente novas idéias e técnicas nas diversas situações
  • Não tente culpar os outros pelo seu mau desempenho ou problemas de qualidade em seus produtos
  • Colete seus próprios dados e compare com os padrões de mercado
  • Crie sua base pessoal
  • Compartilhe seus dados com seus colegas

7. Audite para recuperar o controle, não para punir

  • Uma auditoria de qualidade é uma avaliação INDEPENDENTE de produtos ou processos para garantir aderência aos padrões, guias, especificações, qualidade e indicadores
  • Ajude o gerente de projetos a recuperar o controle do projeto (e mante-lo controlável)

8. Faça uso das revisões “controladas”

  • Revisões técnicas (peer review) são uma forma eficiente de medir a qualidade e performance dos produtos de trabalho
  • É a única técnica disponível para “testar” os produtos do ciclo de vida nos estágios iniciais do projeto
  • Revisões técnicas ajudam a reduzir o custo e tempo de testes
  • Revisões técnicas reduzem drasticamente o custo de manutenção (10:1 segundo estatísticas de 2007)

9. Faça com qualidade – pare de tentar testar fazer com qualidade

  • Testes é o método mais antigo para atingir um determinado nível de qualidade
  • Como o teste depende de o produto “estar pronto”, ele ocorre depois que um produto ou componente foi especificado, desenhado e construido.
  • Testes é um passo crítico para se conseguir qualidade, mas não basta – Um produto mal feito, não vai melhorar apenas com mais testes
  • Garantia de qualidade NÃO é teste!

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