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Guia Salarial 2010 – 2011 03 September 2010 as 9:05 pm de Washington Souza

Este guia salarial oferece informações sobre os salários médios praticados pelo mercado brasileiro para profissionais das áreas de finanças, contabilidade, engenharia, marketing, vendas, tecnologia, bancos e seguros. Essas informações têm como base pesquisas e entrevistas conduzidas pelos especialistas em recrutamento da Robert Half; seu objetivo é ajudar as empresas na tomada de decisões em relação a questões salariais em contratações, promoções ou substituições.

As faixas salariais apresentadas para cada cargo representam a média nacional, sendo que esse número pode variar por região e também de acordo
com o tamanho da empresa. Os salários mencionados, exceto para o setor de bancos, não englobam bônus. Todos os valores representam o salário bruto mensal. Os salários de bancos englobam, na primeira coluna, o salário bruto mensal; na segunda coluna, o variável anual; e, na última coluna, a remuneração anual, somando o fixo com o variável.

Os valores relacionados a tecnologia estão abaixo:

Faça download do guia completo

Mais informações acesse: www.roberthalf.com.br

+ MPS.BR quer chegar ao comprador Por Washington Souza 22 August 2010 as 8:13 pm Nenhum comentário

Atualmente, 227 empresas brasileiras estão certificadas em algum nível do modelo de qualidade em desenvolvimento de software MPS.BR, número de deve chegar a 300 até o final do ano.

Por outro lado, nenhuma organização tem a versão do selo destinada a orientar a aquisição de desenvolvimento, voltada para compradores de TI.

Buscando alterar essa realidade, a Softex, organização ligada ao governo federal que promove o modelo de qualidade brasileiro, modificou o modelo de negócios de consultoria para chamado modelo de aquisição do MPS.BR.

Como já acontece na área de desenvolvimento de software, a entidade vai credenciar empresas e instituições interessadas em oferecer consultoria para os compradores. Até agora, a difusão neste segmento acontecia por meio de consultores pessoa física.

“Vamos trabalhar para convencer as consultorias já presentes no mercado de fazer o investimento e atuar no lado da compra”, explica José Antonio Antonioni, diretor de Qualidade e Competitividade da Softex.

O objetivo é ter cinco consultorias credenciadas no Brasil até o final do ano. A título de comparação, na área de desenvolvimento de software só Rio Grande do Sul já tem três:  PUC-RS, Software Process e Engesoft.

Antonioni destaca que a ideia é atingir a compradores tanto no setor público como o privado, mas os reposáveis pelas compras governamentais de software são um destinatário óbvio da nova oferta.

Em 2007, o Tribunal de Contas da União recomendou a adoção do MPS.BR entre os requisitos de licitação e a contratação de serviços de TI.

Desde então, alguns órgãos públicos já usaram o MPS.BR como critério, entre eles a gaúcha Procergs na licitação da fábrica de software vencida pela Stefanini – uma empresa MPS.BR nível A, o grau máximo – em maio de 2009.

+ Bom dia, meu nome é Y. Vamos ser amigos? Por Washington Souza 17 August 2010 as 12:04 am Nenhum comentário

De tanto debatermos o tema “Geração Y”, podemos encontrar uma lista imensa de características e rótulos que já viraram clichê. Boa parte do que circula no tal senso comum é dito por quem não faz parte do grupo em questão, mas nossa geração se posiciona e participa desse debate defendendo nosso ponto de vista, principalmente na internet.

É curioso visitar sites, blogs e fóruns aonde jovens conversam, comentam, questionam e trocam idéias com autores e executivos, quase de igual para igual, mas você já fez isso com o seu gestor?

Tenho percebido que o mundo digital proporciona uma proximidade que às vezes não temos no dia a dia. Se você segue o Twitter de uma pessoa que admira, você praticamente se insere na rotina dela, e se permite retwittá-la ou mandar mensagens (sabendo que será lida). Quando você está na internet é como se estivesse aberto a ser visto, comentado e pronto para interagir.

Toda essa introdução sobre o relacionamento que a internet permite construir é para fazer um paralelo com o tema central desse texto: como é o relacionamento com o seu gestor? É tão próximo como o que você tem com aqueles que você segue no Twitter ou nos blogs que acompanha?

Talvez a internet atraia os jovens exatamente porque permite com muito mais facilidade criar relacionamento e, definitivamente, a Geração Y necessita se relacionar. Crescemos em redes e não deve ser surpresa para ninguém que uma tarefa seja muito mais agradável quando é solicitada por alguém que temos algum outro tipo de ligação.

Ok, isso se aplica a qualquer pessoa, mas nos Y essa característica é mais acentuada. Se o relacionamento com o seu gestor é distante e se limita ao que “deve ser feito”, a produtividade pode ser boa, mas não será excepcional.

Veja o post completo →

+ Chaos report: Como esta a TI no mundo? Por Washington Souza 09 August 2010 as 8:58 pm 4 comentários

Em 1986 foi publicado um paper comparando a construção de pontes com a construção de software, como premissa foi utilizado:

  • Pontes normalmente são entregues no prazo, dentro do orçamento e “não caem”
  • Softwares raramente são entregues no prazo ou dentro do orçamento. E normalmente eles tem bugs.

Uma das maiores razões para o sucesso na construção de pontes é o alto nível de detalhe “em momento de design”. O “design” é congelado e o contratante tem pouquíssima flexibilidade de mudanças. Todavia, no mundo de negócios atual, este “congelamento” pode não acomodar as mudanças de negócio necessárias pelas empresas. Portando, um modelo mais flexível deve ser aplicado.

Mas também há outro elemento primordial a ser analisado entre a construção de pontes e construção de software. A construção de pontes é feita a pelo menos 3.000 anos. Quando uma ponte caia, as causas da queda eram investigadas, documentadas e disseminadas para que ninguém cometesse o mesmo erro novamente. Isto raramente acontece no desenvolvimento de software, onde as falhas são muitas vezes tratadas como causas normais e rotineiras e em sua grande maioria, são ignoradas. Como resultado, continuamos a cometer os mesmos erros que tínhamos na década passada (muda a linguagem ou o dispositivo, mas o erro é o mesmo).

Neste sentido, o foco da pesquisa do The Standish Group foi identificar:

  • As falhas dos projetos de software
  • Os maiores fatores que influenciam na falha de projetos de software
  • Os pontos chave que podem reduzir estas falhas

Os Estados Unidos gastam mais de 250 bilhões de dólares cada ano no desenvolvimento de aproximadamente 175.000 projetos de software. O custo médio de um projeto em uma grande empresa americana é de 2.3 milhões de dólares, para uma empresa média é de 1.4 milhões d dólares e 434 mil dólares para uma empresa pequena. E a grande maioria destes projetos falha. Os projetos de desenvolvimento de software estão no caos.

O estudo classificou os projetos em três tipos:

  • Sucesso: Projeto dentro do prazo, dentro do orçamento e com boa parte do escopo
  • Sucesso parcial: Projeto funcionando, mas entregue sem atender ou custo, ou esforço ou com o escopo parcial
  • Fracassos: Projetos cancelados ou não utilizados

Sua última revisão (2009) mostrava que:

  • 24% dos projetos fracassam
  • 44% dos projetos são entregues com sucesso parcial
  • E apenas 32% dos projetos obtêm sucesso.

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+ Lista de empresas MPS.BR no Brasil Por Washington Souza 07 August 2010 as 9:00 pm 10 comentários

Atualizado em 7-ago-10
As avaliações que expiraram foram retiradas e as novas empresas adicionadas.

Olá pessoal. Atendendo a pedidos, resolvi criar também uma lista das empresas avaliadas no MPS.BR. A lista oficial pode ser encontrada no site da softex. Mais de 160 180 215 228 empresas ja foram avaliadas e é muito bom saber que este número vem aumentando mais e mais a cada ano.

No gráfico abaixo podemos ver que em 2009 houve um grande salto nas avaliações, chegando próximo à 80 avaliações. Isto mostra que as empresas de TI estão começando a dar valor em qualidade e melhoria de processos de software.

Veja tamtém:
Lista de empresas CMMI no Brasil

Lista de empresas MPS.Br

  • ACOL – RJ (válido até: 03.abr.12)
  • ACROPOLIS – ES (válido até: 11.dez.10)
  • ACTTIVE – GO (válido até: 09.dez.10)
  • AGE – SP (válido até: 01.dez.12)
  • ALCATEL-LUCENT – RJ (válido até: 16.dez.12)
  • ART IT – SP (válido até: 28.abr.13)
  • ARWR – GO (válido até: 10.dez.10)
  • B5S – PR (válido até: 15.dez.12)
  • BANCO DO BRASIL – DF (válido até: 13.set.10)
  • BENFARE – RS (válido até: 24.nov.12)
  • BETAWORK – SP (válido até 5.mai.13)
  • BUFFON – ES (válido até: 16.jan.11)
  • CABTEC – MG (válido até: 24.mai.12)
  • CADSOFT – MG (válido até: 13.mai.12)
  • CALL – SP (válido até: 21.jan.13)
  • CALL – DF (válido até: 21.jan.13)
  • CALMA – RJ (válido até: 29.jul.13)
  • CASNAV – RJ (válido até: 27.jan.12)
  • CF PROCESSAMENTO (FABRIQ) – AM (válido até: 23.mar.13)
  • CFLEX – SP (válido até: 10.jan.11)
  • CIONS – SP (válido até: 20.ago.10)
  • CNP-M – SP (válido até: 01.mai.11)
  • CNX (Boreste) – SC (válido até: 21.jul.11)
  • CONSINCO – SP (válido até: 22.ago.10)
  • CSI – ES (válido até: 14.jan.11)
  • CTIC/UFPA – PA  (válido até: 14.dez.11)
  • CYBERLYNXX – RJ (válido até: 16.abr.11)
  • CYONM – DF (válido até: 22.nov.10)
  • DECISÃO – GO (válido até: 16.out.10)
  • DIA SYSTEM – SP (válido até: 10.out.10)
  • DIREÇÃO – RS (válido até: 13.abr.11)
  • DLN (Prosperi) – ES (válido até: 15.jan.11)
  • DOMÍNIO – CE (válido até: 25.fev.11)
  • DR TECH – AM (válido até: 24.mar.13)
  • EBS – PR (válido até: 08.dez.12)
  • EDZA – BA (válido até: 10.nov.11)
  • EMPRO – SP (válido até: 17.dez.12)
  • E-NOVAR – CE (válido até: 09.set.12)
  • EQUILIBRIUM WEB – PA (válido até: 03.jun.13)
  • FACILIT – PE (válido até: 21.mai.12)
  • FBITS – PR (válido até: 02.dez.12)
  • FORMATO – DF (válido até: 20.nov.10)
  • FORSALES (MERCANET) – RS (válido até: 22.nov.12)
  • FOSTER – SP (válido até: 23.abr.11)
  • FOTOSENSORES – CE (válido até: 07.out.11)
  • G4 SOLUTIONS – SP (válido até: 29.jan.12)
  • GEO SYSTEM – RJ (válido até: 16.nov.11)
  • HEURYS – SP (válido até: 21.out.10)
  • IESP BASIS – SP (válido até: 29.abr.13)
  • ILOG – SC (válido até: 23.jul.11)
  • IMMEDIATE (ilegra immediate) – RS (válido até: 14.abr.11)
  • INFOCARD – ES (válido até: 18.jan.13)
  • INFOSIGMA – AM (válido até: 23.mai.13)
  • INFOX – SE (válido até: 19.mai.11)
  • INSTITUTO RECÔNCAVO DE TECNOLOGIA – BA (válido até: 11.mai.12)
  • INTERMÍDIA – RS (válido até: 02.set.12)
  • iPIXEL – MG (válido até: 01.abr.11)
  • iPROCESS – RS (válido até: 16.mar.11)
  • JET – SP (válido até: 25.mar.12)
  • JFM – DF (válido até: 05.dez.10)
  • JHMM (TW SERVICES) – RJ (válido até: 25.out.12)
  • KEYWORKS – RS (válido até: 18.nov.12)
  • LEBRE – BA (válido até: 12.nov.11)
  • LINKCOM – MG (válido até: 18.mar.11)
  • LMR – DF (válido até: 25.out.10)
  • LOGIC – SP (válido até: 26.jan.12)
  • LUMIS – RJ (válido até: 18.dez.11)
  • MEGA – SP (válido até: 09.jan.11)
  • META SISTEMAS – SP (válido até: 03.dez.12)
  • METADADOS – RS (válido até: 19.nov.12)
  • MGN – RJ (válido até: 17.dez.11)
  • MIRANTE – DF (válido até: 10.dez.11)
  • MULT SERVICES – MG (válido até: 30.mar.11)
  • MULTI SOLUTION – PE (válido até: 07.dez.11)
  • NEXT MILLENIUM (Dualline) – SC (válido até: 22.jul.11)
  • NST – SP (válido até: 21.ago.10)
  • NÚCLEO – RS (válido até: 25.nov.12)
  • NVI – PR (válido até: 29.nov.12)
  • ONLINE – GO (válido até: 15.out.10)
  • ORBISAT – SP (válido até: 03.abr.11)
  • OSPRA – SP (válido até: 23.jun.13)
  • P&A INFORMÁTICA (Pinho) – BA (válido até: 09.nov.11)
  • P&F INFORMÁTICA – SP (válido até: 09.out.10)
  • PENTAGRAMA – MG (válido até: 19.mar.11)
  • PHOEBUS – PB (válido até: 09.dez.11)
  • POLARIS – ES (válido até: 12.dez.10)
  • PRODABEL – MG (válido até: 09.jun.11)
  • PRODACON – SP (válido até: 07.mai.11)
  • PRODATA – GO (válido até: 18.nov.10)
  • QUALIDADOS – BA (válido até: 11.nov.11)
  • QUANTUM – MG (válido até: 31.mar.11)
  • QX3 – RJ  (válido até: 18.jun.12)
  • REZEK – MG (válido até: 14.mai.12)
  • SEA – DF (válido até: 29.ago.10)
  • SEFAZ – RJ (válido até: 29.abr.13)
  • SETA – GO (válido até: 10.dez.10)
  • SILT – SP (válido até: 23.mar.12)
  • SIMPLESTEC – PB (válido até: 08.dez.11)
  • SINTEL – SP (válido até: 10.abr.11)
  • SMARAPD – SP (válido até: 24.mar.12)
  • SOCIN – SP (válido até: 23.mar.12)
  • SOFIS – RJ (válido até: 23.ago.12)
  • SOFTCENTER – PR (válido até: 14.jun.13)
  • SOFTDESIGN – RS (válido até: 11.ago.12)
  • STRATEGOS – PR (válido até: 06.dez.12)
  • SUPERA – SP (válido até: 23.mar.12)
  • SYSDESIGN – BA (válido até: 29.mai.11)
  • SYSPEC – SP (válido até: 23.out.10)
  • TECNISYS – DF (válido até: 19.nov.10)
  • TELES E TELES – MG (válido até: 14.jun.12)
  • TEMA – RJ (válido até: 01.abr.12)
  • TREE TOOLS – PR (válido até: 22.nov.12)
  • TREVISAN – RS (válido até: 30.mai.11)
  • TRIARES – SP (válido até: 03.dez.12)
  • TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE SANTA CATARINA – SC (válido até: 03.dez.12)
  • TRON – GO (válido até: 19.nov.10)
  • Universidade Federal do Pará (UFPA) – PA (válido até 14.fev.11)
  • UTILSOFT – SP (válido até: 23.ago.10)
  • VERTIGO – RJ (válido até: 20.set.10)
  • VGA – ES (válido até: 19.jan.13)
  • VÍSENT / OSX – DF (válido até: 27.ago.10)
  • W3S – SP (válido até: 29.mar.12)
  • WORKERS – RJ (válido até: 22.jul.12)

Veja o post completo →

+ Como e onde aplicar VAL? Por Washington Souza 03 August 2010 as 11:00 pm 1 comentário

Pergunta: Conceitualmente falando, está claro qual o intuito de atividades de validação, porém, tenho dúvidas relativas de como implementar o processo de validação em uma fábrica de software.

Em um desenvolvimento de aplicação web (por exemplo), vejo a  apresentação e revisão de protótipo e testes de aceite com o usuário final como sendo atividades de validação. O problema é que todas as atividade de validação que consigo visualizar envolvem o cliente final.

Porém, um consultor CMMI me disse que essas atividades devem também ser feitas “internamente” na fábrica e antes da entrega do produto final, tentando prever o que o cliente espera. Não consigo visualizar isso na prática e gostaria de ver alguns exemplos de como isso poderia funcionar. Outra dúvida é, no caso de uma área de testes independente e que não possui contato direto com o cliente, seria possível que essa área executasse atividades de validação?
- Gisele

Resposta: Bom… há pelo menos 90% de chances de você já fazer isso na sua fábrica. As validações externas (onde alguém do cliente precisa aprovar) são mais palpáveis, todavia você deve sim fazer validações internas (e você faz).

Em VAL SP 2.1 temos “… para ser aceitável pelos usuários, um produto ou componente de produto deve funcionar como esperado no ambiente operacional pretendido…”

Isso não é nada de mais, apenas que o seu cliente quer receber o que você falou que ele vai receber, assim, se você verifica o que vai ser entregue ao cliente antes de ser entregue, você já executa essa prática.

Vamos a um exemplo: Veja o post completo →

+ Video de palestra de Ricardo Semler em Londres Por Washington Souza 02 August 2010 as 12:04 am Nenhum comentário

Olá pessoal, meu amigo André Nascimento recomendou este vídeo.

Foi uma palestra realizada por Ricardo Semler para ministros da educação em Londes. Ele fala sobre como as instituições de ensino funcionam hoje e como elas deveriam funcionar. Fazendo um paralelo com TI podemos ver que isto também é aplicado a nossa área (e provavelmente todas), certamente os resultados serão bem mais positivos e equipes e clientes estariam mais felizes e motivados.

Assista também a segunda parte.
Veja o post completo →

+ Lamento informar… mas existem apenas dois tipos de projeto Por Washington Souza 30 July 2010 as 11:42 pm Nenhum comentário

Pensando em projetos baseado nos relatórios de acompanhamento e no resultado final pode-se afirmar que existem apenas dois tipos de projetos:

  1. Os que dão certo até dar errado e…
  2. Os que dão errado até dar certo…

Parece uma visão muito pessimista, e apesar de você provavelmente não concordar… essa é uma visão tremendamente otimista (rsrs).

Todos que já trabalharam em projetos sabem que o ambiente de projeto é um ambiente complexo, por mais simples que seja o projeto existem dezenas de fatores que influenciam positivamente ou não cada elemento, e fazer com que todas essas variáveis estejam sempre de acordo não é um trabalho simples…

Mas voltando ao início, vamos analisar o primeiro caso:

Os que dão certo até dar errado
É aquele projeto onde tudo corre as mil maravilhas, mês a mês o percentual de completude do projeto evolui exatamente como previsto, sem nenhuma ocorrência, nenhum dos riscos se confirma, não existe mudança de escopo, não existe atrasos em atividades intermediárias… O Mundo perfeito, até… que o projeto chega nos seus 99% de conclusão…?Nesse momento, alguma coisa acontece, talvez um encosto, inveja ou olho gordo de alguém, mas o projeto trava nesse 99%, e nada faz com que ele ande…?Quando muito vai para 99,01, 99,02%…?Então se descobre que o projeto não teve apoio do Sponsor, que o usuário mudou 5 vezes o escopo, que o fornecedor atrasou, que um dos profissionais alocados saiu da empresa e não foi possível substituí-lo, que alguém dimensionou errado, enfim, o projeto em que deu tudo certo, dá errado.

Os que dão errado até dar certo
No segundo tipo de projeto, já no primeiro relatório, o Gerente de Projetos aponta que o usuário quer mudar o escopo, atividades atrasam e ações precisam ser tomadas para recuperar o tempo perdido, o fornecedor atrasa, como demonstra os reports diários de atraso do GP. Os riscos ocorrem, surgem novos, novas ações de resposta aos riscos são definidas, enfim, nada dá certo, até que se aproxima a data de entrega do projeto e, MILAGROSAMENTE, o projeto acontece, e o projeto dá certo…

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+ Gerenciamento de Projetos é Gerenciamento de Problemas Por Washington Souza 09 June 2010 as 9:22 pm 1 comentário

Na melhor das hipóteses, o Gerenciamento de Projeots é uma tarefa desafiadora e complexa. Entretanto, vejo frequentemente gerentes de projetos tornarem esta atividade ainda mais difícil por terem expectativas erradas do que deve ser a função.

De uma forma rápida e direta, gerenciamento de projetos É gerenciamento de problemas. Se não fosse esse o caso, não haveria a necessidade de gerentes de projetos. Pelo contrário, um pedido de trabalho seria feito sem qualquer problema (pessoas, ferramentas, cronograma, requisitos, etc). Bastaria simplesmente alinhar o que deve ser feito e esperar a conclusão. As coisas aconteceriam sem qualquer problema.

“Eu estou aqui para ajudar vocês, para tirar os problemas para que vocês possam trabalhar”
- Marcio Oliveira

Na verdade, nosso papel existe porque este mundo hipotético não existe. Recursos são super alocados, tecnologias não funcionam como escrito nas revistas, habilidades necessitam de updates, requisitos não estão claros, os prazos são apertados, enfim, o mundo de Alice não existe.

Frequentemente trabalho com GPs que comentarem estes tipos de transtornos, aborrecimentos, ou “problemas”. Normalmente estas ações externas são tratadas como “azar” que o gerente teve naquele projeto. No entanto, isto nada mais é do que o trabalho normal do GP. Uma coisa é fato “haverá problemas no projeto” e o gerente do projeto esta lá para resolve-los para que a equipe possa continuar.

Nem é preciso dizer que estes GPs, que pensam nos problemas como aborrecimentos ou “azar” passam boa parte de seu tempo tensos, irritados e até mesmo frustados. Para evitar isso o gerente de projetos deve planejar melhor, pensar com mais clareza, ter mais visão estratégica, obter mais apoio do sponsor e da equipe do projeto, e, fazer uma análise de riscos minuciosa.

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+ Lista de empresas CMMI no brasil Por Washington Souza 07 June 2010 as 6:42 pm 59 comentários

Atualizado em 07-jul-10 (8 avaliações adicionadas)

Devido a grande dificuldade em se encontrar quais empresas no Brasil passaram por avaliações CMMI o Blog CMMI mantém uma lista com estas avaliações.

Ajude-nos a manter esta lista atualizada, informe-nos de uma nova empresa CMMI que confirmaremos e atualizaremos a lista.

O Gráfico abaixo mostra a quantidade de avaliações ao longo dos anos. Nota-se que somente no ano passado conseguimos chegar à quantidade de avaliações que tivemos em 2005, más há explicações para isso pois o CMMI DEV 1.2 entrou em vigor em 2006.

Veja também a lista de empresas MPS.Br

Lista de avaliações CMMI no Brasil

  • 7COMm SP 2005
  • Alstom Transportes SP 2002
  • AMS Tecnologia SP 2004
  • Atech Tecnologias Críticas SP 2003
  • Atos Origin SP 2004
  • ATT/PS Informática MG 2009
  • Avansys Tecnologia BA 2009
  • Brasília DF 2003
  • BRQ SP 2004
  • BSI Tecnologia PR 2004
  • C.E.S.A.R PE 2003
  • Cetil Sistemas de Informática SC 2009
  • Citibank SP 2003
  • Claro SP 2010
  • Complex SP 2009
  • CPM SC 2005
  • CPM SP 2005
  • CPqD SP 2003
  • Credicard SP 1998
  • CTIS DF 2005
  • CTIS PR 2007
  • DB1 Informática PR 2010
  • DBServer RS 2009
  • DBC Company RS 2010
  • Dell RS 2003
  • Disoft SP 2003
  • DRM SP 2005
  • DTS Latin America SP 2003
  • e-Dablio RJ 2003
  • Embraer SP 2006
  • FITec PE 2005
  • Fortaleza CE 2003
  • Foursys Projetos e Sistemas SP 2010
  • Gad’Brivia RS 2010
  • G&P – Gennari & Peartree SP 2003
  • General Motors SP 2005
  • Getronics SP 2005
  • GSW SP 2008
  • HP SP 2005
  • ilegra RS 2009
  • Inatel MG 2003
  • Infoserver SP 2004
  • Inovare Tecnologia PR 2010
  • Instituto Atlântico CE 2003
  • Interact Solutions RS 2009
  • Itaú SP 2005
  • Itautec SP 2008
  • IVIA CE 2008
  • Johnson & Johnson SP 2008
  • Kostal Eletromecânica SP 2008
  • LG Sistemas GO 2008
  • LinkNet DF 2010
  • Logocenter SC 2005
  • Kenta Informática RS 2010
  • M.I. Montreal Informática RJ 2004
  • Matera Systems SP 2005
  • MATERA Systems Informática SP 2009
  • Message RJ 2008
  • META IT RS 2007
  • Microsiga Software SP 2005
  • MJV Tecnologia RJ 2009
  • MSA Informática MG 2005
  • Nec do Brasil SP 2003
  • Prime Informática SP 2005
  • Procwork SP 2005
  • Recife PE 2002
  • Red & White IT Solutions GO 2009
  • Relacional - 2006
  • Relacional Consultoria RJ 2005
  • Santander Banespa SP 2005
  • SERPRO Salvador BA 2003
  • Sigma Dataserv Informatica PR 2010
  • Sistran SP 2009
  • Spress Informática S/A MG 2005
  • Stefanini SP 2002
  • Suntech SC 2009
  • T-Systems SP 2005
  • Teclógica Serviços em Informática SC 2009
  • Tele Design SP 2002
  • Telefonica Pesquisa e Desenvolvimento SP 2007
  • Telefônica Pesquisa e Desenvolvimento SP 2008
  • TSE DF 2005
  • Unitech BA 2005
  • Vixteam ES 2006
  • Vorlans - 2007
  • ZCR Informática BA 2006
  • ZCR Informática BA 2009

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+ Ranking das linguagens de programação mais usadas (mai.10) Por Washington Souza 06 June 2010 as 11:40 pm Nenhum comentário

A grande surpresa no ranking deste ano foi a entrada da linguagem Objective-C na lista das top 10 linguagens de programação mais utilizadas. Apesar de ser uma linguagem relativamente antiga (foi criada em 86), este interesse todo ocorre pelo constante interesse em desenvolvimento para iPhone OS (iPhone e iPad).
O índice da comunidade TIOBE da uma visão da popularidade das linguagens de programação. Este índice é atualizado mensalmente (link). A popularidade das linguagens é medida através de vários fatores como número de programadores, arquitetos, cursos e outras fontes. Os mecanismos de busca como Google, MSN, Yahoo!, Wikipedia e Youtube são utilizados para calcular o ranking. O índice TIOBE não tem o intuito de mostrar a melhor linguagem de programação, apenas a mais popular.
O índice pode ser utilizado para verificar se suas habilidades ainda estão atualizadas ou para se tomar uma decisão estratégica de aprender um novo ambiente que esta crescendo.
  1. C (18,18%)
  2. Java (17,95%) 
  3. C++ (10,37%)
  4. PHP (9,07%)
  5. (Visual) Basic (5,65%)
  6. C# (4,77%)
  7. Python (4,09%)
  8. Perl (3,28%)
  9. Delphi (2,56%)
  10. Objective-C (2,36%)
  11. Ruby (2,09%)
  12. JavaScript (2,08%)
  13. PL/SQL (0,85%)
  14. SAS (0,73%)
  15. Pascal (0,72%)
  16. Lisp/Scheme/Clojure (0,65%)
  17. ABAP (0,65%)
  18. Go (0,64%)
  19. MATLAB (0,61%)
  20. Lua (0,49%)

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+ Top 15 artigos mais acessados em maio-10 Por Washington Souza 02 June 2010 as 9:49 pm Nenhum comentário

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