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Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP e FDD) 01 February 2010 as 10:31 pm de Washington Souza

O Scrum é compatível com o CMMI? Sim e não. A formalização requerida pelo modelo CMMI contrasta teóricamente com a agilidade no tempo de desenvolvimento de software.

Abordagens ágeis são criticadas devido ao fato de apresentarem muito pouco design de arquitetura e pouca documentação e quase nenhuma formalização. Abordagens rigorosas são criticadas por serem burocráticas e serem de difícil adaptação à mudança.

O modelo CMMI descreve “o que fazer”, enquanto a metodologia ágil, como o Scrum, descreve “o como fazer”. Isso não quer dizer que seja impossível adotá-las em conjunto. As práticas estabelecidas pelo CMMI não interferem em como devemos executá-las (conforme proposto por métodos ágeis).

O importante é entender o que o CMMI pode adaptar métodos ágeis a essa realidade sem perder o controle do CAOS, pois o CMMI é aberto a várias formas de interpretação e o modelo não desceve “o como fazer”.

Lembrando que você pode utilizar o Scrum com outras metodologias ágeis como o XP e FDD por exemplo. Abaixo pode ser vista uma tabela que mostra todas as áreas de processo do CMMI e quais são satisfeitas por cada uma dessas metodologias.

Aderência do CMMI com métodos ágeis (SCRUM, XP, FDD)
Artigo original em Inovatividade

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+ 15 dicas sobre gestão (e como decidir melhor) Por Francisco Silva 13 December 2009 as 8:25 pm Nenhum comentário

  1. Não suponha. Pergunte
  2. Não acredite cegamente… Verifique
  3. Analise os fatos sobre dados de fonte conhecida (e confiável). Conheça o histórico
  4. Utilizar cases como forma de decidir melhor
  5. Lembre-se que não dá para fazer um omelete sem quebrar os ovos
  6. Não prometa além de sua competência
  7. Use de referências. Crie paradigmas
  8. Não jogue com 100%
  9. Tenha sempre um plano B (para usa-lo quando necessário)
  10. Separe o crítico do importante. Inicie rápido pelo crítico
  11. Analise sempre os custos antes de tomar uma decisão
  12. Utilize indicadores históricos e de tendências
  13. Analise os impactos de mudanças
  14. Acredite mais do que os números te dizem do que o que as pessoas te dizem
  15. Faça isto rápido e decida. Acompanhe a decisão e corrija rotas

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+ Tutorial mini projeto parte 2 – Estimativa utilizando APF – Análise de pontos por função Por Washington Souza 10 December 2009 as 12:01 am 1 comentário

No post Tutorial mini projeto – o nascimento da idéia iniciamos um mini tutorial de um projeto.
Apenas relembrando, no final geramos a seguinte tela:

Tela do mini projeto

A tela foi aprovada e seu cliente (que é seu amigo) indaga:  ”Legal, é isso mesmo que eu quero. Quando você me entrega e quanto isso vai me custar?”

Você poderia responder essa pergunta de dois jeitos: Um, chutando, outro, fazendo uma estimativa de custo, prazo e esforço. Obviamente você opta pela segunda (certo?).

Bom… com a tela em mãos, vamos usar uma técnica de estimativa, existem várias, mas, vamos escolher APF – Análise de pontos por função.

Para efeito didático, vamos usar uma visão simplista do APF, mas é bom lembrar que a técnica é muito interessante e assertiva. Eu particularmente sempre recomendo o uso de APF.

Primeiramente existem 5 elementos* que podem ser contados em APF:

  • Entradas externas (EE)
  • Consultas externas (CE)
  • Saídas externas (SE)
  • Arquivos lógicos internos (ALI)
  • Arquivos lógicos externos (ALE)

sponsor* Vou deixar para vocês irem atrás do que é cada um

Existe uma tabela de pesos de cada elemento de APF por complexidade. Pra definir se algo é simples, médio ou complexo existem critérios, mas por ora, vamos definir que tudo é de complexidade média, assim facilitaremos nossa contagem. Veja o post completo →

+ 20 dicas sobre gestão … no seu dia-a-dia Por Francisco Silva 09 December 2009 as 8:00 am Nenhum comentário

  1. Busque a harmonia e o equilíbrio no ambiente e no seu dia
  2. Seja transparente, justo e coerente
  3. Não prometa além de sua competência
  4. Você é gestor, não um líder sindical
  5. Use de as referências e paradigmas em vigor
  6. Não suponha. Pergunte!
  7. Não jogue com 100%.
  8. Separe o crítico do importante. Inicie pelo crítico
  9. Nas negociações, lembre-se que existe inteligência do outro lado
  10. Particione as tarefas. É mais fácil gerenciar partes menores.
  11. Tenha controles. Trabalhe com indicadores. Acompanhe-os e proponha acões de melhoria
  12. Persiga metas desafiadoras e aceite mudanças
  13. Respeite as regras e orientações. Exija o mesmo da sua equipe
  14. Termine, conclua o que começou. Seja “acabativo”
  15. O sucesso de ontem não garante o sucesso de amanhã
  16. Tenha disciplina – dê exemplo – “Faça o que digo e faço”
  17. Delega-se atividades e tarefas mas não responsabilidades
  18. Seja um líder ao invés de um chefe
  19. Fale menos e faça mais – mostre resultados
  20. Gerencie como se o negócio fosse seu

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+ Tutorial mini projeto – O nascimento da idéia Por Washington Souza 07 December 2009 as 11:08 pm 1 comentário

Prólogo

O objetivo deste mini-tutorial é mostrar como se inicia um projeto.
Para facilitar o entendimento (e disseminar conhecimento) ele é focado na simplicidade, facilitando assim o entendimento.

A estimativa de tamanho em APF toma por base que todos os elementos são de complexidade média, todavia é importante vocês terem em mente que isto é apenas o início. Em se interessando procurem ler mais sobre estimativa, planejamento, desenvolvimento de requisitos e controle de mudanças – aos que estão iniciando com MPS.BR ou CMMI, este tutorial vai ajudar bastante nos primeiros níveis.

Tutorial Mini Projeto – O nascimento da idéia

Um amigo te liga e pede para você fazer uma visita pois ele precisa de um projeto, ele te fala que é bem simples e precisa apenas de um aplicativo para gerenciar seus contatos.

Chegando em seu escritório, a conversa começa e ele fala que tem mais de 1.000 contatos em uma agenda (papel mesmo) e que quer (e precisa) automatizar isso. Na sua cabeça você já percebe que terá uma tela (até agora).

Conversa vai, conversa vem, ele comenta que um grande problema que ele tem é que ele não consegue dizer de onde são os contatos. Ele comenta que se ele pudesse agrupar-los, isso o ajudaria muito.

Ele também comenta que gostaria que tudo ficasse em uma única tela, ele não gosta de ficar passeando de uma tela pra outra.

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+ A importância do Sponsor em um programa de melhoria de processos Por Washington Souza 22 September 2009 as 10:10 pm 2 comentários

sponsorHoje, gostaria de conversar sobre um assunto muito sério: A importância do Sponsor em um programa de melhoria de processos.

Este assunto passa despercebido em diversas implementações, mas ter um sponsor comprometido com o programa de melhoria é fundamental.

Nos últimos 3 meses fiquei sabendo de pelo menos 3 casos de implementações que afundaram.

No pior caso, o Sponsor já havia implementado CMMI em empresas anteriores e conseguiu em 3 anos os níveis 2 e 3. Ele saiu da empresa e o novo Sponsor conseguiu destruir o EPG em apenas 2 meses (!!). Resultado, hoje os projetos desta empresa não tem sequer um plano de projeto “em papel de pão”, a área de PPQA foi desfeita, assim como o EPG. O resultado da avaliação esta publicado no site da SEI, mas a empresa não vai conseguir renovar no ano que vem, pois não há mais nada. Jogou-se tudo fora, inclusive o dinheiro dos acionistas.

Em outro caso que aconteceu no mês passado, trocou-se o sponsor e o novo chamou uma consultoria CMMI e perguntou o absurdo: ”Quanto que eu tenho que pagar para comprar (!!) o CMMI 2?”.

E no ultimo, que aconteceu no início do ano, o novo sponsor, a três meses de um SCAMPI decidiu parar o projeto e alocar a equipe em projetos por causa da crise. Resultado, o projeto parou, a maior parte da equipe saiu e agora a empresa terá que investir tudo novamente.

O investimento em um programa de melhoria de processos é alto e é necessário que o Sponsor compreenda os benefícios e apóie o programa.

Parece óbvio, mas casos como estes acima acontecem muito. E repare que tanto o CMMI quanto o MPS.BR falam muito disso.

Então, procure sempre conscientizar o sponsor dos benefícios, retorno e obter com ele o comprometimento e compromisso com o programa, garantindo isso você já terá dado um grande passo.
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+ Analisando o custo x benefício em um projeto Por Washington Souza 31 August 2009 as 3:22 am Nenhum comentário

Uma das principais responsabilidades de um gerente de projetos é zelar pelo custo do projeto e usar este dinheiro da melhor forma possível (Leia o PMI para mais detalhes).

Apesar disto ser (vamos dizer) óbvio, não são muitos os gerentes que fazem uma boa gestão do custo, e, durante o planejamento do projeto o gerente do projeto deve analisar tudo o que deve ser feito e fazer uma análise de custo x benefício .

Se você tem 10.000 para fazer uma determinada coisa, e existe um “componente” que faz exatamente o que você quer por menos da metade do preço, porque não adquiri-lo? Bom, é muito provável que você já deva ter presenciado uma situação assim, e é mais provável ainda que a decisão tenha sido de “fazer” o requisito, perdendo assim uma excelente oportunidade para economizar.

Outro caso é: Em um sistema onde você o usuário se cadastra e escolhe seu estado a pergunta é: Será desenvolvido uma tela de manutenção de estados?

Cenário 1: Sim, o cliente precisa atualizar a lista de estados sempre que precisar – Custo: R$ 1.000,00 (referente à 20 horas de trabalho)

Cenário 2: Não, é uma tabela que raramente muda, o custo não justifica o benefício – Custo: R$ 0,00

É um caso simples, mas neste caso simples você já economizou um montante do seu custo. Claro que existirão casos onde estes desenvolvimentos serão necessários, todavia serão minoria e mesmo nestas minorias, provavelmente a contratação de um serviço (como o de CEP dos correios) saia mais em conta.

Uma dica: Pratique esta análise durante o planejamento. Provavelmente você terá boas surpresas.